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ANAIS de Evento

ISSN: 2177-4781

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TROPAS MASCULINAS, FEMININAS OU MISTAS? UMA ABORDAGEM SOBRE A COEDUCAÇÃO NOS GRUPOS DE ESCOTEIROS EM CAMPINA GRANDE

Palavra-chaves: CAMPINA GRANDE, COEDUCAÇÃO, GRUPOS DE ESCOTEIROS Comunicação Oral (CO) Práticas pedagógicas, sujeitos e gênero

Resumo

TROPAS MASCULINAS, FEMININAS OU MISTAS? UMA ABORDAGEM SOBRE A COEDUCAÇÃO NOS GRUPOS DE ESCOTEIROS EM CAMPINA GRANDEAndressa Barbosa de Farias Leandro-UFCGIdealizado no inicio do século XX, pelo general inglês Baden-Powell, o Escotismo foi inicialmente elaborado para complementar a educação de garotos ingleses. Mas, devido à insistência de muitas garotas que queriam seguir o exemplo de seus irmãos e ingressar nas tropas escoteiras, logo, o criador do Escotismo, fundou um Movimento exclusivo para elas, o Girl Guides, que ficou conhecido no Brasil como o Movimento Bandeirante. Um longo caminho foi percorrido até a implantação da coeducação no Movimento Escoteiro. Em Campina Grande, onde as atividades escoteiras foram iniciadas no inicio da década de 1980, os Grupos de Escoteiros (General Sampaio, Santos Dumont e Baturité) sempre foram mistos, contudo havia uma separação entre meninos e meninas, ambos eram organizados em tropas femininas e tropas masculinas. O presente artigo propõe uma reflexão sobre a coeducação nos Grupos de Escoteiros de Campina Grande, nas décadas de 1980-1990, problematizando as relações de gênero dentro desses Grupos. Para a concretização desse estudo, realizamos uma pesquisa qualitativa no P.O.R (Programa de Organização e Regras) que rege os escoteiros do Brasil, também fizemos pesquisas nos arquivos dos referidos Grupos, recorremos ainda, ao método da História Oral, assim, entrevistamos pessoas que fizeram parte do Movimento Escoteiro, no recorte temporal privilegiado nesse estudo.Palavras-chaves: Campina Grande. Coeducação. Grupos de Escoteiros.

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