Artigo Anais IV SINALGE

ANAIS de Evento

ISSN: 2527-0028

Visualizações: 285
A ESCOLA E OS LUGARES DA CULTURA AFROBRASILEIRA

Palavra-chaves: EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL, EDUCAÇÃO BÁSICA, CULTURA AFROBRASILEIRA, DIVERSIDADE Comunicação Oral (CO) GT01-FORMAÇÃO DOCENTE E CONTEMPORANEIDADE Publicado em 27 de abril de 2017

Resumo

Este artigo discute sobre a cultura afrobrasileira na escola na perspectiva de uma educação para a diversidade na perspectiva da inclusão social. Nele objetivamos compreender como o ensino da história e cultura afrobrasileira são vistos na escola e a importância desta discussão no contexto escolar. A discussão em torno da temática afro-brasileira se torna emergente na sociedade brasileira, sobretudo no contexto da educação, em que discutir sobre a cultura afrobrasileira torna-se uma necessidade primaz em face de sua invisibilidade, ainda persistente no contexto da educação básica. Partimos de uma pesquisa bibliográfica e documental cujas reflexões buscam vislumbrar qual o lugar da escola no contexto da cultura afro-brasileira, diante do cenário emergente no qual estamos inseridos atualmente. Nos ancoramos teoricamente nos estudos de Foster (2004), Romão (2002) e Silva Júnior (2005), procurando entender de que maneira a lei 10.639/2003, 14 anos após sua implementação pode ser vislumbrada na escola destacando o significado desta política pública, na discussão da temática no cotidiano escolar. Buscamos ao longo do texto discutir as contribuições e as perspectivas que se tem ainda com relação à lei em voga. O estudo busca acentuar um debate tendo como pano de fundo os saberes docentes a partir das tessituras da lei 10.639/03, discutidos em artigos e documentos de referência. Mediante tal aspecto, trazer para o contexto da escola a discussão em torno da cultura e identidade afro-brasileiras possibilita notabilizar suas expressões culturais, suas práticas cotidianas e o acervo de produções e artefatos, modos de ver e entender o mundo na qual estão inseridas, suas religiosidades, mas também, notificar suas resistências e as marcas desta resistência em diferentes temporalidades e espacialidades históricas, socialmente constituídas.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.