Artigo Anais I CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

COMO ME TORNEI MULHER? O USO DAS MÍDIAS IMPRESSAS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA ANALISE DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NA SALA DE AULA.

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      COMO ME TORNEI MULHER? O USO DAS MÍDIAS IMPRESSAS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA ANALISE DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NA SALA DE AULA.\r\n
      Autor: Janaína dos Santos Maia (Mestranda-UFCG)\r\n
      Co-autor: Paulo Souto Maior Júnior (Mestrando-UFPE)\r\n
      \r\n
      Introdução\r\n
      O estudo apresentado tem como seu principal objetivo fazer uma analise a cerca da importância de se utilizar os periódicos impressos em formato de revista na sala de aula, com vistas a estudar como os discursos presentes nestas publicações foram, e são capazes de influenciar os papeis exercidos nas relações de gênero. \r\n
      Tendo a intenção de mostrar como as revistas brasileiras voltadas especialmente para o publico feminino, ao longo do tempo foram pensadas como um aparato discursivo capaz de influenciar na edificação da imagem de um modelo ideal de feminino, é que nos propomos a discutir como a utilização deste material no ambiente escolar poderia funcionar como um recurso didático capaz de fazer os alunos compreenderem como o papel atribuído ao masculino a ao feminino foram construídos historicamente, e como estas representações ainda exercem grande influência nos dias atuais. \r\n
      Para isto, utilizaremos alguns números da revista Fon Fon, a qual circulou no Brasil no inicio do século XX, objetivando atentar, a partir do estudo das propagandas, colunas e noticias presentes neste periódico, para o tecer de uma malha discursiva presentes no corpo editorial da referida revista.\r\n
      Visamos, com este estudo, também compreender a proveniência dos discursos que estampavam as páginas da Fon Fon, que exerceu uma grande influência entre os meios de comunicação impressos que influenciou a sociedade brasileira neste período, tendo como principal aporte teórico o conceito de enunciado presente na teoria do discurso de Michel Foucault (1996) e uma reflexão tanto teórica (SCOTT), quanto metodológica (PEDRO, 2011) do estudos de gênero.\r\n
      \r\n
      Palavras Chaves: Genêro; Fon Fon; Feminino \r\n
      \r\n
      Metodologia \r\n
      No panorama atual, evidenciamos o fluxo constante de trabalhos que atentam para a leitura e analise dos discursos como metodologia de pesquisa, pois se percebe o quanto as representações sociais nos mais diversos segmentos, têm as suas identidades influenciadas pelos discursos, que são ditos e escritos em movimentos semelhantes ao tecer de uma malha, neste caso, uma malha discursiva.  \r\n
      Em se tratando das identidades de gênero, a história não é diferente. Dizemos isto pelo fato de percebermos o quanto as condições determinadas para o feminino e o masculino na sociedade, foram, e são construídos a partir de toda uma rede de discursos que nos permeiam e exercem a sua influencia em razão do seu poder (Foucault,2012). Sabendo disso, como educadores, atentamos para a importância de levar para o ambiente escolar esta discussão, com o objetivo de mostrar em sala de aula o quanto os lugares sociais, não são determinados de forma natural, e sim a partir de toda uma formatação discursiva, que de tão naturalizada, muitas vezes passa a ser imperceptível. \r\n
      Tendo como objetivo, fazer uma discussão a cerca do processo de construção dos papeis de gênero no Brasil, elegemos a revista Fon Fon , como material didático para a analise discursiva no ambiente escolar, intentando com esta ação fazer o alunado refletir, através das mídias impressas, o modo como, ao longo do tempo, aquilo que se convencionou a ser chamado como feminino, foi criado. Tomemos como exemplo a ilustração abaixo.\r\n
       \r\n
      Revista Fon Fon, Ano XXIV, nº 04, 25 de Janeiro de 1930, pag.75\r\n
       Ao tentarmos analisar a propaganda acima posta, notamos vários elementos capazes de reforçar os discursos a respeito do feminino. A mulher do anúncio aparece na cozinha, com o seu filho ao lado, e preparando uma recepção para os seus amigos. A propaganda mostra o quanto passa a ser essencial, esta mulher ter em sua casa o fogão a gás, objeto este que durante muito tempo será associado a figura da mulher, cujo o lugar seria em casa cuidado da cozinha.\r\n
      Ao levarmos este material para o ambiente escolar, buscaremos com os alunos, fazer uma analise interna e uma analise externa do discurso. Segundo Durval Muniz (2009) ao se fazer uma analise externa do discurso  devemos atentar para a necessidade de se fazer uma análise discursiva que questione o contexto histórico e social no qual o discurso estudado está inserido e com isso “saber com precisão a datação e a localização espacial e inquirir sobre o momento histórico e em que circunstância o pronunciamento ou discurso veio à luz” (ALBUQUERQUE JÚNIOR, 2009, p. 236).\r\n
      A respeito do método de análise interna, os discursos presentes em nossa fonte, devem ser, segundo Muniz, tomados não só como uma ligação entre o texto e o contexto, mas também como uma produção que merece ser interrogada enquanto um acontecimento dotado de significados e influências.\r\n
      Nesse ínterim, Joana Maria Pedro (2011) nos alerta a respeito do poder discursivo presente nesses veículos midiáticos, os periódicos, pelo fato desses deterem a autoridade de fortalecer a hierarquia entre os sexos, bem como de serem capazes de instituir através de sua malha discursiva, a função e o lugar que deve ser assumido tanto pelo feminino, quanto pelo masculino.\r\n
      Desta forma, a partir desta metodologia, buscaremos trazer aos alunos a possibilidade de refletir, através do estudo da Revista Fon Fon, de quais maneiras, ao longo da história, os papeis de gênero foram construídos discursivamente.\r\n
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      \r\n
      Resultados e discussões \r\n
      Embora o estudo proposto, não tenha sido colocado efetivamente em pratica na sala de aula, não deixamos de perceber a necessidade do quanto  este deve ser feito, pois, como foi frisado anteriormente, como educadores, temos o compromisso de inserir o debate, o qual envolve as relações de gênero, no ambiente escolar, já que este é um espaço onde as identidades são moldadas, e as discussões e ensinamentos trazidos pelo professor têm a capacidade de trabalhar o senso critico do seu alunado, objetivando com isto, a possibilidade destes enxergarem além das verdades sociais, muitas vezes impostas, e questionar tudo aquilo que lhe chegam através dos discursos.  \r\n
      \r\n
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      \r\n
      Conclusão \r\n
      Em linhas gerais, consideramos, após esta discussão, a necessidade de enriquecer os debates educacionais, ao trazermos para dentro do espaço escolar, um dialogo que busque trabalhar a desnaturalização do lugar do feminino em nossa sociedade, nas relações de gênero.  \r\n
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      Referências \r\n
      \r\n
      ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. Discursos e pronunciamentos: a dimensão retórica da historiografia. In: PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de (org). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009.\r\n
      \r\n
      FOUCAULT, Michel, Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2012.\r\n
      \r\n
      MARIA PEDRO Joana e RIBEIRO DOS SANTOS, Marinês. Estratégias discursivas e Identidades de Gênero: A construção da “dona de casa moderna” na Revista Casa & Jardim dos anos 1960. Cad. Esp. Fem., Uberlândia/MG, v. 24, n. 1, p. 163-184, Jan./Jun. 2011.\r\n
      \r\n
      SCOTT  Joan  – Gênero: uma categoria útil para análise histórica . New York, Columbia University Press. 1989. Trad: Christine Rufino Dabat, Maria Betânia Ávila.
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      Autor: Janaína dos Santos Maia (Mestranda-UFCG)\r\n
      Co-autor: Paulo Souto Maior Júnior (Mestrando-UFPE)\r\n
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      Introdução\r\n
      O estudo apresentado tem como seu principal objetivo fazer uma analise a cerca da importância de se utilizar os periódicos impressos em formato de revista na sala de aula, com vistas a estudar como os discursos presentes nestas publicações foram, e são capazes de influenciar os papeis exercidos nas relações de gênero. \r\n
      Tendo a intenção de mostrar como as revistas brasileiras voltadas especialmente para o publico feminino, ao longo do tempo foram pensadas como um aparato discursivo capaz de influenciar na edificação da imagem de um modelo ideal de feminino, é que nos propomos a discutir como a utilização deste material no ambiente escolar poderia funcionar como um recurso didático capaz de fazer os alunos compreenderem como o papel atribuído ao masculino a ao feminino foram construídos historicamente, e como estas representações ainda exercem grande influência nos dias atuais. \r\n
      Para isto, utilizaremos alguns números da revista Fon Fon, a qual circulou no Brasil no inicio do século XX, objetivando atentar, a partir do estudo das propagandas, colunas e noticias presentes neste periódico, para o tecer de uma malha discursiva presentes no corpo editorial da referida revista.\r\n
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      Palavras Chaves: Genêro; Fon Fon; Feminino \r\n
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      A respeito do método de análise interna, os discursos presentes em nossa fonte, devem ser, segundo Muniz, tomados não só como uma ligação entre o texto e o contexto, mas também como uma produção que merece ser interrogada enquanto um acontecimento dotado de significados e influências.\r\n
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      Resultados e discussões \r\n
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      Em linhas gerais, consideramos, após esta discussão, a necessidade de enriquecer os debates educacionais, ao trazermos para dentro do espaço escolar, um dialogo que busque trabalhar a desnaturalização do lugar do feminino em nossa sociedade, nas relações de gênero.  \r\n
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      Referências \r\n
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      ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. Discursos e pronunciamentos: a dimensão retórica da historiografia. In: PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de (org). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009.\r\n
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      FOUCAULT, Michel, Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2012.\r\n
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      MARIA PEDRO Joana e RIBEIRO DOS SANTOS, Marinês. Estratégias discursivas e Identidades de Gênero: A construção da “dona de casa moderna” na Revista Casa & Jardim dos anos 1960. Cad. Esp. Fem., Uberlândia/MG, v. 24, n. 1, p. 163-184, Jan./Jun. 2011.\r\n
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Publicado em 18 de setembro de 2014

Resumo

COMO ME TORNEI MULHER? O USO DAS MÍDIAS IMPRESSAS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA ANALISE DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NA SALA DE AULA. Autor: Janaína dos Santos Maia (Mestranda-UFCG) Co-autor: Paulo Souto Maior Júnior (Mestrando-UFPE) Introdução O estudo apresentado tem como seu principal objetivo fazer uma analise a cerca da importância de se utilizar os periódicos impressos em formato de revista na sala de aula, com vistas a estudar como os discursos presentes nestas publicações foram, e são capazes de influenciar os papeis exercidos nas relações de gênero. Tendo a intenção de mostrar como as revistas brasileiras voltadas especialmente para o publico feminino, ao longo do tempo foram pensadas como um aparato discursivo capaz de influenciar na edificação da imagem de um modelo ideal de feminino, é que nos propomos a discutir como a utilização deste material no ambiente escolar poderia funcionar como um recurso didático capaz de fazer os alunos compreenderem como o papel atribuído ao masculino a ao feminino foram construídos historicamente, e como estas representações ainda exercem grande influência nos dias atuais. Para isto, utilizaremos alguns números da revista Fon Fon, a qual circulou no Brasil no inicio do século XX, objetivando atentar, a partir do estudo das propagandas, colunas e noticias presentes neste periódico, para o tecer de uma malha discursiva presentes no corpo editorial da referida revista. Visamos, com este estudo, também compreender a proveniência dos discursos que estampavam as páginas da Fon Fon, que exerceu uma grande influência entre os meios de comunicação impressos que influenciou a sociedade brasileira neste período, tendo como principal aporte teórico o conceito de enunciado presente na teoria do discurso de Michel Foucault (1996) e uma reflexão tanto teórica (SCOTT), quanto metodológica (PEDRO, 2011) do estudos de gênero. Palavras Chaves: Genêro; Fon Fon; Feminino Metodologia No panorama atual, evidenciamos o fluxo constante de trabalhos que atentam para a leitura e analise dos discursos como metodologia de pesquisa, pois se percebe o quanto as representações sociais nos mais diversos segmentos, têm as suas identidades influenciadas pelos discursos, que são ditos e escritos em movimentos semelhantes ao tecer de uma malha, neste caso, uma malha discursiva. Em se tratando das identidades de gênero, a história não é diferente. Dizemos isto pelo fato de percebermos o quanto as condições determinadas para o feminino e o masculino na sociedade, foram, e são construídos a partir de toda uma rede de discursos que nos permeiam e exercem a sua influencia em razão do seu poder (Foucault,2012). Sabendo disso, como educadores, atentamos para a importância de levar para o ambiente escolar esta discussão, com o objetivo de mostrar em sala de aula o quanto os lugares sociais, não são determinados de forma natural, e sim a partir de toda uma formatação discursiva, que de tão naturalizada, muitas vezes passa a ser imperceptível. Tendo como objetivo, fazer uma discussão a cerca do processo de construção dos papeis de gênero no Brasil, elegemos a revista Fon Fon , como material didático para a analise discursiva no ambiente escolar, intentando com esta ação fazer o alunado refletir, através das mídias impressas, o modo como, ao longo do tempo, aquilo que se convencionou a ser chamado como feminino, foi criado. Tomemos como exemplo a ilustração abaixo. Revista Fon Fon, Ano XXIV, nº 04, 25 de Janeiro de 1930, pag.75 Ao tentarmos analisar a propaganda acima posta, notamos vários elementos capazes de reforçar os discursos a respeito do feminino. A mulher do anúncio aparece na cozinha, com o seu filho ao lado, e preparando uma recepção para os seus amigos. A propaganda mostra o quanto passa a ser essencial, esta mulher ter em sua casa o fogão a gás, objeto este que durante muito tempo será associado a figura da mulher, cujo o lugar seria em casa cuidado da cozinha. Ao levarmos este material para o ambiente escolar, buscaremos com os alunos, fazer uma analise interna e uma analise externa do discurso. Segundo Durval Muniz (2009) ao se fazer uma analise externa do discurso devemos atentar para a necessidade de se fazer uma análise discursiva que questione o contexto histórico e social no qual o discurso estudado está inserido e com isso “saber com precisão a datação e a localização espacial e inquirir sobre o momento histórico e em que circunstância o pronunciamento ou discurso veio à luz” (ALBUQUERQUE JÚNIOR, 2009, p. 236). A respeito do método de análise interna, os discursos presentes em nossa fonte, devem ser, segundo Muniz, tomados não só como uma ligação entre o texto e o contexto, mas também como uma produção que merece ser interrogada enquanto um acontecimento dotado de significados e influências. Nesse ínterim, Joana Maria Pedro (2011) nos alerta a respeito do poder discursivo presente nesses veículos midiáticos, os periódicos, pelo fato desses deterem a autoridade de fortalecer a hierarquia entre os sexos, bem como de serem capazes de instituir através de sua malha discursiva, a função e o lugar que deve ser assumido tanto pelo feminino, quanto pelo masculino. Desta forma, a partir desta metodologia, buscaremos trazer aos alunos a possibilidade de refletir, através do estudo da Revista Fon Fon, de quais maneiras, ao longo da história, os papeis de gênero foram construídos discursivamente. Resultados e discussões Embora o estudo proposto, não tenha sido colocado efetivamente em pratica na sala de aula, não deixamos de perceber a necessidade do quanto este deve ser feito, pois, como foi frisado anteriormente, como educadores, temos o compromisso de inserir o debate, o qual envolve as relações de gênero, no ambiente escolar, já que este é um espaço onde as identidades são moldadas, e as discussões e ensinamentos trazidos pelo professor têm a capacidade de trabalhar o senso critico do seu alunado, objetivando com isto, a possibilidade destes enxergarem além das verdades sociais, muitas vezes impostas, e questionar tudo aquilo que lhe chegam através dos discursos. Conclusão Em linhas gerais, consideramos, após esta discussão, a necessidade de enriquecer os debates educacionais, ao trazermos para dentro do espaço escolar, um dialogo que busque trabalhar a desnaturalização do lugar do feminino em nossa sociedade, nas relações de gênero. Referências ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. Discursos e pronunciamentos: a dimensão retórica da historiografia. In: PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de (org). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009. FOUCAULT, Michel, Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2012. MARIA PEDRO Joana e RIBEIRO DOS SANTOS, Marinês. Estratégias discursivas e Identidades de Gênero: A construção da “dona de casa moderna” na Revista Casa & Jardim dos anos 1960. Cad. Esp. Fem., Uberlândia/MG, v. 24, n. 1, p. 163-184, Jan./Jun. 2011. SCOTT Joan – Gênero: uma categoria útil para análise histórica . New York, Columbia University Press. 1989. Trad: Christine Rufino Dabat, Maria Betânia Ávila.

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