Artigo Anais do XV ENANPEGE

ANAIS de Evento

ISSN: 2175-8875

PARTICIPAÇÃO POPULAR NOS PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE LONDRINA: REALIDADE OU DISCURSO SEM PRÁTICA?

Palavra-chaves: , , , , Resumo Expandido GT 12: DINÂMICAS TERRITORIAIS EM CIDADES PEQUENAS E MÉDIAS: MOBILIDADES, URBANIDADES, RURALIDADES E DESIGUALDADES SOCIOESPACIAIS
"2023-12-12 08:24:54" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1843 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 94363
    "edicao_id" => 317
    "trabalho_id" => 1268
    "inscrito_id" => 2082
    "titulo" => "PARTICIPAÇÃO POPULAR NOS PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE LONDRINA: REALIDADE OU DISCURSO SEM PRÁTICA?"
    "resumo" => "O plano diretor aparece na Constituição Federal de 1988 como instrumento básico da política urbana. O conceito, no entanto, está ligado ao planejamento urbano desde 1930, e se difundiu de modo tecnicista, respaldando as estratégias das classes dominantes para produção e ocupação do espaço. Os planos acabaram se tornando uma atividade fechada em si própria, como aconteceu em Londrina-PR, cuja primeira lei é de 1968 e, no decorrer do tempo, não saiu do papel. A possibilidade de mudança desta realidade surgiu com mobilizações populares nas décadas de 70 e 80, culminando na conquista do Estatuto da Cidade, uma lei que, dentre vários avanços, reconheceu a necessidade de participação social como premissa para a democracia. Assim, diante das exigências incorporadas ao planejamento urbano, já no século XXI, buscou-se verificar o envolvimento da população nas revisões dos planos diretores em Londrina, considerando os processos de 2008 e 2022. O objetivo é investigar como se caracteriza a participação nas etapas iniciais de cada revisão, a partir de documentos que descrevem todos os trabalhos realizados, disponíveis em site do Município. Para tanto, foi utilizada uma metodologia de abordagem qualitativa e análise crítica das informações. Os resultados indicam que, apesar do Poder Público defender e incentivar a presença da população nas discussões acerca da cidade, a participação é mínima na realidade londrinense, o que pode estar relacionado ao “analfabetismo urbanístico” identificado pela urbanista Ermínia Maricato."
    "modalidade" => "Resumo Expandido"
    "area_tematica" => "GT 12: DINÂMICAS TERRITORIAIS EM CIDADES PEQUENAS E MÉDIAS: MOBILIDADES, URBANIDADES, RURALIDADES E DESIGUALDADES SOCIOESPACIAIS"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV187_MD6_ID2082_TB1268_27112023222732.pdf"
    "created_at" => "2023-12-13 15:26:30"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ISABELA GUILHERME DA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "ISABELA"
    "autor_email" => "isabelag.silva@uel.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA (UEL)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-xv-enanpege"
    "edicao_nome" => "Anais do XV ENANPEGE"
    "edicao_evento" => "ENCONTRO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA"
    "edicao_ano" => 2023
    "edicao_pasta" => "anais/enanpege/2023"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "657b13a0c25c6_14122023113928.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2023-12-12 08:24:54"
    "publicacao_id" => 79
    "publicacao_nome" => "Revista ENANPEGE"
    "publicacao_codigo" => "2175-8875"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 94363
    "edicao_id" => 317
    "trabalho_id" => 1268
    "inscrito_id" => 2082
    "titulo" => "PARTICIPAÇÃO POPULAR NOS PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE LONDRINA: REALIDADE OU DISCURSO SEM PRÁTICA?"
    "resumo" => "O plano diretor aparece na Constituição Federal de 1988 como instrumento básico da política urbana. O conceito, no entanto, está ligado ao planejamento urbano desde 1930, e se difundiu de modo tecnicista, respaldando as estratégias das classes dominantes para produção e ocupação do espaço. Os planos acabaram se tornando uma atividade fechada em si própria, como aconteceu em Londrina-PR, cuja primeira lei é de 1968 e, no decorrer do tempo, não saiu do papel. A possibilidade de mudança desta realidade surgiu com mobilizações populares nas décadas de 70 e 80, culminando na conquista do Estatuto da Cidade, uma lei que, dentre vários avanços, reconheceu a necessidade de participação social como premissa para a democracia. Assim, diante das exigências incorporadas ao planejamento urbano, já no século XXI, buscou-se verificar o envolvimento da população nas revisões dos planos diretores em Londrina, considerando os processos de 2008 e 2022. O objetivo é investigar como se caracteriza a participação nas etapas iniciais de cada revisão, a partir de documentos que descrevem todos os trabalhos realizados, disponíveis em site do Município. Para tanto, foi utilizada uma metodologia de abordagem qualitativa e análise crítica das informações. Os resultados indicam que, apesar do Poder Público defender e incentivar a presença da população nas discussões acerca da cidade, a participação é mínima na realidade londrinense, o que pode estar relacionado ao “analfabetismo urbanístico” identificado pela urbanista Ermínia Maricato."
    "modalidade" => "Resumo Expandido"
    "area_tematica" => "GT 12: DINÂMICAS TERRITORIAIS EM CIDADES PEQUENAS E MÉDIAS: MOBILIDADES, URBANIDADES, RURALIDADES E DESIGUALDADES SOCIOESPACIAIS"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV187_MD6_ID2082_TB1268_27112023222732.pdf"
    "created_at" => "2023-12-13 15:26:30"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ISABELA GUILHERME DA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "ISABELA"
    "autor_email" => "isabelag.silva@uel.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA (UEL)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-xv-enanpege"
    "edicao_nome" => "Anais do XV ENANPEGE"
    "edicao_evento" => "ENCONTRO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA"
    "edicao_ano" => 2023
    "edicao_pasta" => "anais/enanpege/2023"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "657b13a0c25c6_14122023113928.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2023-12-12 08:24:54"
    "publicacao_id" => 79
    "publicacao_nome" => "Revista ENANPEGE"
    "publicacao_codigo" => "2175-8875"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 12 de dezembro de 2023

Resumo

O plano diretor aparece na Constituição Federal de 1988 como instrumento básico da política urbana. O conceito, no entanto, está ligado ao planejamento urbano desde 1930, e se difundiu de modo tecnicista, respaldando as estratégias das classes dominantes para produção e ocupação do espaço. Os planos acabaram se tornando uma atividade fechada em si própria, como aconteceu em Londrina-PR, cuja primeira lei é de 1968 e, no decorrer do tempo, não saiu do papel. A possibilidade de mudança desta realidade surgiu com mobilizações populares nas décadas de 70 e 80, culminando na conquista do Estatuto da Cidade, uma lei que, dentre vários avanços, reconheceu a necessidade de participação social como premissa para a democracia. Assim, diante das exigências incorporadas ao planejamento urbano, já no século XXI, buscou-se verificar o envolvimento da população nas revisões dos planos diretores em Londrina, considerando os processos de 2008 e 2022. O objetivo é investigar como se caracteriza a participação nas etapas iniciais de cada revisão, a partir de documentos que descrevem todos os trabalhos realizados, disponíveis em site do Município. Para tanto, foi utilizada uma metodologia de abordagem qualitativa e análise crítica das informações. Os resultados indicam que, apesar do Poder Público defender e incentivar a presença da população nas discussões acerca da cidade, a participação é mínima na realidade londrinense, o que pode estar relacionado ao “analfabetismo urbanístico” identificado pela urbanista Ermínia Maricato.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.