Artigo Anais IV ENID / UEPB

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-7379

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ARITMÉTICA MENTAL – APRENDENDO ATRAVÉS DE OFICINAS

Palavra-chaves: DOCÊNCIA, OFICINAS, PIBID Pôster (PO) Práticas de Gestão Pedagógica no âmbito do PIBID Publicado em 22 de novembro de 2014

Resumo

O presente trabalho tem o intuito de relatar a experiência dos bolsistas do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), Caio Maciel Lima de Almeida e Ludimila Soares Silva, no subprojeto de Matemática Montes Claros, realizado na Escola Municipal Afonso Salgado. As atividades relatadas foram realizadas em turma do 9ºano do Ensino Fundamental, entre os anos de 2013 e 2014, em conjunto com a professora regente da turma. A tabuada é um dos maiores empecilhos ao avanço em matemática pelas crianças, fazendo com que eles deixem de gostar da disciplina. Ao observar alunos do 9º ano nota-se como eles aprendem a trabalhar com lógica os conteúdos de adição, subtração, multiplicação e tem compreensão dos mesmos. Desta forma, possibilita benefícios significativos para a aprendizagem da matemática, entre eles o desenvolvimento do raciocínio lógico, um novo olhar do aluno em relação à matemática e a melhoria do cálculo mental. Isto foi comprovado em oficinas realizadas com 20 alunos do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Afonso Salgado (Montes Claros - MG). No intuito de aplicar uma metodologia de ensino que permitisse aos alunos construir um método de aprendizagem que não necessitasse decorar e sim compreender como ocorre o processo da tabuada, disponibilizamos as oficinas: Bingo Tabuada, Baralho Aritmético, Cruzadinha da Multiplicação e Oficina Dominó Matemático. Com o objetivo de incentivar os alunos a realizar multiplicações, através de uma atividade lúdica e diferenciada;estimular os alunos a efetuar, e facilitar a compreensão das multiplicações usando calculo mental e raciocínio rápido: O trabalho que o PIBID realiza é muito importante e traz uma nova maneira de demonstrar aos alunos caminhos a percorrer no processo de aprendizado. Percebi que as atividades proporcionaram aos alunos uma “maior/melhor” visualização e entendimento das operações básicas da matemática, em destaque a multiplicação. Acredito que durante as oficinas, quando levamos recursos didáticos diferenciados, os alunos não só demonstravam uma compreensão dos conteúdos matemáticos envolvidos nos encontros, como também corroboravam com o andamento das atividades; os estudantes ficavam entusiasmados e mais empolgados quando eles conseguiam interagir com os materiais, criando ligações entre os conteúdos.

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