Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

A TRANSIÇÃO DA HETERONOMIA PARA A AUTONOMIA NA PRÁTICA

Palavra-chaves: AUTONOMIA, COOPERAÇÃO, DIÁLOGO COLETIVO, HETERONOMIA, AUTONOMIA, COOPERAÇÃO, DIÁLOGO COLETIVO, HETERONOMIA, , , , Relato de Experiência Eixo Temático 04: Processos de ensino e aprendizagem.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

O relato de experiência, realizado por meio das práticas de Estágio Curricular Supervisionado I, na área de Ciências da natureza, de uma acadêmica de licenciatura, em uma turma do 9º ano. Tal relato busca analisar a transição do desenvolvimento moral, da heteronomia para a autonomia, sob a ótica do estágio supervisionado, sendo a heteronomia marcada pelo respeito unilateral e obediência a regras por temor ou afeto, enquanto a autonomia é descrita como uma conquista relacional baseada na cooperação, reciprocidade e respeito mútuo. Na prática observada a autonomia se manifesta de forma ambivalente. Por um lado, há indícios de um ambiente cooperativo, onde os alunos possuem uma relação de amizade e confiança com o professor, permitindo interações informais. Por outro lado, persistem traços de heteronomia, evidenciados pela baixa participação voluntária e pela necessidade de advertências do docente para manter o cumprimento de tarefas. Além disso, a disposição física em fileiras acentua o distanciamento social, dificultando o diálogo coletivo. Conclui-se que a promoção da autonomia discente é um desafio contínuo que exige a superação de relações de coação em favor da cooperação e do diálogo, transformando a sala de aula em um espaço de formação democrática. Nesse contexto, percebe-se que a promoção da autonomia exige do educador a valorização da dimensão pessoal dos alunos, transformando a sala de aula em um espaço de formação crítica e democrática. À luz das contribuições de Piaget e Durkheim, compreende-se que o desenvolvimento moral ocorre a partir de dois tipos de relações sociais: as relações de coação, que reforçam a heteronomia ao impor regras de forma unilateral, e as relações de cooperação, que favorecem a autonomia ao promover o diálogo, o respeito mútuo e a construção coletiva de normas. Nesse sentido, a passagem da coação à cooperação representa um desafio central para a prática docente.

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