Artigo Anais X CONAGES

ANAIS de Evento

ISSN: 2177-4781

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PSICANÁLISE, CULTURA E EXERCÍCIO DA LIVRE SEXUALIDADE HUMANA – DESEJO E FALTA NA BISSEXUALIDADE.

Palavra-chaves: SEXUALIDADE E PSICANÁLISE, DESEJO E FALTA, BISSEXUALIDADE E CULTURA Comunicação Oral (CO) Psicologia, Psicanálise, gênero, sexualidades Publicado em 04 de junho de 2014

Resumo

Este trabalho científico busca apresentar uma análise acerca da construção da sexualidade no sujeito por um viés psicanalítico – considerando-o como constituído de desejo e de falta –, além de inserir a cultura como fator importante numa construção psicossocial da execução da livre sexualidade do sujeito – ou, em padrões mais diretivos, da bissexualidade. O objetivo proposto foi o de explanar sobre a constituição psíquica primitiva que derivará numa escolha objetal do sujeito, a escolha de um objeto sexual – objeto esse que é sem nome e sem gênero: constitui-se, portanto, uma tendência à bissexualidade, ou, como é abordado no trabalho, uma execução da livre sexualidade do sujeito – que o é por desejo e não por uma convenção social à heterossexualidade ou a uma escolha direcionada obrigatoriamente ao sexo oposto. Dentre as ideias defendidas, vale destacar a abordagem psicanalítica freudiana acerca da teoria da sexualidade, a constituição psíquica do sujeito como sendo de desejo e de falta – esse desejo e falta como bases da sexualidade –, o direcionamento da catexia objetal em relação ao feminino, masculino ou ambos e a pulsão do sujeito em direção a um objeto sem sexo e sem nome. Ainda sobre os pontos abordados no decorrer deste trabalho vale a pensa considerar a sexualidade como sendo uma construção psicossocial: um direto atravessamento da cultura na questão psíquica – representada pela teoria psicanalítica freudiana. Considera-se, então, que o sujeito psicanalítico o é como ser de desejo e falta e que a cultura também tem papel importante nessa constituição psíquica e social da sexualidade do indivíduo, e que, ainda, o objeto de escolha de seu desejo sexual é selecionado de maneira indiferenciada e, essencialmente, pulsional.

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