Artigo Anais IV SINALGE

ANAIS de Evento

ISSN: 2527-0028

A REPRESENTAÇÃO DISCURSIVA DA MULHER EM CAPAS DA REVISTA VEJA

Palavra-chaves: REVISTA VEJA, MULHER, ESTEREÓTIPOS Comunicação Oral (CO) GT06-AS PRÁTICAS DISCURSIVAS DO COTIDIANO: ENTRE O PODER E A RESISTÊNCIA
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Publicado em 27 de abril de 2017

Resumo

RESUMO: A presente pesquisa, norteada pela questão-problema: como se dá a apresentação da figura feminina em capas da Revista Veja? Tem como objetivo geral refletir sobre os discursos que marcam a representação da mulher na capa da Revista Veja e como objetivos específicos identificar os estereótipos femininos na referida mídia e verificar como os internautas leem essa representação da mulher na Veja. A Revista Veja se configura como um produto etilizado, que por meios de palavras e de imagens, não só produz e divulga informações como constrói e transmite seu discurso ideológico, exercendo grande influência sobre o público leitor. Como o próprio nome indica, a “Veja” mostra o que julga importante as pessoas saberem, de uma maneira particular, não transparente. Ao comprar uma revista, a informação que o leitor tem do fato é aquela fornecida pelo jornalista. Nesse sentido, se o leitor não estiver atento, pode interpretar um fato, por exemplo, a partir da maneira pela qual ele é mostrado pela revista. As palavras e as imagens apresentadas podem ou não coincidir com a realidade, podem ou não estar manipuladas. Nesse sentido, pode-se considerar a capa de revista como um gênero discursivo? Entendemos que sim. As capas de revista se constituem como um gênero do discurso, ou seja, são textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Assim, com base nos pressupostos da Análise do Discurso (AD), este estudo toma como corpus três capas da RevistaVeja disponíveis na internet.

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