Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

VOZES, CREDIBILIDADE E PODER: FILOSOFIA SOCIAL NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DIANTE DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

A ação de extensão “Revolução Epistêmica: Gênero e Justiças Possíveis”, vinculada ao Projeto Filosofando em Linguagens Múltiplas, configurou-se como experiência de filosofia social voltada à formação do juízo crítico frente à violência de gênero entendida como injustiça testemunhal, a partir de Miranda Fricker. Tomou-se como ponto de partida o problema do silenciamento: de que modo estruturas sociais, institucionais e epistêmicas produzem descrédito recorrente das vozes de mulheres, afetando seu reconhecimento como sujeitas de conhecimento e de direito. A ação estruturou-se em duas etapas articuladas. Primeiramente, os/as participantes do Grupo de Estudos — licenciandos/as da UEFS e estudantes de outros cursos — realizaram leitura orientada do livro Injustiça Epistêmica, examinando as categorias de injustiça testemunhal e hermenêutica. Posteriormente, ocorreram Círculos de Diálogo com convidadas/os e agentes sociais, incluindo oficina conduzida por especialista em educação antirracista e promoção da igualdade de gênero, aprofundando relações entre saber, poder e desigualdades estruturais. Estava previsto diálogo com pesquisadora acerca da implementação da Lei Maria da Penha, centrado na percepção de mulheres em situação de violência. Por intercorrência, sua participação síncrona não se concretizou; entretanto, a sistematização de sua pesquisa foi incorporada como material formativo, analisada à luz das categorias de Fricker. Esse deslocamento conduziu a discussão da norma abstrata às mediações concretas de reconhecimento, escuta e credibilidade, evidenciando como práticas institucionais podem reiterar injustiças epistêmicas. A avaliação discente (n=7) aponta impacto formativo significativo: 100% indicaram ampliação da compreensão sobre injustiça epistêmica e relações entre poder, gênero e produção do saber; 86% afirmaram pleno atendimento das expectativas, ressaltando fortalecimento da análise crítica, da escuta qualificada e articulação entre teoria e experiência. Apesar de limitações operacionais, a ação evidenciou a justiça epistêmica como eixo formativo relevante, contribuindo para reposicionar a universidade como espaço de legitimação de experiências e produção coletiva de conhecimento socialmente comprometido.

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