Artigo E-book I CONEIL - Vol 02

E-books

ISBN: 978-65-86901-14-6

PALAVRA JO(N)GADA: A HERANÇA LINGUÍSTICA AFRICANA NOS PONTOS DE JONGO

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                  <strong>Caminhos da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o: a Lingu&iacute;stica e a Literatura no cen&aacute;rio brasileiro</strong><br />\r\n
                  <br />\r\n
                  Os estudos da linguagem v&ecirc;m ganhando, cada vez mais, perspectivas que extrapolam a tradicional disciplinaridade acad&ecirc;mica. Isso se deve, em parte, a investiga&ccedil;&otilde;es acerca de fen&ocirc;menos que exigem a mobiliza&ccedil;&atilde;o de saberes de diferentes &aacute;reas e, tamb&eacute;m, pelo gradativo crescimento de abordagens que, pleiteando uma compreens&atilde;o mais ampla da linguagem, preferem abrir m&atilde;o de princ&iacute;pios atom&iacute;sticos ou isolacionistas a perder de vista aspectos complexos implicados no objeto linguagem. Nesse sentido, pensar uma abordagem interdisciplinar, voltada para os estudos da linguagem, decorre da concep&ccedil;&atilde;o de que o processo de ensino e aprendizagem ocorre de maneira ativa e integra conhecimentos e saberes contextualmente situados na &aacute;rea de Lingu&iacute;stica e Literatura. Assim, o Volume 2 do livro Estudos Interdisciplinares da Linguagem traz discuss&otilde;es que buscam romper com determinados paradigmas do processo de ensino e aprendizagem e proporcionam uma leitura plural de pesquisas que v&ecirc;m sendo desenvolvidas no cen&aacute;rio brasileiro, no escopo das humanidades, no &acirc;mbito da Lingu&iacute;stica e da Literatura, sem perder de vista as possibilidades de di&aacute;logos entre &aacute;reas afins do conhecimento, tendo como finalidade ampliar o espa&ccedil;o de reflex&atilde;o e suas repercuss&otilde;es como parte da socializa&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas inovadoras de forma&ccedil;&atilde;o.<br />\r\n
                  <br />\r\n
                  Desse modo, apresentamos, nesse volume, pesquisas desenvolvidas no &acirc;mbito da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, divididas em dois grandes campos do conhecimento: Lingu&iacute;stica e Literatura. Chamamos a aten&ccedil;&atilde;o para diversidade tem&aacute;tica e geogr&aacute;fica das pesquisas aqui publicadas por discentes de mestrado ou doutorado de diversos Programas de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o de Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior brasileiras, uma vez que temos representantes das cinco regi&otilde;es do Brasil que compartilham conhecimentos e demonstram o potencial da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o brasileira no que diz respeito aos estudos da linguagem. Um dos principais intuitos dessa colet&acirc;nea &eacute; apresentar esse cen&aacute;rio multifacetado das pesquisas no Brasil. Dessa forma, al&eacute;m dos instigantes debates promovidos pelos/as autores/as aqui presentes, temos como vislumbrar o panorama heter&oacute;clito de disserta&ccedil;&otilde;es e teses que est&atilde;o prestes a serem defendidas por esses/as jovens pesquisadores/as.<br />\r\n
                  Socializar esses debates sobre pautas relacionadas &agrave; interdisciplinaridade nos estudos da linguagem proporciona interc&acirc;mbios e di&aacute;logos de v&aacute;rias ordens que podem enriquecer o desenvolvimento cient&iacute;fico da &aacute;rea de Lingu&iacute;stica e Literatura. Tais debates trazem contribui&ccedil;&otilde;es para o campo te&oacute;rico e aplicado dos estudos da linguagem que se coaduna com o cen&aacute;rio da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica brasileira e a incid&ecirc;ncia nos processos formativos de seus sujeitos &ndash; professores e alunos &ndash; das universidades e escolas de educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, que tenham em vista a perspectiva da interdisciplinaridade no &acirc;mbito das discuss&otilde;es profissionais e/ou acad&ecirc;micas.<br />\r\n
                  Aqui a comunidade leitora encontrar&aacute; pesquisas com objetivos muito bem delineados para proposi&ccedil;&atilde;o de leitura(s) e metodologia(s) que tomam os estudos da linguagem como fonte e objeto de investiga&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m de pr&aacute;xis na sala de aula. Assim, convidamos a uma leitura que, dentre todas as vozes que se fazem presentes nesse coro te&oacute;rico-metodol&oacute;gico, auxilie na capacidade de perceber nos discursos, que partem de outros j&aacute; ditos, o desejo pela diversidade te&oacute;rica e pela pr&aacute;tica de ensino e aprendizagem que se efetive no fazer docente.<br />\r\n
                  <br />\r\n
                  <em>Natanael Duarte de Azevedo<br />\r\n
                  Professor Adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)<br />\r\n
                  Coordenador do Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Estudos da Linguagem (PROGEL/UFRPE)</em>
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                  Natanael Duarte de Azevedo<br />\r\n
                  Professor Adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)<br />\r\n
                  Coordenador do Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Estudos da Linguagem (PROGEL/UFRPE)
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                  Alfredo Cordiviola (UFPE)<br />\r\n
                  Aline Alves Arruda (IFMG)<br />\r\n
                  Arturo Gouveia (UFPB)<br />\r\n
                  Brenda Carlos de Andrade (UFRPE)<br />\r\n
                  Carlos Eduardo Soares da Cruz (UERJ)<br />\r\n
                  Claudia Roberta Tavares Silva (UFRPE)<br />\r\n
                  Cleber Alves de Ataide (UFRPE)<br />\r\n
                  Danniel da Silva Carvalho (UFBA)<br />\r\n
                  Dorothy Bezerra Silva de Brito (UFRPE)<br />\r\n
                  Germana Maria Ara&uacute;jo Sales (UFPA/CAPES)<br />\r\n
                  Gilberlande Pereira dos Santos (UNIVISA)<br />\r\n
                  Iara Christina Silva Barroca (UFV)<br />\r\n
                  I&ecirc;do de Oliveira Paes (UFRPE)<br />\r\n
                  Iran Ferreira de Melo (UFRPE)<br />\r\n
                  Isabela Barbosa do Rego Barros (UNICAP)<br />\r\n
                  Jo A-mi (UNILAB)&nbsp;<br />\r\n
                  Jo&atilde;o Batista Pereira (UFRPE)<br />\r\n
                  Jos&eacute; Tem&iacute;stocles Ferreira J&uacute;nior (UFRPE)<br />\r\n
                  Leonardo Lennertz Marcotulio (UFRJ)<br />\r\n
                  M&aacute;rcio Martins Leit&atilde;o (UFPB)<br />\r\n
                  Maria Carmen Aires Gomes (UFV)&nbsp;<br />\r\n
                  Maria C&eacute;lia Lima-Hernandes (USP)<br />\r\n
                  Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante (UFPB)<br />\r\n
                  Miriam Garate (UNICAMP)<br />\r\n
                  Natanael Duarte de Azevedo (UFRPE)<br />\r\n
                  Paulo Henrique Duque (UFRN)<br />\r\n
                  Renata Barbosa Vicente (UFRPE)<br />\r\n
                  Silvana Silva de Farias Ara&uacute;jo (UEFS)<br />\r\n
                  S&iacute;lvia Rodrigues Vieira (UFRJ)<br />\r\n
                  Valdir do Nascimento Flores (UFRGS)<br />\r\n
                  Val&eacute;ria Severina Gomes (UFRPE)<br />\r\n
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                  <br />\r\n
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                  <br />\r\n
                  Desse modo, apresentamos, nesse volume, pesquisas desenvolvidas no &acirc;mbito da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, divididas em dois grandes campos do conhecimento: Lingu&iacute;stica e Literatura. Chamamos a aten&ccedil;&atilde;o para diversidade tem&aacute;tica e geogr&aacute;fica das pesquisas aqui publicadas por discentes de mestrado ou doutorado de diversos Programas de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o de Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior brasileiras, uma vez que temos representantes das cinco regi&otilde;es do Brasil que compartilham conhecimentos e demonstram o potencial da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o brasileira no que diz respeito aos estudos da linguagem. Um dos principais intuitos dessa colet&acirc;nea &eacute; apresentar esse cen&aacute;rio multifacetado das pesquisas no Brasil. Dessa forma, al&eacute;m dos instigantes debates promovidos pelos/as autores/as aqui presentes, temos como vislumbrar o panorama heter&oacute;clito de disserta&ccedil;&otilde;es e teses que est&atilde;o prestes a serem defendidas por esses/as jovens pesquisadores/as.<br />\r\n
                  Socializar esses debates sobre pautas relacionadas &agrave; interdisciplinaridade nos estudos da linguagem proporciona interc&acirc;mbios e di&aacute;logos de v&aacute;rias ordens que podem enriquecer o desenvolvimento cient&iacute;fico da &aacute;rea de Lingu&iacute;stica e Literatura. Tais debates trazem contribui&ccedil;&otilde;es para o campo te&oacute;rico e aplicado dos estudos da linguagem que se coaduna com o cen&aacute;rio da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica brasileira e a incid&ecirc;ncia nos processos formativos de seus sujeitos &ndash; professores e alunos &ndash; das universidades e escolas de educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, que tenham em vista a perspectiva da interdisciplinaridade no &acirc;mbito das discuss&otilde;es profissionais e/ou acad&ecirc;micas.<br />\r\n
                  Aqui a comunidade leitora encontrar&aacute; pesquisas com objetivos muito bem delineados para proposi&ccedil;&atilde;o de leitura(s) e metodologia(s) que tomam os estudos da linguagem como fonte e objeto de investiga&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m de pr&aacute;xis na sala de aula. Assim, convidamos a uma leitura que, dentre todas as vozes que se fazem presentes nesse coro te&oacute;rico-metodol&oacute;gico, auxilie na capacidade de perceber nos discursos, que partem de outros j&aacute; ditos, o desejo pela diversidade te&oacute;rica e pela pr&aacute;tica de ensino e aprendizagem que se efetive no fazer docente.<br />\r\n
                  <br />\r\n
                  <em>Natanael Duarte de Azevedo<br />\r\n
                  Professor Adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)<br />\r\n
                  Coordenador do Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Estudos da Linguagem (PROGEL/UFRPE)</em>
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                  Coordenador do Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Estudos da Linguagem (PROGEL/UFRPE)
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Publicado em 10 de novembro de 2020

Resumo

O CANTO ? UMA DAS FORMAS MAIS LEG?TIMAS DE EXPRESS?O DA CULTURA POPULAR. POR MEIO DELE, UM POVO CONTA E RECONTA SUA HIST?RIA, MANIFESTA SUAS ALEGRIAS E DORES, BEM COMO DENUNCIA OS PROBLEMAS QUE O ASSOLAM. A PALAVRA ? CANTADA, NESSE CONTEXTO ? ? GARANTIA DE EXIST?NCIA E, MAIS DO QUE ISSO, DE RESIST?NCIA. NO BRASIL, O CANTO MESTI?O DO POVO CARREGA CONSIGO VOZES DE DIVERSAS ETNIAS QUE AQUI APORTARAM E CONTRIBU?RAM PARA A CONSTRU??O DE NOSSA IDENTIDADE. COMO BRASILEIROS, SOMOS DETENTORES DE UMA HERAN?A GEN?TICA E CULTURAL, ADVINDA DE UM COMPLEXO PROCESSO DE COLONIZA??O. EM MEIO A ESSAS VOZES, DESTACA-SE A DOS NEGROS, FOR?OSAMENTE EMIGRADOS DE SUAS TERRAS POR CONTA DO SISTEMA ESCRAVAGISTA ADOTADO PELOS PORTUGUESES. SUBMETIDOS A CONDI??ES DEGRADANTES E DESUMANAS, A PALAVRA FOI UM DOS POUCOS RECURSOS DE QUE DISPUSERAM PARA N?O SUCUMBIREM DEFINITIVAMENTE ? ESCRAVID?O. NESSE CONTEXTO, SURGE O JONGO, UMA MANIFESTA??O CULTURAL T?PICA DO SUDESTE DO BRASIL, ORIUNDA DOS BANTOS QUE PARA L? FORAM LEVADOS ENTRE OS S?CULOS XVII E XIX. TRATA-SE DE UM TIPO DE BATUQUE, REALIZADO EM C?RCULOS E DAN?ADO AOS PARES, NO QUAL O CANTO TEM PAPEL PRIMORDIAL. AS CANTIGAS ENTOADAS, CHAMADAS DE PONTOS, S?O DE GRANDE TEOR METAF?RICO. VALEM-SE, MUITAS VEZES, DE UMA LINGUAGEM CIFRADA QUE, NO TEMPO DA ESCRAVID?O, FIGURAVA COMO UMA FORMA DE COMUNICA??O VELADA. ASSIM, A PALAVRA ERA JOGADA NA RODA DE JONGO E, POR MEIO DELA, OS AFRICANOS ESCRAVIZADOS PODIAM SE COMUNICAR SEM SEREM ENTENDIDOS POR SEUS ALGOZES. HOJE, ELA SERVE COMO FORMA DE PERPETUAR ESSA TRADI??O SECULAR, QUE SOBREVIVEU AO MASSACRE E AINDA ? VIVA EM S?O PAULO, NO RIO DE JANEIRO, EM MINAS GERAIS E NO ESP?RITO SANTO. AL?M DISSO, ELA GUARDA CONSIGO MARCAS LINGU?STICAS QUE DENOTAM A PREVAL?NCIA DO ELEMENTO AFRICANO NO PORTUGU?S FALADO NO BRASIL. CONSIDERANDO A ESCASSEZ DE MATERIAL SOBRE O ASSUNTO, ? DE GRANDE RELEV?NCIA PROMOVER ESTUDOS QUE POSSAM DAR VISIBILIDADE A ESSE LEGADO, PRINCIPALMENTE EM TEMPOS NOS QUAIS O SILENCIAMENTO AINDA SE FAZ PRESENTE. DESSE MODO, O PRESENTE TRABALHO, DE CUNHO ANAL?TICO E DESCRITIVO, TEM, COMO OBJETIVO, ANALISAR OS PONTOS DE JONGO, OU SEJA, A PALAVRA JO(N)GADA, COM DESTAQUE PARA OS ASPECTOS LINGU?STICOS AFRICANOS NELA PRESENTES, SOBRETUDO OS FON?TICO-FONOL?GICOS, MORFOL?GICOS E LEXICAIS. PARA TANTO, O CORPUS SELECIONADO ? COMPOSTO POR C?NTICOS ENTOADOS NOS GRUPOS DE JONGO, ENTRE ELES O JONGO DO TAMANDAR? E O JONGO DITO RIBEIRO ? DE S?O PAULO ? BEM COMO O JONGO DA SERRINHA E O JONGO DO QUILOMBO DE S?O JOS? DA SERRA ? DO RIO DE JANEIRO. COMO REFERENCIAL TE?RICO, ANCORAMO-NOS NOS ESTUDOS DE AMARAL (2020); BEZERRA-PEREZ (2012); BRETON (2006); CASTRO (2014); GON?ALVES (2016); HUIZINGA (2014); PETER (2014); PETER; CUNHA (2015). TRATA-SE, PORTANTO, DE UMA PESQUISA DOCUMENTAL E BIBLIOGR?FICA, CONDUZIDA POR MEIO DOS SEGUINTES PASSOS: SELE??O DOS C?NTICOS JONGUEIROS, REVIS?O DE LITERATURA SOBRE O JONGO, A PALAVRA E OS ASPECTOS FON?TICO-FONOL?GICOS, MORFOL?GICOS E LEXICAIS DE INFLU?NCIA AFRICANA NO PORTUGU?S BRASILEIRO E AN?LISE DA PREVAL?NCIA DE TAIS ASPECTOS NO CORPUS SELECIONADO. OS RESULTADOS APONTAM PARA A EXIST?NCIA DE IN?MEROS ASPECTOS LINGU?STICOS, LEXICAIS, FON?TICO-FONOL?GICOS E MORFOL?GICOS, ORIUNDOS DE L?NGUAS AFRICANAS, TAIS COMO O QUIMBUNDO, O QUICONGO E O IORUB?, O QUE COMPROVA A PERPETUA??O DESSAS L?NGUAS, EM CERTA MEDIDA, NO TERRIT?RIO BRASILEIRO, BEM COMO A INFLU?NCIA QUE ELAS EXERCERAM NO PORTUGU?S AQUI FALADO. AL?M DISSO, FICA EVIDENTE A FOR?A DA PALAVRA JO(N)GADA, CAPAZ DE SE PERPETUAR AO LONGO DOS S?CULOS, N?O S? COMO TESTEMUNHO DO NEFASTO EPIS?DIO DA ESCRAVID?O, MAS SOBRETUDO DA RESIST?NCIA E DA PERPETUA??O DA CULTURA AFRICANA NO PAIS.

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