Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

POPULAÇÃO TRANS E SAÚDE: PERFIL DE TRANS MASCULINOS NO INTERIOR PARAIBANO

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Publicado em 09 de abril de 2014

Resumo

A população trans está definida aqui como pessoas que transitam entre um gênero e outro, tais como os travestis, os transformistas,os transexuais e uma parcela autodenominada genericamente de gay, mas que vez por outra assume posturas características de pessoas trans. Esta população apresenta-se mais vulnerável à DST. Nos últimos anos vem sendo criadas políticas de Atenção Integral a Saúde LGBT, com a intenção de garantir o acesso dessa população aos serviços de saúde de forma integral. Esta comunicação traz o recorte da saúde da população trans, sendo este trabalho parte de uma pesquisa mais ampla que teve como objetivo traçar o perfil da população trans masculina de Cajazeiras-PB, realizada por professores e alunos da FSM – PB. Tratou-se de uma pesquisa de caráter descritivo, exploratório com abordagem quantitativa. A coleta de dados aconteceu durante o mês de agosto de 2013, na cidade de Cajazeiras-PB, onde foram utilizados questionários com perguntas padronizadas e fechadas com dados sociodemográfico e dados específicos, teve como amostra 44 pessoas. Na pesquisa 61% dos entrevistados se consideram gay, 20% travesti, 2% transexual, 2% transformista e 14% se enquadraram em outras classificações. Quando questionados sobre a situação atual de saúde 100% dos participantes relataram ter a saúde preservada, sugerindo assim, que esse conceito pode estar condicionado apenas à saúde física, pois outras questões respondidas revelam uma oscilação quando se fala no estado psíquico e emocional, evidenciado por situações de dores de cabeça e estômago, ansiedade, insônia e medo. Sobre o uso de preservativos 68% da população entrevistada relatou que o usam independente da pessoa com que esteja, sendo que 21% relataram que usam apenas quando está com cliente, 14% disse usar às vezes e 11% relatou nunca usar preservativo, mostrando com isso o aumento dos riscos para as doenças sexualmente transmissíveis. Percebe-se que apesar de haver políticas voltadas para a saúde da população LGBT, não há efetivação das ações propostas e o seu alcance geográfico é limitado. O estudo aponta para a necessidade de se estabelecer estratégias de conscientização e assim como um serviço de saúde que garanta o atendimento integral, humanizado e que contemple as especificidades que trazem as pessoas trans.

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