Artigo Anais IV ENID / UEPB

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-7379

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A ÁFRICA ESTÁ EM NÓS! TESSITURAS E REFLEXÕES DOS DISCENTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM JURIPIRANGA-PB

Palavra-chaves: AFRICA, SEGREGAÇÃO, PRECONCEITO Pôster (PO) Ensino de História e formação docente

Resumo

As questões atinentes a África e suas interfaces tomaram corpo nas ultimas décadas por ocasião da instituição do marco legal, tecido a partir da sanção da Lei nº 10.639/03, oportunizando assim um trabalho mais sistematizado dentro da escola, coadunando com uma melhor reflexão acerca de tais questões, desse modo coube as escolas de educação básica imbuir em seus currículos essa abordagem desde as series iniciais. Partindo dessa premissa, os alunos do 5º Ano da E.M.E.I.E.F. Vereador José Grimaudo Tavares em Juripiranga-PB, mergulharam numa ampla reflexão acerca das questões ligadas a África. Tendo como objetivo geral, refletir e conhecer os principais aspectos que circundam esses povos e sua relação com o nosso país. Sendo nossos objetivos específicos os seguintes: Possibilitar o conhecimento do modo de vida desses povos, destacar os principais marcos legais que favoreceram a abolição da escravatura e caracterizar o cenário atual do negro no Brasil. Para alcançar os objetivos que propomos, lançamos mãos do seguinte subtrato metodológico: Num primeiro momento trabalhamos um recorte mais conceitual, para que todos pudessem compreender o cenário a ser trabalhado, isso através de conversas, explanações, intervenções, escritos, e gravuras, em seguida realizamos uma oficina de mascaras africanas, condensando assim o recorte dado pela lei trabalhada, que possibilita esse trabalho nas disciplinas de história, língua portuguesa e arte. Além desses importantes caminhos metodológicos, também fizemos visita a exposições de Cultura Afro, que condensa um importante legado desse substrato social que oportunamente estudamos. Desta feita conseguimos aglutinar um trabalho que favorecia desenvolvimento de atividades e habilidades, arraigadas nas três disciplinas. Ao finalizar percebemos avanços significativos na concepção dos discentes acerca do negro e sua trajetória, além de uma maturidade nas relações interpessoais, quando esta é ligada diretamente a esses povos, diminuindo assim a segregação e intolerância, aspectos que não condiz com a contemporaneidade que estamos vivendo atualmente. Deste modo, o trabalho tomou corpo como algo singular para os discentes.

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