Artigo Anais do X CONGRESSO INTERNACIONAL DE LÍNGUAS E LITERATURA

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-86901-40-5

O FANTASMA DA DITADURA MILITAR ARGENTINA: ANÁLISE DE TEXTOS DE MARIANA ENRIQUEZ

Palavra-chaves: LITERATURA ARGENTINA, TERROR, DITADURA, IMAGINÁRIO, Comunicação Oral (CO) ST 07: LITERATURA E HISTÓRIA
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      UMA DAS PRINCIPAIS MARCAS NARRATIVAS DA AUTORA ARGENTINA MARIANA ENRIQUEZ É O GÊNERO TERROR, EM SUAS\r\n
      DIFERENTES CONCEPÇÕES: GÓTICO, MODERNO, FANTÁSTICO, HORROR. COM ESSA OPÇÃO DE ESCRITA, A AUTORA TRABALHA\r\n
      LITERARIAMENTE UMA SÉRIE DE QUESTÕES DA SOCIEDADE ATUAL, COMO POR EXEMPLO, A JUVENTUDE, A CRISE POLÍTICA E\r\n
      SOCIAL DE SEU PAÍS, A VIDA DE INDIVÍDUOS QUE OCUPAM CAMADAS PERIFÉRICAS, COMO MENINOS DE RUA E JOVENS\r\n
      DROGADOS, A HOMOSSEXUALIDADE E PROBLEMAS COMUNS DA ADOLESCÊNCIA. NESTE ESTUDO, INTERESSA REFLETIR SOBRE\r\n
      UMA DAS TEMÁTICAS QUE SURGEM EM DIVERSOS TEXTOS DA AUTORA: A DITADURA MILITAR ARGENTINA. SEJA EM CONTOS,\r\n
      COMO OS PRESENTES NAS OBRAS LOS PELIGROS DE FUMAR EN LA CAMA (2009), SUA PRIMEIRA PUBLICAÇÃO, E EM LAS\r\n
      COSAS QUE PERDIMOS EN EL FUEGO (2016), NA NOVELA GRÁFICA CHICOS QUE VUELVEN (2011) OU EM UM LONGO\r\n
      ROMANCE, COMO NUESTRA PARTE DE NOCHE (2019), O EVENTO DA DITADURA RETORNARÁ COMO UMA FORTE MARCA DE\r\n
      SUA NARRATIVA. TAL MARCA ESTÁ ESTREITAMENTE RELACIONADA À FORMA COMO A AUTORA VIVEU E SENTIU O PERÍODO\r\n
      DITATORIAL. COMO O SILÊNCIO E O MEDO ERAM CONSTANTES NA SOCIEDADE, TORNARAM-SE TERRENOS FECUNDOS PARA A\r\n
      IMAGINAÇÃO E A MANEIRA DE NARRAR DA ESCRITORA. PARA APONTAR A FORMA COMO MARIANA ENRIQUEZ TRABALHA ESSA\r\n
      QUESTÃO, SERÁ NECESSÁRIO REVISITAR OS APORTES TEÓRICOS SOBRE O TERROR MODERNO E O FANTÁSTICO (CAUSO, 2003),\r\n
      ALÉM DE SUA MANEIRA DE VER E ENTENDER A REALIDADE (CORTÁZAR, 1977), A PARTIR DOS CONTEXTOS SÓCIOHISTÓRICOS (DRUCAROFF, 2011). PRETENDE-SE DEMONSTRAR, AINDA, COMO O IMAGINÁRIO DA AUTORA FOI\r\n
      IMPORTANTE PARA MOLDAR SUAS PERCEPÇÕES E FORMAR A SUA VOZ, ANCORADA NO GÊNERO DE TERROR (FREUD, 1974;\r\n
      APPADURAI, 2001; GARCÍA CANCLINI, 2007). QUANTO ÀS QUESTÕES REFERENTES ÀS NARRATIVAS ARGENTINAS\r\n
      ATUAIS, SÃO DE GRANDE CONTRIBUIÇÃO OS ESTUDOS DE IRLEMAR CHIAMPI (1996), JOSEFINA LUDMER (2007; 2010) E\r\n
      CAROLINA ROLLE (2017) PARA REFLETIR SOBRE OS GÊNEROS NÃO LITERÁRIOS, POIS INTERESSA APONTAR O PESO QUE A AUTORA\r\n
      CONFERE ÀS CHAMADAS NARRATIVAS MENORES, QUE GANHAM OUTRA DIMENSÃO E VALOR NAS OBRAS DE MARIANA\r\n
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Publicado em 03 de setembro de 2021

Resumo

UMA DAS PRINCIPAIS MARCAS NARRATIVAS DA AUTORA ARGENTINA MARIANA ENRIQUEZ É O GÊNERO TERROR, EM SUAS DIFERENTES CONCEPÇÕES: GÓTICO, MODERNO, FANTÁSTICO, HORROR. COM ESSA OPÇÃO DE ESCRITA, A AUTORA TRABALHA LITERARIAMENTE UMA SÉRIE DE QUESTÕES DA SOCIEDADE ATUAL, COMO POR EXEMPLO, A JUVENTUDE, A CRISE POLÍTICA E SOCIAL DE SEU PAÍS, A VIDA DE INDIVÍDUOS QUE OCUPAM CAMADAS PERIFÉRICAS, COMO MENINOS DE RUA E JOVENS DROGADOS, A HOMOSSEXUALIDADE E PROBLEMAS COMUNS DA ADOLESCÊNCIA. NESTE ESTUDO, INTERESSA REFLETIR SOBRE UMA DAS TEMÁTICAS QUE SURGEM EM DIVERSOS TEXTOS DA AUTORA: A DITADURA MILITAR ARGENTINA. SEJA EM CONTOS, COMO OS PRESENTES NAS OBRAS LOS PELIGROS DE FUMAR EN LA CAMA (2009), SUA PRIMEIRA PUBLICAÇÃO, E EM LAS COSAS QUE PERDIMOS EN EL FUEGO (2016), NA NOVELA GRÁFICA CHICOS QUE VUELVEN (2011) OU EM UM LONGO ROMANCE, COMO NUESTRA PARTE DE NOCHE (2019), O EVENTO DA DITADURA RETORNARÁ COMO UMA FORTE MARCA DE SUA NARRATIVA. TAL MARCA ESTÁ ESTREITAMENTE RELACIONADA À FORMA COMO A AUTORA VIVEU E SENTIU O PERÍODO DITATORIAL. COMO O SILÊNCIO E O MEDO ERAM CONSTANTES NA SOCIEDADE, TORNARAM-SE TERRENOS FECUNDOS PARA A IMAGINAÇÃO E A MANEIRA DE NARRAR DA ESCRITORA. PARA APONTAR A FORMA COMO MARIANA ENRIQUEZ TRABALHA ESSA QUESTÃO, SERÁ NECESSÁRIO REVISITAR OS APORTES TEÓRICOS SOBRE O TERROR MODERNO E O FANTÁSTICO (CAUSO, 2003), ALÉM DE SUA MANEIRA DE VER E ENTENDER A REALIDADE (CORTÁZAR, 1977), A PARTIR DOS CONTEXTOS SÓCIOHISTÓRICOS (DRUCAROFF, 2011). PRETENDE-SE DEMONSTRAR, AINDA, COMO O IMAGINÁRIO DA AUTORA FOI IMPORTANTE PARA MOLDAR SUAS PERCEPÇÕES E FORMAR A SUA VOZ, ANCORADA NO GÊNERO DE TERROR (FREUD, 1974; APPADURAI, 2001; GARCÍA CANCLINI, 2007). QUANTO ÀS QUESTÕES REFERENTES ÀS NARRATIVAS ARGENTINAS ATUAIS, SÃO DE GRANDE CONTRIBUIÇÃO OS ESTUDOS DE IRLEMAR CHIAMPI (1996), JOSEFINA LUDMER (2007; 2010) E CAROLINA ROLLE (2017) PARA REFLETIR SOBRE OS GÊNEROS NÃO LITERÁRIOS, POIS INTERESSA APONTAR O PESO QUE A AUTORA CONFERE ÀS CHAMADAS NARRATIVAS MENORES, QUE GANHAM OUTRA DIMENSÃO E VALOR NAS OBRAS DE MARIANA ENRIQUEZ.

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