Artigo Anais II CINTEDI

ANAIS de Evento

ISSN: 2359-2915

CONTRIBUIÇÕES DO PSICÓLOGO EDUCACIONAL NA ESCOLARIZAÇÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS

Palavra-chaves: ESPECTRO AUTISTA, INCLUSÃO, EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação Oral (CO) GT-05 - EDUCAÇÃO INFANTIL E INCLUSÃO
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Publicado em 15 de novembro de 2016

Resumo

O espectro autista é classificado como um transtorno global do desenvolvimento que afeta o crescimento normal da criança, sendo caracterizado pelo desenvolvimento acentuadamente atípico na interação social e na comunicação, assim como pela presença de um repertório marcadamente restrito de atividades e interesses. Os comprometimentos desse transtorno já podem ser percebidos antes dos três anos de idade nas crianças, fase que coincide com a idade escolar. Entre as condutas estabelecidas para auxiliar pessoas autistas a se desenvolverem, a educação se converteu no principal tratamento para esse transtorno, por ser um modelo mais integrador, pragmático, natural e respeitoso com as capacidades do autista, além de estar centrada na comunicação, vendo esta como núcleo essencial do desenvolvimento, contudo, várias problemáticas estão inerentes nesse processo. Dentre essas dificuldades, pode-se evidenciar a efetivação da integração ao invés da inclusão no sistema educacional, assim como a falta de habilidade dos profissionais para trabalhar em equipe e com as famílias, além da intensa necessidade de buscar conhecimento sobre o transtorno e utilizar recursos que facilitem o processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, o presente artigo busca compreender essas dificuldades pertinentes à escolarização das crianças autistas no ensino regular e analisar as possibilidades de contribuições do psicólogo educacional nesse âmbito. Para tanto, foi realizada uma revisão bibliográfica nas principais bases de dados que indexam periódicos sobre o tema, que nos forneceu lastro teórico para basear nossas reflexões, apoiando-nos em Bosa (2006), Camargo (2009), Dabelle dos Santos (2005), Gonçalvez (2009), Klin (2006), Mello (2003), Neto (2015), Reviére (2004) e Souza (2004), que nos possibilitaram identificar que é imprescindível que a educação formal esteja inserida na vida da criança autista, por ser uma ação terapêutica eficaz, como também foi perceptível que cabe ao psicólogo atuar com todas as metodologias de intervenção que estiverem a sua disposição. Deste modo, há a necessidade da multiplicação de profissionais no processo de escolarização que sejam sensíveis as observações e aos relatos dos familiares das crianças envolvidas no processo.

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