Artigo Anais ABRALIC Internacional

ANAIS de Evento

ISSN: 2317-157X

CULTURA E POLÍTICA NOS “JARDINS DAS LETRAS”

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Publicado em 12 de julho de 2013

Resumo

Os Cursos de Letras no Brasil vêm passando por mudanças significativas desde os anos 70 e 80, em tempos de democratização pela arte e cultura (SANTIAGO, 1998). O cultural e o político não estão dissociados do “jardim das letras”, pois não se trata mais de opor linguagem e sociedade, crítica literária e crítica cultural. As mudanças curriculares também vêm atribuindo ao curso um caráter político e científico, através do ensino, pesquisa e extensão, TCC e atividades acadêmicas curriculares. Contudo, diante das transformações sociais, descaso com o cultural na escola, abandono das bibliotecas escolares, resultados alarmantes apresentados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB, bem como as novas demandas culturais que surgem no campo da cultura, devido às políticas culturais emergentes (Plano Nacional de Cultura –PNC; Secretaria Nacional de Cultura – SNC e PEC 150, que prevê orçamento para a cultura), talvez seja preciso buscar novos caminhos e perspectivas para a formação cultural e política dos estudantes licenciados em Letras. Dado exposto, esse artigo buscou investigar o discurso político das Diretrizes Curriculares acerca do perfil profissional de Letras, cotejando com o que dizem os pesquisadores acerca do campo de atuação desses profissionais. Observou-se que os cursos de Letras ainda podem avançar mais em suas atribuições se houver uma formação cultural política que lhe dê instrumentos para “profanar” (AGAMBEN, 2007) e criar estratégias para uma atuação mais efetivas desses profissionais não só no ensino da cultura da linguagem, mais também no campo cultural.

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