Artigo Anais ABRALIC

ANAIS de Evento

ISSN: 2317-157X

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PRA QUEM NÃO TEM PAPEL, MUROS TORNAM-SE LIVROS – LITERATURA MARGINAL NOS MUROS COMO MEIO DE EXPRESSÃO

Publicado em 20 de dezembro de 2012

Resumo

Muitos artistas de rua, e também da periferia, utilizam muros e paredes para ‘desenhar’ textos que caracterizam seus cotidianos. McLuhan diz que “o meio é a mensagem” e trata “o meio como extensão do homem”. Num contexto diferente dos ‘escritores marginais’ da década de 70, na definição de Ferrez, escritor paulistano, ao escrever para a Revista Caros Amigos, em 2001, define os novos Escritores Marginais como pessoas da periferia que, há muito, não tinham espaço para publicar seus textos, suas artes e que, mesmo assim, escreve sobre o cotidiano da sua comunidade – geralmente, com linguagem extremamente coloquial. Para realizar este trabalho, buscou-se observar como um muro pode se tornar um ‘livro’, oferecendo espaço para voz de um povo (identidade) e como essa ‘meio’ (muro), há muito vem servindo de suporte para grafiteiros e antes, pessoas que reivindicam, ou artistas que expõem suas artes, seja ou não da escrita.

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