Estudos na área da linguagem, iniciados em 1970 no Brasil, marcam estudos baseados em diferentes correntes teóricas que adotam a produção textual sob uma relação de proximidade com a subjetividade de cada sujeito. Na tarefa de criação de todo e qualquer texto, seja ele escrito, oral ou multimodal percebemos que esta criação envolve, profundamente, um trabalho com a linguagem. Esta construção se efetiva essencialmente na materialização de um trabalho analítico e reflexivo que envolverá múltiplos vieses do texto. Desta forma, sendo notório que este pensamento teórico e investigativo, aqui preconizado, se efetiva muito bem no seio da sociedade e no campo da pesquisa da ciência da linguagem. Objetivamos desenvolver uma discussão sobre a produção textual no âmbito escolar, dando ênfase a escrita e ao ensino de português como condução do processo de ensino-aprendizagem de forma que os alunos tenham prazer nesta etapa de aprendizagem. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica com tratamento qualitativo. Trazendo reflexões de autores como Antunes (2003), Marcuschi (2008), Simões (2006) entre outros teóricos que contribuem com as reflexões que neste trabalho são desenvolvidas. As discussões apontam inadequações temáticas, escrita para julgamento e falta de hábito de leitura como problema no processo. Os resultados apontam que a condução metodológica eficiente muda a realidade e produz novos substratos acerca da atividade de escrita nas aulas de português.