Artigo Anais II CINTEDI

ANAIS de Evento

ISSN: 2359-2915

“PRECISAMOS SER COMO CAMALEÕES?”: EXPERIÊNCIA DE UMA PRÁTICA DE ENSINO EM PSICOLOGIA COM UM GRUPO DE IDOSOS

Palavra-chaves: VELHICE, IDOSOS, METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS, ENSINO EM PSICOLOGIA Comunicação Oral (CO) GT-11 - EDUCAÇÃO, INCLUSÃO E ENVELHECIMENTO
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Publicado em 15 de novembro de 2016

Resumo

Este trabalho objetiva discutir uma experiência da prática docente em psicologia com idosos participantes do Grupo de Convivência da Universidade Aberta à Maturidade (UAMA), em Campina Grande. Inicialmente foram seguidas as orientações da Resolução 05/2011 que rege a formação de licenciatura em psicologia no Brasil e que estabelece uma variedade de espaços onde é possível pleitear o ensino em Psicologia. O grupo de idosos foi tomado pelo seu contexto específico, consideradas as suas nuances e necessidades pessoais e sociais, com vistas a uma prática implicada na promoção da qualidade de vida dos mesmos, através do compartilhamento de saberes transversais. Foram realizados quatro encontros temáticos com a participação de 46 idosos que frequentam o Centro de Convivência. As atividades foram realizadas nas dependências da UAMA. A prática adotou a metodologia de seminários integralizadores, uma perspectiva pautada no ensino socializado, que se estrutura no diálogo crítico, na multiplicidade de saberes e de ações e na cooperação entre os diferentes atores envolvidos no ato de educar. A partir de uma construção conjunta, em sala com os participantes, foi possível estruturar quatro temas: Vida e subjetividade; Velhice e subjetividade; A importância da vida afetiva; Família e afetividade na contemporaneidade. Os idosos trouxeram exemplos variados do seu cotidiano, na tentativa de apreenderem a dinamicidade que envolve a subjetividade enquanto processo da vida humana. Enquanto falavam da sua percepção sobre a própria velhice, muitos dos idosos compartilharam as suas inquietações no que diz respeito aos imperativos da contemporaneidade que trazem cada vez mais a ideia do descartável, da fugacidade do tempo, da brevidade das coisas e da superavaliação do consumo. Em se tratando dessas inquietações, foi levantada a questão de que se eles precisariam ser como “camaleões”, no sentido de terem que se adaptar constantemente em relação às mudanças cada vez mais velozes e imperiosas vivenciadas no tempo presente. A temática da afetividade possibilitou muitas trocas entre os participantes, trocas afetivas e de aspectos da sua vida familiar, de como eles compreendem e buscam consolidar os laços afetivos entre os seus pares. Os encontros foram propícios ao compartilhamento de conteúdos tratados no campo da Psicologia e os idosos mostraram-se satisfeitos com a oportunidade de tratarem de questões do seu contexto de vida, assimilando-as às problemáticas vividas na contemporaneidade. Deve-se privilegiar o uso de metodologias participativas na prática educativa com idosos, uma alternativa de incluir de forma salutar os atores que já trazem consigo importantes conhecimentos e experiências acumulados ao longo da vida.

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