Artigo Anais VII CONEDU - Edição Online

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

JUDITH BUTLER E A TEORIA QUEER: CRÍTICAS EPISTEMOLÓGICAS À PROBLEMÁTICA DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

Palavra-chaves: GÊNERO E SEXUALIDADE, EDUCAÇÃO BRASILEIRA, TEORIA QUEER, JUDITH BUTLER, Pôster (PO) GT 07 - Gênero, Sexualidade e Educação Publicado em 04 de novembro de 2020

Resumo

A TRAJETÓRIA DE PESQUISA DE JUDITH BUTLER TROUXE AMPLAS CONTRIBUIÇÕES PARA O ESTUDO DE GÊNERO E SEXUALIDADE, A PARTIR DA SUA TEORIA CRÍTICA, QUE PROVOCOU UMA REVOLUÇÃO NO PENSAMENTO FILOSÓFICO E ACADÊMICO, A PARTIR DE EPISTEMOLOGIAS QUE QUESTIONAM INSTITUIÇÕES, DOUTRINAS E CONCEPÇÕES ESSENCIALISTAS ACERCA DESSAS CATEGORIAS. ASSOCIANDO TAIS SABERES CONSTRUÍDOS PARA O CAMPO DA EDUCAÇÃO, PRETENDE-SE DE (RE)PENSAR METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO NÃO-NORMATIVAS E QUESTIONAR A HETERONORMATIVIDADE COMPULSÓRIA NO CURRÍCULO E NA PRÓPRIA ARQUITETURA DO CAMPO DE ENSINO. PORTANTO, COMO PENSAR A EDUCAÇÃO A PARTIR DAS EPISTEMOLOGIAS CRÍTICAS DE BUTLER? QUAIS SÃO AS CONTRIBUIÇÕES EPISTEMOLÓGICAS DA TEORIA QUEER FRENTE À PROBLEMÁTICA DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA? A FIM DE SANAR TAIS INQUIETAÇÕES E ATINGIR OS OBJETIVOS PROPOSTOS, REALIZOU-SE UM ESTUDO DE CUNHO BIBLIOGRÁFICO COM O INTUITO DE COMPREENDER QUAIS SÃO OS PRESSUPOSTOS EPISTEMOLÓGICOS NA OBRA DE BUTLER (2010, 2015, 2016), PASSÍVEIS A SER INTERSECSIONADOS PARA O CAMPO DA CRÍTICA À PROBLEMÁTICA DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.

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