Artigo E-book VIII ENALIC

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ISBN: 978-65-86901-58-0

A GEOGRAFIA ATRAVÉS DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS: ABORDANDO O CONCEITO DE MIGRAÇÃO

Palavra-chaves: ENSINO DE GEOGRAFIA, MIGRAÇÕES, HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, MÚLTIPLAS LINGUAGENS, Comunicação Oral (CO) ET 05: Educação, linguagens, tecnologias e valores
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      CONSIDERANDO OS CEN?RIOS QUE VIVEMOS COTIDIANAMENTE E A VELOCIDADE DE INFORMA??ES NO QUAL OS JOVENS \r\n
      E ADOLESCENTES EST?O INSERIDOS, ENCONTRAMOS NAS ESCOLAS, ESTUDANTES QUE J? N?O MAIS POSSUEM GRANDE \r\n
      INTERESSE EM T?CNICAS TRADICIONAIS DE ENSINO QUE SE LIMITAM APENAS ? COPIAR E DECORAR CONCEITOS EM SEU \r\n
      CADERNO. OS ESTUDANTES QUE VIVEM A CONTEMPORANEIDADE, NECESSITAM DE DIFERENTES FORMAS E LINGUAGENS \r\n
      PARA O ESTIMULO DE DISTINTAS ABORDAGENS NAS PROPOSTAS QUE ENVOLVAM OS MAIS VARIADOS CONTE?DOS \r\n
      GEOGR?FICOS. O ENSINO DE GEOGRAFIA, VEM BUSCANDO DIFERENTES LINGUAGENS METODOL?GICAS QUE, DE ACORDO \r\n
      COM DA CUNHA (2021) PROMOVEM A CURIOSIDADE E ESTIMULEM A CONSTRU??O DO CONHECIMENTO. ENTRE AS \r\n
      COMPET?NCIAS ESPEC?FICAS DA GEOGRAFIA DENTRO DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC), \r\n
      ENCONTRAMOS A POSSIBILIDADE DE ALIAR A GEOGRAFIA COM AS LINGUAGENS CARTOGR?FICAS E ICONOGR?FICAS, A PARTIR \r\n
      DA CONCEP??O DE DIFERENTES G?NEROS TEXTUAIS E AT? MESMO DAS GEOTECNOLOGIAS. DE ACORDO COM MELO, \r\n
      MEDEIROS E SILVA (2013), OS QUADRINHOS, POR SEREM ORIUNDOS DE DUAS ARTES, A ESCRITA E O DESENHO, ATRAEM \r\n
      UM GRANDE P?BLICO ENTRE OS ESTUDANTES. EM AMBAS AS ARTES, ENCONTRAMOS REPRESENTA??ES DO ESPA?O \r\n
      GEOGR?FICO, SENDO ASSIM, PROPORCIONAM DIFERENTES TEMAS QUE PODEM SER ABORDADOS DENTRO DO ENSINO DE \r\n
      GEOGRAFIA, COMO ? O CASO DOS CONCEITOS QUE RELACIONAM A MIGRA??O NO ENSINO DE GEOGRAFIA. \r\n
      COMPREENDE-SE ENT?O QUE OS FLUXOS MIGRAT?RIOS CONTEMPOR?NEOS T?M SE DADO PRINCIPALMENTE PELA \r\n
      RELA??O ENTRE O GLOBAL E O LOCAL (BAUMAN, 1999), NOS QUAIS A MOBILIDADE ESPACIAL DE PRODUTOS, BENS, \r\n
      SERVI?OS E, TAMB?M, DE PESSOAS FOI FACILITADA. A GLOBALIZA??O OCASIONA UMA MAIOR PREDISPOSI??O AOS \r\n
      FLUXOS MIGRAT?RIOS VISTO QUE ACARRETA UMA NOVA FORMA DE ORGANIZA??O DOS ESPA?OS EM QUE OS FLUXOS J? \r\n
      CITADOS SE INTENSIFICAM (ASSIS, 2012). OS MIGRANTES DESTE S?CULO EXPERIENCIAM ESSE FEN?MENO COM \r\n
      MAIOR INTENSIDADE E CONSIDERANDO A MOBILIDADE ESPACIAL DE PESSOAS, S?O CADA VEZ MAIS CONSTANTES AS \r\n
      MANCHETES DE JORNAIS QUE NOTICIAM O TR?NSITO DE REFUGIADOS PELO MUNDO. COM A INTENSIFICA??O DESSES \r\n
      MOVIMENTOS MIGRAT?RIOS, SEJA PELA ESCASSEZ DE RECURSOS QUE PROVEM O SUSTENTO AT? POR CONFLITOS POL?TICOS \r\n
      OU RELIGIOSOS, PESSOAS S?O DESAFIADAS A SE ARRISCAREM EM DIFERENTES FRONTEIRAS E CONTINENTES. A PARTIR DA \r\n
      PROBLEM?TICA AQUI ANUNCIADA, A PRESENTE PESQUISA TEVE COMO FOCO INVESTIGAR COMO ESSAS POPULA??ES \r\n
      MIGRANTES SE CORRELACIONAM, SE JUSTAP?EM E SE INTERPELAM EM DIFERENTES ESPA?OS A PARTIR DA VIS?O E \r\n
      PERCEP??O DE ESTUDANTES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, EXPRESSAS POR MEIO DAS HIST?RIAS EM \r\n
      QUADRINHOS. SEGUNDO NERYS E FREITAS (2018), ATRAV?S DAS HIST?RIAS EM QUADRINHOS, ENCONTRAMOS \r\n
      CONTEXTOS SOCIAIS, POL?TICOS E CULTURAIS QUE EXPRESS?O ANSEIOS E CURIOSIDADES EM UM MUNDO FICCIONAL, \r\n
      POR?M, BASEADOS NO REAL, PROPORCIONANDO ASSIM, UMA APROXIMA??O ENTRE SEUS POSS?VEIS LEITORES. SENDO \r\n
      ASSIM, ESTE TRABALHO TRAZ UMA PR?TICA QUE CONSTITUIU ESTA PONTE ENTRE A ARTE, ATRAV?S DA LITERATURA E DO \r\n
      DESENHO, E A GEOGRAFIA ATRAV?S DAS HIST?RIAS EM QUADRINHOS. A METODOLOGIA QUE PROPORCIONOU O \r\n
      ANDAMENTO DESSE ESTUDO SE BASEIA, EM UMA PERSPECTIVA DE CUNHO QUALITATIVA CENTRADA EM ASPECTOS QUE \r\n
      N?O PODEM SER QUANTIFICADOS, NO ENTANTO, NECESSITAM DA COMPREENS?O E EXPLICA??O DA DIN?MICA DAS \r\n
      RELA??ES SOCIAIS. OS PROCEDIMENTOS METODOL?GICOS QUE POSSIBILITARAM A COMPREENS?O DA PESQUISA SE \r\n
      DESENVOLVEM DE FORMA BIBLIOGR?FICA, AO MESMO TEMPO EM QUE FORAM REALIZADAS PESQUISAS DE CAMPO, A PARTIR DE PR?TICAS ESCOLARES, DIRECIONADAS PARA AS AULAS DE GEOGRAFIA. A PR?TICA FOI DESENVOLVIDA EM UM \r\n
      S?TIMO ANO DE UMA ESCOLA P?BLICA DE BLUMENAU/SC NO ANO DE 2021. EM UM PRIMEIRO MOMENTO, \r\n
      DISCUTIMOS COM OS ESTUDANTES SOBRE O CONCEITO DE MIGRA??ES, PERGUNTAMOS A TURMA S SABIAM O QUE \r\n
      SIGNIFICAVA ESSA PALAVRA E TRANSCREVEMOS AS PRINCIPAIS IDEIAS NO QUADRO, A FIM DE CONSIDERAR OS \r\n
      CONHECIMENTOS PR?VIOS DOS ESTUDANTES. SEGUINDO, TRABALHAMOS O CONCEITO DE MIGRA??O E EXPLORAMOS \r\n
      OQUE S?O MIGRA??ES INTERNAS, MIGRA??ES EXTERNAS, ?XODO RURAL E MIGRA??ES TEMPOR?RIAS. UM FATO \r\n
      INTERESSANTE A SER DESTACADO, ? A MANEIRA COM QUE OS ESTUDANTES RELACIONAVAM ESTES CONCEITOS COM OS \r\n
      INFLUENCIADORES QUE ACOMPANHAVAM NA INTERNET, OS ESTUDANTES LISTARAM NOMES QUE FORAM DE OUTROS \r\n
      ESTADOS PARA S?O PAULO, E AT? MESMO, NOMES QUE FORAM PARA OS ESTADOS UNIDOS PRODUZIR CONTE?DO PARA \r\n
      AS REDES SOCIAIS. COM OS CONCEITOS APROPRIADOS, FOI PROPOSTO AOS ESTUDANTES, QUE FIZESSEM REPRESENTA??ES \r\n
      DO CONCEITO DE MIGRA??O ATRAV?S DE UMA HIST?RIA EM QUADRINHOS. OS ESTUDANTES FICARAM LIVRES PARA \r\n
      REPRESENTAREM ATRAV?S DE HIST?RIAS EXPLICATIVAS (QUE EXPLICAVAM SOBRE O CONCEITO DE MIGRA??O, OU MAIS \r\n
      ESPECIFICAMENTE MIGRA??O INTERNA, EXTERNA, ?XODO RURAL OU MIGRA??O TEMPOR?RIA) OU EXEMPLIFICATIVAS\r\n
      (SANDO EXEMPLOS DE MIGRA??ES, RELACIONANDO OS CONCEITOS TRABALHADOS COM NARRATIVAS, ASSIM COMO \r\n
      FIZERAM COM OS CRIADORES DE CONTE?DO). VISTO QUE NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ? PRECISO A \r\n
      PERCEP??O DAQUILO QUE DESPERTA O INTERESSE E A CURIOSIDADE DOS/DAS ESTUDANTES, DESSA FORMA V?-SE A \r\n
      NECESSIDADE DE IMPLEMENTAR NOVOS MEIOS QUE POSSIBILITEM A CONSTRU??O DE NOVOS SABERES. OS ESTUDANTES \r\n
      PARTICIPARAM ATIVAMENTE DA ATIVIDADE E DEMONSTRARAM INTERESSE DURANTE SUA REALIZA??O. POR FIM, FIZEMOS \r\n
      UM VARAL NO QUAL EXPOMOS OS TRABALHOS REALIZADOS, TORNANDO SUAS ARTES PARTE DO ESPA?O DA SALA DE AULA, \r\n
      ESPA?O ESTE, ONDE SE CONSTITUEM. COM ESSA PR?TICA ESCOLAR FOI POSS?VEL PERCEBER AS POTENCIALIDADES DO \r\n
      USO DE DIFERENTES LINGUAGENS NO ENSINO DE GEOGRAFIA, VISTO QUE AS HIST?RIAS EM QUADRINHOS PROPORCIONAM \r\n
      DISTINTOS ESPA?OS DE REFLEX?O A PARTIR DE CONTEXTOS DIVERSOS, COMO POL?TICOS, SOCIAIS E CULTURAIS, \r\n
      PROMOVENDO A PROBLEMATIZA??O DE TEM?TICAS CONTEMPOR?NEAS, COMO O CONCEITO DE MIGRA??O, POR MEIO \r\n
      DA CONSTRU??O DE HIST?RIAS, POR VEZES FICT?CIAS, MAS QUE S?O PAUTADAS EM DILEMAS E SITUA??ES REAIS. ? A \r\n
      PARTIR DAS M?LTIPLAS LINGUAGENS NO ENSINO DE GEOGRAFIA E SEUS DISTINTOS CONTEXTOS QUE O EDUCADOR E A \r\n
      EDUCADORA T?M O DEVER DE PROMOVER PR?TICAS E PROPOSTAS QUE INSTIGUEM E DESPERTEM AO ESTUDANTE UMA \r\n
      PERCEP??O CR?TICA DA REALIDADE, PARA QUE ASSIM POSSA ATUAR DE MANEIRA REFLEXIVA NO ESPA?O EM QUE ATUA \r\n
      E MODIFICA. O TRABALHO BUSCOU ABORDAR O USO DE UMA LINGUAGEM NO ENSINO DE GEOGRAFIA, QUE ? POUCO \r\n
      EXPLORADA, INCLUSIVE NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, E SUAS DIVERSAS POSSIBILIDADES DE EXPLORAR \r\n
      OS CONCEITOS DA CI?NCIA GEOGR?FICA, AL?M DE PROPICIAR UMA NOVA FORMA DE VER E PERCEBER O ESPA?O \r\n
      GEOGR?FICO. A INTEN??O DE ELABORAR UM ARTIGO SOCIALIZANDO PR?TICAS PEDAG?GICAS QUE ENVOLVAM DIFERENTES \r\n
      LINGUAGENS NO ENSINO DE GEOGRAFIA ? O DE PROPORCIONAR A MOVIMENTA??O ENTRE AS PESQUISAS E O CONTEXTO \r\n
      UNIVERSIT?RIO E A COMUNIDADE ESCOLAR, PROMOVENDO AOS ESTUDANTES DE LICENCIATURA E AOS PROFESSORES E \r\n
      PROFESSORAS DA EDUCA??O B?SICA A POSSIBILIDADE DE NOVAS ABORDAGENS PARA TRABALHAR OS CONTE?DOS \r\n
      PROGRAM?TICOS DA CI?NCIA GEOGR?FICA. COMO EDUCADORAS, DA ?REA DA GEOGRAFIA PRINCIPALMENTE, TEMOS O \r\n
      DEVER DE FORMAR CIDAD?OS QUE SEJAM CAPAZES DE ATUAR NO ESPA?O QUE ATUAM E PRODUZEM, POSSIBILITANDO \r\n
      A PROBLEMATIZA??O, O DI?LOGO E AT? MESMO A PRODU??O DO CONHECIMENTO. SENDO ASSIM ? NECESS?RIO TRAZER \r\n
      DIFERENTES CONTEXTOS E ABORDAGENS QUE ALIEM A TEORIA A PR?TICA, EVIDENCIANDO A PR?XIS NO AMBIENTE \r\n
      ESCOLAR, UMA VEZ QUE OS DISTINTOS MEIOS DE REPRESENTA??O, COMO ? O CASO DO RECURSO DID?TICO DAS HIST?RIAS \r\n
      EM QUADRINHOS, COMPLEMENTAM E POTENCIALIZAM A EXPLICA??O DAS AULAS DE GEOGRAFIA, AL?M DE DESPERTAR \r\n
      O INTERESSE DOS ESTUDANTES ACERCA DE ASSUNTOS QUE N?O S?O MUITO BEM RECEPCIONADOS EM ALGUMAS TURMAS \r\n
      E/OU FAIXA ET?RIA. AS HIST?RIAS EM QUADRINHOS PROPORCIONAM E DESENVOLVEM AO EDUCANDO A CAPACIDADE \r\n
      DE CRIAR E VISUALIZAR O ESPA?O E AS RELA??ES EM QUE ESTE EST? ENVOLVIDO, COMPREENDENDO SEU PAPEL COMO \r\n
      CIDAD?O CRITICO E ATUANTE NESSE ESPA?O DE UMA MANEIRA L?DICA E CRIATIVA, INSTIGANDO NOVOS SENTIDOS E \r\n
      PERCEP??ES.
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      E ADOLESCENTES EST?O INSERIDOS, ENCONTRAMOS NAS ESCOLAS, ESTUDANTES QUE J? N?O MAIS POSSUEM GRANDE \r\n
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      CADERNO. OS ESTUDANTES QUE VIVEM A CONTEMPORANEIDADE, NECESSITAM DE DIFERENTES FORMAS E LINGUAGENS \r\n
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      MAIOR INTENSIDADE E CONSIDERANDO A MOBILIDADE ESPACIAL DE PESSOAS, S?O CADA VEZ MAIS CONSTANTES AS \r\n
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      MOVIMENTOS MIGRAT?RIOS, SEJA PELA ESCASSEZ DE RECURSOS QUE PROVEM O SUSTENTO AT? POR CONFLITOS POL?TICOS \r\n
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      PERCEP??O DE ESTUDANTES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, EXPRESSAS POR MEIO DAS HIST?RIAS EM \r\n
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      ASSIM, ESTE TRABALHO TRAZ UMA PR?TICA QUE CONSTITUIU ESTA PONTE ENTRE A ARTE, ATRAV?S DA LITERATURA E DO \r\n
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      N?O PODEM SER QUANTIFICADOS, NO ENTANTO, NECESSITAM DA COMPREENS?O E EXPLICA??O DA DIN?MICA DAS \r\n
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      DISCUTIMOS COM OS ESTUDANTES SOBRE O CONCEITO DE MIGRA??ES, PERGUNTAMOS A TURMA S SABIAM O QUE \r\n
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      OQUE S?O MIGRA??ES INTERNAS, MIGRA??ES EXTERNAS, ?XODO RURAL E MIGRA??ES TEMPOR?RIAS. UM FATO \r\n
      INTERESSANTE A SER DESTACADO, ? A MANEIRA COM QUE OS ESTUDANTES RELACIONAVAM ESTES CONCEITOS COM OS \r\n
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      ESPECIFICAMENTE MIGRA??O INTERNA, EXTERNA, ?XODO RURAL OU MIGRA??O TEMPOR?RIA) OU EXEMPLIFICATIVAS\r\n
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      FIZERAM COM OS CRIADORES DE CONTE?DO). VISTO QUE NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ? PRECISO A \r\n
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      DISTINTOS ESPA?OS DE REFLEX?O A PARTIR DE CONTEXTOS DIVERSOS, COMO POL?TICOS, SOCIAIS E CULTURAIS, \r\n
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      DA CONSTRU??O DE HIST?RIAS, POR VEZES FICT?CIAS, MAS QUE S?O PAUTADAS EM DILEMAS E SITUA??ES REAIS. ? A \r\n
      PARTIR DAS M?LTIPLAS LINGUAGENS NO ENSINO DE GEOGRAFIA E SEUS DISTINTOS CONTEXTOS QUE O EDUCADOR E A \r\n
      EDUCADORA T?M O DEVER DE PROMOVER PR?TICAS E PROPOSTAS QUE INSTIGUEM E DESPERTEM AO ESTUDANTE UMA \r\n
      PERCEP??O CR?TICA DA REALIDADE, PARA QUE ASSIM POSSA ATUAR DE MANEIRA REFLEXIVA NO ESPA?O EM QUE ATUA \r\n
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      DEVER DE FORMAR CIDAD?OS QUE SEJAM CAPAZES DE ATUAR NO ESPA?O QUE ATUAM E PRODUZEM, POSSIBILITANDO \r\n
      A PROBLEMATIZA??O, O DI?LOGO E AT? MESMO A PRODU??O DO CONHECIMENTO. SENDO ASSIM ? NECESS?RIO TRAZER \r\n
      DIFERENTES CONTEXTOS E ABORDAGENS QUE ALIEM A TEORIA A PR?TICA, EVIDENCIANDO A PR?XIS NO AMBIENTE \r\n
      ESCOLAR, UMA VEZ QUE OS DISTINTOS MEIOS DE REPRESENTA??O, COMO ? O CASO DO RECURSO DID?TICO DAS HIST?RIAS \r\n
      EM QUADRINHOS, COMPLEMENTAM E POTENCIALIZAM A EXPLICA??O DAS AULAS DE GEOGRAFIA, AL?M DE DESPERTAR \r\n
      O INTERESSE DOS ESTUDANTES ACERCA DE ASSUNTOS QUE N?O S?O MUITO BEM RECEPCIONADOS EM ALGUMAS TURMAS \r\n
      E/OU FAIXA ET?RIA. AS HIST?RIAS EM QUADRINHOS PROPORCIONAM E DESENVOLVEM AO EDUCANDO A CAPACIDADE \r\n
      DE CRIAR E VISUALIZAR O ESPA?O E AS RELA??ES EM QUE ESTE EST? ENVOLVIDO, COMPREENDENDO SEU PAPEL COMO \r\n
      CIDAD?O CRITICO E ATUANTE NESSE ESPA?O DE UMA MANEIRA L?DICA E CRIATIVA, INSTIGANDO NOVOS SENTIDOS E \r\n
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          N&oacute;s passarinhos, eles passar&atilde;o: esperan&ccedil;ar, agir e resistir na forma&ccedil;&atilde;o de professores.<br />\r\n
          <br />\r\n
          A pandemia se imp&ocirc;s ao mundo. Desde o in&iacute;cio de 2020, temos a cada dia um fato novo, uma nova realidade. Doen&ccedil;a, mortes e p&acirc;nico foram ceifando vidas, sonhos e trabalho. Perdas talvez seja a palavra que melhor expresse esse per&iacute;odo!<br />\r\n
          <br />\r\n
          Para a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi diferente. Escolas fechadas, docentes e estudantes em atividades remotas. A maioria sem condi&ccedil;&otilde;es materiais e emocionais para enfrentar a nova situa&ccedil;&atilde;o. O preju&iacute;zo pedag&oacute;gico &eacute; imenso com retrocessos inevit&aacute;veis frente &agrave;s omissas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e o genoc&iacute;dio do povo brasileiro. Demorou um tempo, mas a sociedade come&ccedil;ou a reagir e a enfrentar os problemas.<br />\r\n
          <br />\r\n
          &Eacute; nesse contexto de perdas de vidas e retrocessos sociais que o VIII ENALIC, o VII Semin&aacute;rio Nacional do PIBID e o II Semin&aacute;rio Nacional da Resid&ecirc;ncia Pedag&oacute;gica foram realizados de 07 a 11 de dezembro de 2021, de modo online. Sem condi&ccedil;&otilde;es de realiza&ccedil;&atilde;o em 2020, a necessidade de efetivar esse conjunto de eventos &eacute; inadi&aacute;vel. Mais do que nunca, o di&aacute;logo entre professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e formadores, estudantes, pesquisadores, p&oacute;s-graduandos e demais profissionais da educa&ccedil;&atilde;o &eacute; urgente para discutir estrat&eacute;gias de luta, socializar conhecimentos e viv&ecirc;ncias, que municie o enfrentamento das pol&iacute;ticas neoliberais que se impuseram com maior for&ccedil;a na educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o s&atilde;o poucas as quest&otilde;es a serem debatidas: a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Base Nacional Curricular-Forma&ccedil;&atilde;o de Professores, a Reforma do Ensino M&eacute;dio e seus &ldquo;novos&rdquo; itiner&aacute;rios, o corte no financiamento da educa&ccedil;&atilde;o com a EC n&ordm; 95/2016, bem como o impacto da pandemia, entre outros.<br />\r\n
          <br />\r\n
          A partir de debate com embasamento te&oacute;rico e de investiga&ccedil;&otilde;es recentes e relevantes, promovendo reflex&atilde;o atual e contextualizada de quest&otilde;es implicadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o inicial e continuada de professores da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, que esses eventos buscam contribuir com a luta geral em defesa da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, laica, gratuita, democr&aacute;tica e de qualidade socialmente referenciada para todos. Para tanto, ter&atilde;o em Paulo Freire, Patrono da Educa&ccedil;&atilde;o Brasileira, um pilar de resist&ecirc;ncia e inspira&ccedil;&atilde;o. Assim, convidamos a tod@s a participarem desse momento especial, mesmo que virtual, para juntarmos for&ccedil;a, reflex&atilde;o e energia para a luta!<br />\r\n
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          A pandemia se imp&ocirc;s ao mundo. Desde o in&iacute;cio de 2020, temos a cada dia um fato novo, uma nova realidade. Doen&ccedil;a, mortes e p&acirc;nico foram ceifando vidas, sonhos e trabalho. Perdas talvez seja a palavra que melhor expresse esse per&iacute;odo!<br />\r\n
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          &Eacute; nesse contexto de perdas de vidas e retrocessos sociais que o VIII ENALIC, o VII Semin&aacute;rio Nacional do PIBID e o II Semin&aacute;rio Nacional da Resid&ecirc;ncia Pedag&oacute;gica foram realizados de 07 a 11 de dezembro de 2021, de modo online. Sem condi&ccedil;&otilde;es de realiza&ccedil;&atilde;o em 2020, a necessidade de efetivar esse conjunto de eventos &eacute; inadi&aacute;vel. Mais do que nunca, o di&aacute;logo entre professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e formadores, estudantes, pesquisadores, p&oacute;s-graduandos e demais profissionais da educa&ccedil;&atilde;o &eacute; urgente para discutir estrat&eacute;gias de luta, socializar conhecimentos e viv&ecirc;ncias, que municie o enfrentamento das pol&iacute;ticas neoliberais que se impuseram com maior for&ccedil;a na educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o s&atilde;o poucas as quest&otilde;es a serem debatidas: a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Base Nacional Curricular-Forma&ccedil;&atilde;o de Professores, a Reforma do Ensino M&eacute;dio e seus &ldquo;novos&rdquo; itiner&aacute;rios, o corte no financiamento da educa&ccedil;&atilde;o com a EC n&ordm; 95/2016, bem como o impacto da pandemia, entre outros.<br />\r\n
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                  A pandemia da COVID-19 se imp&ocirc;s ao mundo. Desde o in&iacute;cio de 2020, temos a cada dia um fato novo, uma nova realidade. Doen&ccedil;a, mortes e p&acirc;nico foram ceifando vidas, sonhos e trabalho. Perdas talvez seja a palavra que melhor expresse esse per&iacute;odo!<br />\r\n
                  Para a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi diferente. Escolas fechadas, docentes e estudantes em atividades remotas. A maioria sem condi&ccedil;&otilde;es materiais e emocionais para enfrentar a nova situa&ccedil;&atilde;o. O preju&iacute;zo pedag&oacute;gico &eacute; imenso com retrocessos inevit&aacute;veis frente &agrave;s omissas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e o genoc&iacute;dio do povo brasileiro. Demorou um tempo, mas a sociedade come&ccedil;ou a reagir e a enfrentar os problemas, embora a educa&ccedil;&atilde;o, mesmo sob as mais adversas condi&ccedil;&otilde;es, nunca ficou parada.<br />\r\n
                  &Eacute; nesse contexto de perdas de vidas e retrocessos sociais que o VIII ENALIC, o VII Semin&aacute;rio Nacional do PIBID e o II Semin&aacute;rio Nacional da Resid&ecirc;ncia Pedag&oacute;gica que s&atilde;o realizados de 07 a 11 de dezembro de 2021, de modo online, ap&oacute;s adiarmos sua realiza&ccedil;&atilde;o inicialmente prevista para 2020. Mais do que nunca, o di&aacute;logo entre professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e formadores, estudantes, pesquisadores, p&oacute;s-graduandos e demais profissionais da educa&ccedil;&atilde;o &eacute; urgente para discutir estrat&eacute;gias de luta, socializar conhecimentos e viv&ecirc;ncias, que municie o enfrentamento das pol&iacute;ticas neoliberais que se impuseram com maior for&ccedil;a na educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o s&atilde;o poucas as quest&otilde;es debatidas: a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Base Nacional Curricular-Forma&ccedil;&atilde;o de Professores, a Reforma do Ensino M&eacute;dio e seus &ldquo;novos&rdquo; itiner&aacute;rios, o corte no financiamento da educa&ccedil;&atilde;o com a EC n&ordm; 95/2016, bem como o impacto da pandemia, entre outros.<br />\r\n
                  A partir de debate com embasamento te&oacute;rico e de investiga&ccedil;&otilde;es recentes e relevantes, promovendo reflex&atilde;o atual e contextualizada de quest&otilde;es implicadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o inicial e continuada de professores da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, que esses eventos mais uma vez contribu&iacute;ram com a luta geral em defesa da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, laica, gratuita, democr&aacute;tica e de qualidade socialmente referenciada para todos, tendo em Paulo Freire, Patrono da Educa&ccedil;&atilde;o Brasileira, um pilar de resist&ecirc;ncia e inspira&ccedil;&atilde;o. Assim, convidamos a tod@s a lerem ebook do evento como continuidade do processo desencadeado em dezembro. Sem d&uacute;vidas, estaremos junt@s daqui a pouco, de modo presencial, para que a nossa energia seja cada vez mais revertida em organiza&ccedil;&atilde;o de luta dos docentes e licenciandos desse Brasil, que acreditam na educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, democr&aacute;tica, laica e de qualidade, socialmente referenciada para todos!<br />\r\n
                  Boa leitura!<br />\r\n
                  &nbsp;<br />\r\n
                  Nilson de Souza Cardoso<br />\r\n
                  Sueli Guadelupe de Lima Mendon&ccedil;a<br />\r\n
                  Cristiane Antonia Hauschild Johann<br />\r\n
                  Jaqueline Rabelo de Lima<br />\r\n
                  Maio de 2022.<br />\r\n
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                  Nilson de Souza Cardoso<br />\r\n
                  Sueli Guadelupe de Lima Mendon&ccedil;a<br />\r\n
                  Cristiane Antonia Hauschild Johann<br />\r\n
                  Jaqueline Rabelo De Lima
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                  Ad&eacute;lia Maria Evangelista Azevedo (Unidades de Jardim- UEMS)<br />\r\n
                  Alana Cec&iacute;lia de Menezes Sobreira (UECE)<br />\r\n
                  Ana Maria Pereira Lima (UECE)<br />\r\n
                  Andr&eacute; Lu&iacute;s de Oliveira (Universidade Estadual de Maring&aacute;-UEM)<br />\r\n
                  Beatriz Fernanda Almeida da Silva (Unespar)<br />\r\n
                  Cl&aacute;udia In&ecirc;s Horn (UNIVATES)<br />\r\n
                  Claudia Maria Sallai Tanhoffer (UFPR)<br />\r\n
                  Cristiane Antonia Hauschild (Universidade do Vale do Taquar&iacute; - Univates)<br />\r\n
                  Cristiane Maria Sampaio Forte (UECE)<br />\r\n
                  Desire Luciane Dominschek (Uninter/Unicamp)<br />\r\n
                  Douglas Eduardo Soares Pereira (Instituto Federal do Paran&aacute;)<br />\r\n
                  Eliane Matesco Cristov&atilde;o (UNIFEI)<br />\r\n
                  Elsio Jos&eacute; Cor&aacute; (UFFS)<br />\r\n
                  Fabiane Oleg&aacute;rio (UNIVATES)<br />\r\n
                  Fabr&iacute;cio Bonfim Sud&eacute;rio (UECE)<br />\r\n
                  Fernanda Silvia Veloso (UFPR)<br />\r\n
                  Flavia Sueli Fabiani Marcatto (UNIFEI)<br />\r\n
                  Gicele Maria Cervi (PUC - S&Atilde;O PAULO)<br />\r\n
                  Giselle Giovanna do Couto de Oliveira (IFPR)<br />\r\n
                  Gizeli Aparecida Ribeiro de Alencar (Universidade Estadual de Maring&aacute; - UEM)<br />\r\n
                  Iara Aquino (IFPR)<br />\r\n
                  Isabel Cristina Rodrigues (UEM)<br />\r\n
                  Jaqueline Rabelo de Lima (UECE)<br />\r\n
                  Jones Baroni Ferreira de Menezes (UECE)<br />\r\n
                  Jose Fernandes da Silva (IFMG)<br />\r\n
                  Karina Soledad Maldonado Molina (USP)<br />\r\n
                  Leandro Palcha (UFPR)<br />\r\n
                  Leila Cleuri Pryjma (IFPR)<br />\r\n
                  Lilian Cristina Buzato Ritter (UEM)<br />\r\n
                  Luc&eacute;lio Ferreira Simi&atilde;o (UEMS)<br />\r\n
                  Luciana Facchini (Instituto Superior de Educa&ccedil;&atilde;o Ivoti)<br />\r\n
                  Luiz Felipe Marques (Universidade Estadual do Paran&aacute;)<br />\r\n
                  M&aacute;rcia Elisa Tet&eacute; Ramos (UEM)<br />\r\n
                  Marcilene de Assis Alves Araujo (Universidade de Gurupi - UnirG)<br />\r\n
                  Maria Elisabete Bersch (UNIVATES)<br />\r\n
                  Maria M&aacute;rcia Melo de Castro Martins (UECE)<br />\r\n
                  Mariana Feiteiro Cavalari &nbsp;(UNESP - RIO CLARO)<br />\r\n
                  M&aacute;rio C&eacute;zar Amorim de Oliveira (UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEAR&Aacute;)<br />\r\n
                  NO&Ecirc;MIA DOS SANTOS PEREIRA MOURA (UFGD)<br />\r\n
                  Raylson Francisco Nunes de Sousa (UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEAR&Aacute;)<br />\r\n
                  Rosane de Fatima Batista Teixeira (IFPR)<br />\r\n
                  Sandra Regina D&rsquo; Antonio Verrengia (UEM)<br />\r\n
                  S&eacute;rgio Nunes Lopes (Universidade do Vale do Taquari - Univates)<br />\r\n
                  Sergio Vale da Paix&atilde;o (IFPR)<br />\r\n
                  T&acirc;nia Maria de Sousa Fran&ccedil;a (Universidade Estadual do Cear&aacute; - UECE)<br />\r\n
                  Thais Ludmila Da Silva Ranieri (UFRPE)<br />\r\n
                  Viviane Paula Martini (IFPR)<br />\r\n
                  Welessandra Aparecida Benfica (UEMG)
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                  A pandemia da COVID-19 se imp&ocirc;s ao mundo. Desde o in&iacute;cio de 2020, temos a cada dia um fato novo, uma nova realidade. Doen&ccedil;a, mortes e p&acirc;nico foram ceifando vidas, sonhos e trabalho. Perdas talvez seja a palavra que melhor expresse esse per&iacute;odo!<br />\r\n
                  Para a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi diferente. Escolas fechadas, docentes e estudantes em atividades remotas. A maioria sem condi&ccedil;&otilde;es materiais e emocionais para enfrentar a nova situa&ccedil;&atilde;o. O preju&iacute;zo pedag&oacute;gico &eacute; imenso com retrocessos inevit&aacute;veis frente &agrave;s omissas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e o genoc&iacute;dio do povo brasileiro. Demorou um tempo, mas a sociedade come&ccedil;ou a reagir e a enfrentar os problemas, embora a educa&ccedil;&atilde;o, mesmo sob as mais adversas condi&ccedil;&otilde;es, nunca ficou parada.<br />\r\n
                  &Eacute; nesse contexto de perdas de vidas e retrocessos sociais que o VIII ENALIC, o VII Semin&aacute;rio Nacional do PIBID e o II Semin&aacute;rio Nacional da Resid&ecirc;ncia Pedag&oacute;gica que s&atilde;o realizados de 07 a 11 de dezembro de 2021, de modo online, ap&oacute;s adiarmos sua realiza&ccedil;&atilde;o inicialmente prevista para 2020. Mais do que nunca, o di&aacute;logo entre professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e formadores, estudantes, pesquisadores, p&oacute;s-graduandos e demais profissionais da educa&ccedil;&atilde;o &eacute; urgente para discutir estrat&eacute;gias de luta, socializar conhecimentos e viv&ecirc;ncias, que municie o enfrentamento das pol&iacute;ticas neoliberais que se impuseram com maior for&ccedil;a na educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o s&atilde;o poucas as quest&otilde;es debatidas: a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Base Nacional Curricular-Forma&ccedil;&atilde;o de Professores, a Reforma do Ensino M&eacute;dio e seus &ldquo;novos&rdquo; itiner&aacute;rios, o corte no financiamento da educa&ccedil;&atilde;o com a EC n&ordm; 95/2016, bem como o impacto da pandemia, entre outros.<br />\r\n
                  A partir de debate com embasamento te&oacute;rico e de investiga&ccedil;&otilde;es recentes e relevantes, promovendo reflex&atilde;o atual e contextualizada de quest&otilde;es implicadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o inicial e continuada de professores da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, que esses eventos mais uma vez contribu&iacute;ram com a luta geral em defesa da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, laica, gratuita, democr&aacute;tica e de qualidade socialmente referenciada para todos, tendo em Paulo Freire, Patrono da Educa&ccedil;&atilde;o Brasileira, um pilar de resist&ecirc;ncia e inspira&ccedil;&atilde;o. Assim, convidamos a tod@s a lerem ebook do evento como continuidade do processo desencadeado em dezembro. Sem d&uacute;vidas, estaremos junt@s daqui a pouco, de modo presencial, para que a nossa energia seja cada vez mais revertida em organiza&ccedil;&atilde;o de luta dos docentes e licenciandos desse Brasil, que acreditam na educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, democr&aacute;tica, laica e de qualidade, socialmente referenciada para todos!<br />\r\n
                  Boa leitura!<br />\r\n
                  &nbsp;<br />\r\n
                  Nilson de Souza Cardoso<br />\r\n
                  Sueli Guadelupe de Lima Mendon&ccedil;a<br />\r\n
                  Cristiane Antonia Hauschild Johann<br />\r\n
                  Jaqueline Rabelo de Lima<br />\r\n
                  Maio de 2022.<br />\r\n
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                  Sueli Guadelupe de Lima Mendon&ccedil;a<br />\r\n
                  Cristiane Antonia Hauschild Johann<br />\r\n
                  Jaqueline Rabelo De Lima
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                  Ad&eacute;lia Maria Evangelista Azevedo (Unidades de Jardim- UEMS)<br />\r\n
                  Alana Cec&iacute;lia de Menezes Sobreira (UECE)<br />\r\n
                  Ana Maria Pereira Lima (UECE)<br />\r\n
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                  Douglas Eduardo Soares Pereira (Instituto Federal do Paran&aacute;)<br />\r\n
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                  Fernanda Silvia Veloso (UFPR)<br />\r\n
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Publicado em 05 de abril de 2022

Resumo

CONSIDERANDO OS CEN?RIOS QUE VIVEMOS COTIDIANAMENTE E A VELOCIDADE DE INFORMA??ES NO QUAL OS JOVENS E ADOLESCENTES EST?O INSERIDOS, ENCONTRAMOS NAS ESCOLAS, ESTUDANTES QUE J? N?O MAIS POSSUEM GRANDE INTERESSE EM T?CNICAS TRADICIONAIS DE ENSINO QUE SE LIMITAM APENAS ? COPIAR E DECORAR CONCEITOS EM SEU CADERNO. OS ESTUDANTES QUE VIVEM A CONTEMPORANEIDADE, NECESSITAM DE DIFERENTES FORMAS E LINGUAGENS PARA O ESTIMULO DE DISTINTAS ABORDAGENS NAS PROPOSTAS QUE ENVOLVAM OS MAIS VARIADOS CONTE?DOS GEOGR?FICOS. O ENSINO DE GEOGRAFIA, VEM BUSCANDO DIFERENTES LINGUAGENS METODOL?GICAS QUE, DE ACORDO COM DA CUNHA (2021) PROMOVEM A CURIOSIDADE E ESTIMULEM A CONSTRU??O DO CONHECIMENTO. ENTRE AS COMPET?NCIAS ESPEC?FICAS DA GEOGRAFIA DENTRO DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC), ENCONTRAMOS A POSSIBILIDADE DE ALIAR A GEOGRAFIA COM AS LINGUAGENS CARTOGR?FICAS E ICONOGR?FICAS, A PARTIR DA CONCEP??O DE DIFERENTES G?NEROS TEXTUAIS E AT? MESMO DAS GEOTECNOLOGIAS. DE ACORDO COM MELO, MEDEIROS E SILVA (2013), OS QUADRINHOS, POR SEREM ORIUNDOS DE DUAS ARTES, A ESCRITA E O DESENHO, ATRAEM UM GRANDE P?BLICO ENTRE OS ESTUDANTES. EM AMBAS AS ARTES, ENCONTRAMOS REPRESENTA??ES DO ESPA?O GEOGR?FICO, SENDO ASSIM, PROPORCIONAM DIFERENTES TEMAS QUE PODEM SER ABORDADOS DENTRO DO ENSINO DE GEOGRAFIA, COMO ? O CASO DOS CONCEITOS QUE RELACIONAM A MIGRA??O NO ENSINO DE GEOGRAFIA. COMPREENDE-SE ENT?O QUE OS FLUXOS MIGRAT?RIOS CONTEMPOR?NEOS T?M SE DADO PRINCIPALMENTE PELA RELA??O ENTRE O GLOBAL E O LOCAL (BAUMAN, 1999), NOS QUAIS A MOBILIDADE ESPACIAL DE PRODUTOS, BENS, SERVI?OS E, TAMB?M, DE PESSOAS FOI FACILITADA. A GLOBALIZA??O OCASIONA UMA MAIOR PREDISPOSI??O AOS FLUXOS MIGRAT?RIOS VISTO QUE ACARRETA UMA NOVA FORMA DE ORGANIZA??O DOS ESPA?OS EM QUE OS FLUXOS J? CITADOS SE INTENSIFICAM (ASSIS, 2012). OS MIGRANTES DESTE S?CULO EXPERIENCIAM ESSE FEN?MENO COM MAIOR INTENSIDADE E CONSIDERANDO A MOBILIDADE ESPACIAL DE PESSOAS, S?O CADA VEZ MAIS CONSTANTES AS MANCHETES DE JORNAIS QUE NOTICIAM O TR?NSITO DE REFUGIADOS PELO MUNDO. COM A INTENSIFICA??O DESSES MOVIMENTOS MIGRAT?RIOS, SEJA PELA ESCASSEZ DE RECURSOS QUE PROVEM O SUSTENTO AT? POR CONFLITOS POL?TICOS OU RELIGIOSOS, PESSOAS S?O DESAFIADAS A SE ARRISCAREM EM DIFERENTES FRONTEIRAS E CONTINENTES. A PARTIR DA PROBLEM?TICA AQUI ANUNCIADA, A PRESENTE PESQUISA TEVE COMO FOCO INVESTIGAR COMO ESSAS POPULA??ES MIGRANTES SE CORRELACIONAM, SE JUSTAP?EM E SE INTERPELAM EM DIFERENTES ESPA?OS A PARTIR DA VIS?O E PERCEP??O DE ESTUDANTES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, EXPRESSAS POR MEIO DAS HIST?RIAS EM QUADRINHOS. SEGUNDO NERYS E FREITAS (2018), ATRAV?S DAS HIST?RIAS EM QUADRINHOS, ENCONTRAMOS CONTEXTOS SOCIAIS, POL?TICOS E CULTURAIS QUE EXPRESS?O ANSEIOS E CURIOSIDADES EM UM MUNDO FICCIONAL, POR?M, BASEADOS NO REAL, PROPORCIONANDO ASSIM, UMA APROXIMA??O ENTRE SEUS POSS?VEIS LEITORES. SENDO ASSIM, ESTE TRABALHO TRAZ UMA PR?TICA QUE CONSTITUIU ESTA PONTE ENTRE A ARTE, ATRAV?S DA LITERATURA E DO DESENHO, E A GEOGRAFIA ATRAV?S DAS HIST?RIAS EM QUADRINHOS. A METODOLOGIA QUE PROPORCIONOU O ANDAMENTO DESSE ESTUDO SE BASEIA, EM UMA PERSPECTIVA DE CUNHO QUALITATIVA CENTRADA EM ASPECTOS QUE N?O PODEM SER QUANTIFICADOS, NO ENTANTO, NECESSITAM DA COMPREENS?O E EXPLICA??O DA DIN?MICA DAS RELA??ES SOCIAIS. OS PROCEDIMENTOS METODOL?GICOS QUE POSSIBILITARAM A COMPREENS?O DA PESQUISA SE DESENVOLVEM DE FORMA BIBLIOGR?FICA, AO MESMO TEMPO EM QUE FORAM REALIZADAS PESQUISAS DE CAMPO, A PARTIR DE PR?TICAS ESCOLARES, DIRECIONADAS PARA AS AULAS DE GEOGRAFIA. A PR?TICA FOI DESENVOLVIDA EM UM S?TIMO ANO DE UMA ESCOLA P?BLICA DE BLUMENAU/SC NO ANO DE 2021. EM UM PRIMEIRO MOMENTO, DISCUTIMOS COM OS ESTUDANTES SOBRE O CONCEITO DE MIGRA??ES, PERGUNTAMOS A TURMA S SABIAM O QUE SIGNIFICAVA ESSA PALAVRA E TRANSCREVEMOS AS PRINCIPAIS IDEIAS NO QUADRO, A FIM DE CONSIDERAR OS CONHECIMENTOS PR?VIOS DOS ESTUDANTES. SEGUINDO, TRABALHAMOS O CONCEITO DE MIGRA??O E EXPLORAMOS OQUE S?O MIGRA??ES INTERNAS, MIGRA??ES EXTERNAS, ?XODO RURAL E MIGRA??ES TEMPOR?RIAS. UM FATO INTERESSANTE A SER DESTACADO, ? A MANEIRA COM QUE OS ESTUDANTES RELACIONAVAM ESTES CONCEITOS COM OS INFLUENCIADORES QUE ACOMPANHAVAM NA INTERNET, OS ESTUDANTES LISTARAM NOMES QUE FORAM DE OUTROS ESTADOS PARA S?O PAULO, E AT? MESMO, NOMES QUE FORAM PARA OS ESTADOS UNIDOS PRODUZIR CONTE?DO PARA AS REDES SOCIAIS. COM OS CONCEITOS APROPRIADOS, FOI PROPOSTO AOS ESTUDANTES, QUE FIZESSEM REPRESENTA??ES DO CONCEITO DE MIGRA??O ATRAV?S DE UMA HIST?RIA EM QUADRINHOS. OS ESTUDANTES FICARAM LIVRES PARA REPRESENTAREM ATRAV?S DE HIST?RIAS EXPLICATIVAS (QUE EXPLICAVAM SOBRE O CONCEITO DE MIGRA??O, OU MAIS ESPECIFICAMENTE MIGRA??O INTERNA, EXTERNA, ?XODO RURAL OU MIGRA??O TEMPOR?RIA) OU EXEMPLIFICATIVAS (SANDO EXEMPLOS DE MIGRA??ES, RELACIONANDO OS CONCEITOS TRABALHADOS COM NARRATIVAS, ASSIM COMO FIZERAM COM OS CRIADORES DE CONTE?DO). VISTO QUE NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ? PRECISO A PERCEP??O DAQUILO QUE DESPERTA O INTERESSE E A CURIOSIDADE DOS/DAS ESTUDANTES, DESSA FORMA V?-SE A NECESSIDADE DE IMPLEMENTAR NOVOS MEIOS QUE POSSIBILITEM A CONSTRU??O DE NOVOS SABERES. OS ESTUDANTES PARTICIPARAM ATIVAMENTE DA ATIVIDADE E DEMONSTRARAM INTERESSE DURANTE SUA REALIZA??O. POR FIM, FIZEMOS UM VARAL NO QUAL EXPOMOS OS TRABALHOS REALIZADOS, TORNANDO SUAS ARTES PARTE DO ESPA?O DA SALA DE AULA, ESPA?O ESTE, ONDE SE CONSTITUEM. COM ESSA PR?TICA ESCOLAR FOI POSS?VEL PERCEBER AS POTENCIALIDADES DO USO DE DIFERENTES LINGUAGENS NO ENSINO DE GEOGRAFIA, VISTO QUE AS HIST?RIAS EM QUADRINHOS PROPORCIONAM DISTINTOS ESPA?OS DE REFLEX?O A PARTIR DE CONTEXTOS DIVERSOS, COMO POL?TICOS, SOCIAIS E CULTURAIS, PROMOVENDO A PROBLEMATIZA??O DE TEM?TICAS CONTEMPOR?NEAS, COMO O CONCEITO DE MIGRA??O, POR MEIO DA CONSTRU??O DE HIST?RIAS, POR VEZES FICT?CIAS, MAS QUE S?O PAUTADAS EM DILEMAS E SITUA??ES REAIS. ? A PARTIR DAS M?LTIPLAS LINGUAGENS NO ENSINO DE GEOGRAFIA E SEUS DISTINTOS CONTEXTOS QUE O EDUCADOR E A EDUCADORA T?M O DEVER DE PROMOVER PR?TICAS E PROPOSTAS QUE INSTIGUEM E DESPERTEM AO ESTUDANTE UMA PERCEP??O CR?TICA DA REALIDADE, PARA QUE ASSIM POSSA ATUAR DE MANEIRA REFLEXIVA NO ESPA?O EM QUE ATUA E MODIFICA. O TRABALHO BUSCOU ABORDAR O USO DE UMA LINGUAGEM NO ENSINO DE GEOGRAFIA, QUE ? POUCO EXPLORADA, INCLUSIVE NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, E SUAS DIVERSAS POSSIBILIDADES DE EXPLORAR OS CONCEITOS DA CI?NCIA GEOGR?FICA, AL?M DE PROPICIAR UMA NOVA FORMA DE VER E PERCEBER O ESPA?O GEOGR?FICO. A INTEN??O DE ELABORAR UM ARTIGO SOCIALIZANDO PR?TICAS PEDAG?GICAS QUE ENVOLVAM DIFERENTES LINGUAGENS NO ENSINO DE GEOGRAFIA ? O DE PROPORCIONAR A MOVIMENTA??O ENTRE AS PESQUISAS E O CONTEXTO UNIVERSIT?RIO E A COMUNIDADE ESCOLAR, PROMOVENDO AOS ESTUDANTES DE LICENCIATURA E AOS PROFESSORES E PROFESSORAS DA EDUCA??O B?SICA A POSSIBILIDADE DE NOVAS ABORDAGENS PARA TRABALHAR OS CONTE?DOS PROGRAM?TICOS DA CI?NCIA GEOGR?FICA. COMO EDUCADORAS, DA ?REA DA GEOGRAFIA PRINCIPALMENTE, TEMOS O DEVER DE FORMAR CIDAD?OS QUE SEJAM CAPAZES DE ATUAR NO ESPA?O QUE ATUAM E PRODUZEM, POSSIBILITANDO A PROBLEMATIZA??O, O DI?LOGO E AT? MESMO A PRODU??O DO CONHECIMENTO. SENDO ASSIM ? NECESS?RIO TRAZER DIFERENTES CONTEXTOS E ABORDAGENS QUE ALIEM A TEORIA A PR?TICA, EVIDENCIANDO A PR?XIS NO AMBIENTE ESCOLAR, UMA VEZ QUE OS DISTINTOS MEIOS DE REPRESENTA??O, COMO ? O CASO DO RECURSO DID?TICO DAS HIST?RIAS EM QUADRINHOS, COMPLEMENTAM E POTENCIALIZAM A EXPLICA??O DAS AULAS DE GEOGRAFIA, AL?M DE DESPERTAR O INTERESSE DOS ESTUDANTES ACERCA DE ASSUNTOS QUE N?O S?O MUITO BEM RECEPCIONADOS EM ALGUMAS TURMAS E/OU FAIXA ET?RIA. AS HIST?RIAS EM QUADRINHOS PROPORCIONAM E DESENVOLVEM AO EDUCANDO A CAPACIDADE DE CRIAR E VISUALIZAR O ESPA?O E AS RELA??ES EM QUE ESTE EST? ENVOLVIDO, COMPREENDENDO SEU PAPEL COMO CIDAD?O CRITICO E ATUANTE NESSE ESPA?O DE UMA MANEIRA L?DICA E CRIATIVA, INSTIGANDO NOVOS SENTIDOS E PERCEP??ES.

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