O cobre vem sendo utilizado na tentativa de tornar a vida do homem mais saudável, já que em sua forma iônica participa de muitos processos biológicos. Dessa forma, o cobre é um dos metais mais estudados e que pode ser administrado na forma de complexos organometálicos. Sua associação ao DIU favoreceu a formação de um método contraceptivo bastante eficaz. O presente artigo teve como objetivo avaliar as evidências literárias sobre o uso do cobre associado aos dispositivos intrauterinos na contracepção, além de identificar outros usos clínicos. Foi elaborada uma revisão de literaruta do tipo integrativa, utilizando documentos publicados no período de 2007 à 2018, seguindo-se critérios de inclusão e exclusão. As pesquisas foram feitas via internet em diferentes bases de dados, resultando da combinação de termos relacionados ao tema. Os resultados e discussões permitiram avaliar que uma quantidade mínima de cobre é suficiente para proporcionar um efeito anticoncepcional elevado. Mediante tais afirmações, o DIU-Cu é indicado para mulheres que desejam contracepção temporária e reversível. Os efeitos colaterais surgem como uma resposta fisiológica à presença do dispositivo. Além disso, o cobre pode ser usado para outros fins como na associação com anti-inflamatórios não-esteroidais e no tratamento do câncer. Diante disso, pode-se perceber a eficácia do cobre na contracepção e sua importância nos diferentes usos clínicos.