Artigo Anais VII CONEDU - Edição Online

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

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“COMO SE EU NÃO FOSSE UMA PROFESSORA”: O CORPO TRAVESTI E SEUS ENSINAMENTOS, UMA ANÁLISE DO DOCUMENTÁRIO MEGG

Palavra-chaves: PROFESSORA, TRAVESTI, TRANGRESSÃO, TRANSFORMAÇÃO, Comunicação Oral (CO) GT 07 - Gênero, Sexualidade e Educação

Resumo

O BRASIL É O PAÍS QUE MAIS MATA PESSOAS TRAVESTIS E TRANSEXUAIS, ALÉM DE QUE APENAS 4% DELAS ESTÃO EM TRABALHOS FORMAIS. EM MEIO A ESSA PEQUENA PORCENTAGEM, ENCONTRA-SE MULHERES TRANS QUE, SUPERANDO AS EXCLUSÕES E PRECONCEITOS PRODUZIDOS E REPRODUZIDOS NO ÂMBITO ESCOLAR, CONSEGUEM ACESSAR O ENSINO SUPERIOR E TORNAR-SE PROFESSORAS. DIANTE DESSA PROBLEMÁTICA, BUSCOU-SE COMPREENDER COMO OCORRE A EXISTÊNCIA DE PROFESSORAS TRAVESTIS NAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS, ANALISANDO COMO LIDAM COM A NORMA VIGENTE E QUAIS NEGOCIAÇÕES REALIZAM PARA SEREM CORPOS POSSÍVEIS DE ESTAR NESSE LUGAR. PARA ISSO, TOMOU-SE COMO FONTE DE PESQUISA O FILME DOCUMENTÁRIO “MEGG – A MARGEM QUE MIGRA PARA O CENTRO”, DE 2018. ESSA PRODUÇÃO RELATA A TRAJETÓRIA DE UMA MULHER TRAVESTI E NEGRA E SUAS VIVÊNCIAS ACADÊMICAS. A ABORDAGEM DE PESQUISA UTILIZADA FOI A QUALITATIVA, TRATANDO AS FALAS DO FILME POR MEIO DA ANÁLISE DE CONTEÚDO. O QUE INDICOU QUE A DOCÊNCIA TRAVESTI TRANSGRIDE ÀS NORMAS AO MESMO TEMPO QUE TRANSFORMA O ESPAÇO EDUCACIONAL, E QUE SUA PERMANÊNCIA NO MEIO ACADÊMICO OCORRE A PARTIR DE EMBATES COTIDIANOS.

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