O artigo mostra a importância do brincar para o desenvolvimento cognitivo de crianças portadoras da síndrome de down. Para a realização deste artigo, foi feito um estudo bibliográfico baseado em GARDNEI apud FERREIRA; MISSE; BONADIO, (2004), PIAGET (1990), KISHIMOTO (2002), o RCNEI (1998) e a Declaração de Salamanca, bem como a observação na sala de aula de uma escola privada da cidade de Campina Grande, onde estão inseridas crianças portadoras de necessidades especiais. A inclusão é um termo no qual muito tem se falado nos dias atuais, porém às vezes vem sendo pouco praticado dentro do seu contexto escolar. Presenciamos realidades que por vezes estão bem distantes do que fala o que foi tratado pela UNESCO no ano de 1994 na declaração de Salamanca. De acordo com Vygotsky (1988), desde o início do desenvolvimento da criança, suas atividades adquirem um significado próprio dentro do contexto social em que vive, seja ele na sua casa, junto aos seus familiares ou até mesmo no seu contexto escolar. Ele também afirma que ao brincar, a criança assume papéis e aceita as regras próprias da brincadeira, executando, imaginariamente, tarefas para as quais ainda não está apta ou não sente como agradáveis na realidade. Realidade esta que independe de que contexto ela esteja inserida, aqui priorizaremos o contexto escolar. As crianças portadoras da síndrome de down cada vez mais estão inseridas dentro deste contexto, e em especial na educação infantil. Aqui será relatada a importância das atividades lúdicas como favorecedora no processo de aprendizagem cognitiva destas crianças.