Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

PRÁXIS DECOLONIAL E INTERCULTURALIDADE NA ESCOLA PÚBLICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ENTRE A HISTORIOGRAFIA CRÍTICA E A CIDADANIA

Palavra-chaves: EDUCAÇÃO DECOLONIAL, INTERCULTURALIDADE CRÍTICA, INCLUSÃO SOCIAL, ESCOLA, CURRÍCULO, EDUCAÇÃO DECOLONIAL, INTERCULTURALIDADE CRÍTICA, INCLUSÃO SOCIAL, ESCOLA, CURRÍCULO, , , , Relato de Experiência Eixo Temático 02: Educação, diversidade e interculturalidade.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este trabalho apresenta um relato de experiência pedagógica implementado no Ensino Médio em uma instituição da rede pública. Metodologicamente, foi adotada uma abordagem qualitativa, estruturada por meio da observação participante e da sistematização de práxis pedagógicas. A ação visou fomentar a inclusão social mediante práxis fundamentadas na pedagogia crítica e na vertente decolonial, abordando as interseccionalidades de etnia e gênero no cotidiano escolar. A fundamentação teórica ancorou-se na articulação entre a práxis emancipatória e o giro decolonial. A partir dos pressupostos de Freire (2004), compreendeu-se que a educação demanda uma postura dialógica e ética, na qual a autonomia dos educandos constitui o alicerce de uma ação libertadora. Tal perspectiva foi robustecida por Walsh (2009), que propõe uma interculturalidade crítica voltada à desarticulação das estruturas coloniais e por Grosfoguel (2007), que preconiza a decolonização do saber e a legitimação de epistemologias subalternizadas. Foram realizadas sequências didáticas voltadas à problematização de currículos eurocêntricos, integrando leituras de autores negros e indígenas e debates sobre gênero. O projeto culminou em uma exposição cultural que articulou história e literatura brasileira sob uma lente decolonial. A experiência revelou-se profícua ao conectar teoria ao contexto do estudante, auxiliando no combate à desinformação que corrói o ambiente democrático. A prática pautou-se no enfrentamento ao racismo e sexismo enfatizando que a liberdade reside na horizontalidade de direitos. Os resultados indicaram que a abordagem intercultural fortaleceu o pertencimento discente e catalisou reflexões sobre as estruturas de poder. Em última análise, a práxis decolonial na escola pública consolidou-se como um imperativo ético, transmutando a diversidade em eixo estruturante do fazer pedagógico. Concluiu-se que tal abordagem viabiliza uma justiça social efetiva, ao garantir o local de fala e fomentar uma consciência crítica imprescindível para a efetivação da cidadania, pautada na alteridade e no compromisso inalienável com o bem comum.

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