Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

O ENSINO DE LIBRAS COMO PRIMEIRA LÍNGUA POR DOCENTES EM FORMAÇÃO: ESTUDO/ RELATO DE CASO

Palavra-chaves: ENSINO DE LIBRAS, PROFESSORES EM FORMAÇÃO, PRIMEIRA LÍNGUA, SURDOS Comunicação Oral (CO) GT 15 – Ensino de línguas
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Publicado em 19 de dezembro de 2017

Resumo

Ao pensarmos na relação intrínseca entre SUJEITO e LÍNGUA percebemos o quão inconcebível é pensar em uma dissociação, sendo pois, a língua o nosso maior bem social, dessa maneira, como pensar na educação linguística dos sujeitos surdos, visto que, conforma a Lei 10.436 a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é a segunda língua do Brasil, contudo, não se faz presente no currículo da educação, de forma que a educação de surdos é marginalizada. O presente trabalho objetiva tratar sobre a experiência de ensino da LIBRAS enquanto primeira língua para surdos, na disciplina de Estágio Supervisionado em LIBRAS como L1 II, por docentes em formação do curso de Licenciatura em Letras com habilitação em LIBRAS, na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) campus Caraúbas/RN. Utilizamos como base teórica Quadros (2006), Quadros e Karnopp (2006), Dorziat (2009), Brown (1994) e Esteve (1997). O estágio foi desenvolvido em uma metodologia de curso, tendo em vista a falta de ambientes que oportunizem o ensino da LIBRAS em seus currículos na base comum das escolas regulares, salvo raras exceções. Assim, o mesmo se concretizou com uma carga horária de 60h, iniciando no mês de julho a setembro de 2017 realizado em uma das escolas da cidade de Caraúbas, Rio Grande do Norte. Para sistematizar as aulas e os conteúdos que foram abordados, dividimos o curso em três unidades: 1 - Sinalização básica em LIBRAS; 2 - Escrita da Língua Portuguesa; e 3 - Literatura Surda. A experiência adquirida no decorrer das aulas foi de suma importância para nossa formação enquanto futuros profissionais da educação, sobretudo, dos sujeitos surdos, pois, através das práticas de ensino e do contato direto com o aluno surdo, pudemos perceber e aprender sobre as peculiaridades do ato de ensino, unir as teorias por nós estudadas à realidade de cada dia na sala de aula e, para além da visão do professor, criamos oportunidade para aqueles alunos que sempre estiveram à margem do ensino, a conhecer a sua língua e cultura enquanto sujeito pertencente à comunidade surda.

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