Artigo Anais I CNEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-1908

O USO DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL EM MEMBRO INFERIOR PARÉTICO: RELATO DE CASO.

Palavra-chaves: ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL(AVC), ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL(FES), INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL, EQUILÍBRIO, EQUILÍBRIO Pôster (PO) / Poster Submission AT-4: FISIOTERAPIA GERONTOLÓGICA
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      Introdução: O acidente vascular cerebral(AVC) é um grave problema de saúde global. É a segunda causa mais comum de mortalidade e uma das principais causas de grave incapacidade a longo prazo em adultos. (C. WARLOW, et al,2003). Maulden e colaboradores, 2005, têm mostrado que a reabilitação precoce pós-AVC está fortemente associada com uma melhora dos resultados funcionais, especialmente para aqueles com AVC de moderado a grave.A estimulação elétrica funcional(FES) foi o primeiro recurso a ser introduzido há mais de cinquenta anos para ajudar pacientes pós AVC com hemiplegia de membro inferior e que foi efetivo na dorsiflexão de tornozelo em pacientes na fase crônica. (Liberson, et al.,1961). \r\n
      \r\n
      Objetivo: Investigar se o uso da estimulação elétrica funcional(FES) após acidente vascular cerebral promove efeitos sob a independência funcional, equilíbrio e comprometimento sensório-motor.\r\n
      \r\n
      Metodologia: A pesquisa foi realizada na Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi-FACISA da Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN.Foi avaliado um indivíduo do sexo masculino com 64 anos de idade com diagnóstico de AVC isquêmico no hemisfério esquerdo, tendo a hemiparesia ao lado direito.  Apresentando tempo de lesão de 4 meses e 15 dias. Neste estudo, foram utilizadas as seguintes escalas: Escala de Equilíbrio de Berg(EEB), Escala de Avaliação de Fulg-Meyer(FMA), Escala da medida de independência funcional(MIF). Além da eletromiografia de superfície do músculo tibial anterior. O protocolo da estimulação elétrica funcional(FES) foi dada da seguinte forma: largura de pulso= 200us, frequência de 30 Hz, tempo de subida=5s, tempo de contração= 10s, tempo de descida=5s, tempo de repouso=10s e intensidade máxima tolerável pelo paciente com o paciente sentado. Os eletrodos foram colocados no ponto motor do músculo tibial anterior e no nervo fibular situado dois dedos abaixo da cabeça da fíbula. A estimulação deveria provocar a dorsiflexão do tornozelo do membro inferior afetado. Foi realizado 15 sessões de Estimulação Elétrica Funcional(FES), duas vezes na semana. A avaliação com as escalas de EEB, Fulg-meyer, MIF e eletromiografia de superfície do músculo tibial anterior foram feitas antes e após o protocolo da FES.\r\n
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      Resultados: A MIF motora foi 11 pontos a mais que o valor inicial (65% do valor inicial), na MIF Cognitiva foram 2 pontos (20% a mais), na MIF Total foi superior ao pré-tratamento em 13 pontos (30% a mais), na EEB, a pontuação obtida foi 27 (115% a mais), mais que o dobro do valor inicial, e na Fugl Meyer(FMA) de membros inferiores(MMII) o valor pós-tratamento foi 6, o dobro do valor inicial, ou seja, um ganho de 100% em cima do valor pré-tratamento. Na eletromiografia de superfície houve aumento mais significativo entre os dados pré e pós-tratamento ocorreu na CVM, onde houve um aumento de aproximadamente 258%, indicando que houve melhora no recrutamento e, consequentemente, aumento da força. Já o leve aumento dos dados do membro contralateral é indicativo que houve melhora no aprendizado motor dos movimentos durante as avaliações.\r\n
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      Conclusão: Houve melhora na independência funcional e equilíbrio, mas não no comprometimento sensório-motor avaliado pela Fulg-Meyer. Os resultados foram comprovados pelo aumento da RMS (root-mean-square) dada pela Eletromiografia.
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Publicado em 22 de novembro de 2016

Resumo

Introdução: O acidente vascular cerebral(AVC) é um grave problema de saúde global. É a segunda causa mais comum de mortalidade e uma das principais causas de grave incapacidade a longo prazo em adultos. (C. WARLOW, et al,2003). Maulden e colaboradores, 2005, têm mostrado que a reabilitação precoce pós-AVC está fortemente associada com uma melhora dos resultados funcionais, especialmente para aqueles com AVC de moderado a grave.A estimulação elétrica funcional(FES) foi o primeiro recurso a ser introduzido há mais de cinquenta anos para ajudar pacientes pós AVC com hemiplegia de membro inferior e que foi efetivo na dorsiflexão de tornozelo em pacientes na fase crônica. (Liberson, et al.,1961). Objetivo: Investigar se o uso da estimulação elétrica funcional(FES) após acidente vascular cerebral promove efeitos sob a independência funcional, equilíbrio e comprometimento sensório-motor. Metodologia: A pesquisa foi realizada na Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi-FACISA da Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN.Foi avaliado um indivíduo do sexo masculino com 64 anos de idade com diagnóstico de AVC isquêmico no hemisfério esquerdo, tendo a hemiparesia ao lado direito. Apresentando tempo de lesão de 4 meses e 15 dias. Neste estudo, foram utilizadas as seguintes escalas: Escala de Equilíbrio de Berg(EEB), Escala de Avaliação de Fulg-Meyer(FMA), Escala da medida de independência funcional(MIF). Além da eletromiografia de superfície do músculo tibial anterior. O protocolo da estimulação elétrica funcional(FES) foi dada da seguinte forma: largura de pulso= 200us, frequência de 30 Hz, tempo de subida=5s, tempo de contração= 10s, tempo de descida=5s, tempo de repouso=10s e intensidade máxima tolerável pelo paciente com o paciente sentado. Os eletrodos foram colocados no ponto motor do músculo tibial anterior e no nervo fibular situado dois dedos abaixo da cabeça da fíbula. A estimulação deveria provocar a dorsiflexão do tornozelo do membro inferior afetado. Foi realizado 15 sessões de Estimulação Elétrica Funcional(FES), duas vezes na semana. A avaliação com as escalas de EEB, Fulg-meyer, MIF e eletromiografia de superfície do músculo tibial anterior foram feitas antes e após o protocolo da FES. Resultados: A MIF motora foi 11 pontos a mais que o valor inicial (65% do valor inicial), na MIF Cognitiva foram 2 pontos (20% a mais), na MIF Total foi superior ao pré-tratamento em 13 pontos (30% a mais), na EEB, a pontuação obtida foi 27 (115% a mais), mais que o dobro do valor inicial, e na Fugl Meyer(FMA) de membros inferiores(MMII) o valor pós-tratamento foi 6, o dobro do valor inicial, ou seja, um ganho de 100% em cima do valor pré-tratamento. Na eletromiografia de superfície houve aumento mais significativo entre os dados pré e pós-tratamento ocorreu na CVM, onde houve um aumento de aproximadamente 258%, indicando que houve melhora no recrutamento e, consequentemente, aumento da força. Já o leve aumento dos dados do membro contralateral é indicativo que houve melhora no aprendizado motor dos movimentos durante as avaliações. Conclusão: Houve melhora na independência funcional e equilíbrio, mas não no comprometimento sensório-motor avaliado pela Fulg-Meyer. Os resultados foram comprovados pelo aumento da RMS (root-mean-square) dada pela Eletromiografia.

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