Artigo Anais IV ENID / UEPB

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-7379

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O USO DAS HQS NO ENSINO DE HISTÓRIA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

Palavra-chaves: HQS, ENSINO DE HISTÓRIA, RECURSOS DIDÁTICOS Comunicação Oral (CO) Ensino de História e formação docente Publicado em 22 de novembro de 2014

Resumo

O presente trabalho busca apresentar uma discussão que venha refletir sobre as múltiplas práticas educativas no espaço escolar. Amparado das contribuições teóricas, esse trabalho tem como objetivo ampliar a discussão sobre o uso dos recursos didáticos no ensino de História em sala de aula, especificamente contextualizando o uso das HQs como produção artística e educativa na construção do conhecimento. Atualmente, as histórias em quadrinhos têm alcançado um espaço significativo e uma dimensão considerável no meio de comunicação de massa. Não resta dúvida que as HQs têm a potencialidade de uma nova linguagem, transmitir para o leitor o aprimoramento cultural e moral, ao contrário dos que ainda pensam que as HQs são um simples objeto de aventuras fantasiosas. Elas possuem o caráter inovador das inúmeras possibilidades que o professor dispõe para os seus alunos em sala de aula, corrobora para uma socialização dos conhecimentos enquanto prática de ensino. De fato, o uso dos quadrinhos possibilita o aluno ter familiaridade com a temática trabalhada em sala, de um jeito diferente e criativo. Trabalhar os quadrinhos no ensino de História é desafiador como em qualquer outra disciplina, nos próprios livros didáticos do ensino de história as HQs são timidamente encontradas, com raras exceções. Tudo que é ‘novo’ desperta uma desconfiança, mas com um bom planejamento, o professor estará contribuindo para que os alunos consigam fazer correlações entre eles e a própria realidade social. Portanto, as histórias em quadrinhos, quando bem trabalhadas, na relação professor-aluno têm a possibilidade de ‘revolucionar’ o exercício docente e propor novas discussões no processo do ensino-aprendizagem. Porque ensinar exige um risco do educador, ser audacioso, querer bem aquilo que faz, querer bem à própria prática educativa da qual participa.

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