Artigo Anais IV ENID / UEPB

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-7379

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O PIBID DE FÍSICA E A EDUCAÇÃO BÁSICA: A ATUAÇÃO DO PROGRAMA NUMA ESCOLA ESTADUAL DE CAMPINA GRANDE

Palavra-chaves: ENSINO DE CIÊNCIAS, HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA, LABORATÓRIO PROBLEMATIZADOR Comunicação Oral (CO) Atividades nas aulas de Física: experiência da prática docente no Ensino Médio Publicado em 22 de novembro de 2014

Resumo

Este trabalho pretende discutir a atuação de um grupo do Programa de Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) – vinculado ao curso de Licenciatura em Física da UEPB – na EEEFM Solon de Lucena de Campina Grande/PB. O PIBID integra as ações de políticas públicas brasileiras interessadas no enfrentamento dos desafios na área de ensino-aprendizagem, principalmente das ciências. A equipe, constituída por cinco licenciandas e um docente de Física da escola, implementou uma sequência didática de Oliveira e Silva (2012), voltada para a segunda série do Ensino Médio. A proposta de ensino selecionada aborda o conteúdo da formação de imagens por lentes esféricas, por meio da interface histórico-filosófica da Ciência. Em síntese, o produto educacional analisa a conjuntura de desenvolvimento dos telescópios no século XVII (sobretudo, a luneta elaborada por Galileu Galilei) e sugere a realização de uma atividade experimental – construção do telescópio astronômico de Kepler. De um modo geral, a intervenção da parte histórica ocorreu com alterações mínimas (a saber: aumento no número de aulas, manipulação de materiais concretos, condução de algumas problematizações iniciais), que foram motivadas pelo diagnóstico da turma envolvida. Por outro lado, a dinâmica do experimento foi reformulada e executada nos moldes da perspectiva do laboratório problematizador. Além disso, acrescentou-se a produção de um mapa conceitual como um elemento auxiliar do processo de aplicação dos conhecimentos adquiridos. Os resultados da avaliação apontam para uma aprendizagem satisfatória (e contextualizada) em Física, por parte dos estudantes. Ao final da prática, a maior parcela da turma demonstra conhecimento, tanto da teoria circunscrita pela formação de imagens por lentes, quanto da conjuntura de desenvolvimento dos telescópios no século XVII.

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