Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

QUALIDADE DE VIDA E SINTOMAS OSTEOMUSCULARES EM PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO SUPERIOR DA CIDADE DE CRATO-CE

Palavra-chaves: PROFESSORES, SINTOMAS OSTEOMUSCULARES, QUALIDADE DE VIDA Comunicação Oral (CO) GT 17 – Ensino e suas interseções Publicado em 20 de dezembro de 2017

Resumo

Através de um estudo de levantamento, de cunho quantitativo, de características descritiva e comparativa, na formatação transversal, buscou-se, como objetivo geral do estudo, Analisar o nível de qualidade de vida e a prevalência de sintomas osteomusculares em professores de Educação Física do ensino superior da Cidade de Crato-CE. A amostra se caracterizou como um score de 15 indivíduos, escolhidos de maneira uniforme e aleatória, com média de idade de 38,87+10,09. Para mensuração da dos Sintomas Osteomusculares, foi utilizado o Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares (QNSO), e para a aferição da qualidade de vida, utilizou-se do questionário SF-36. Os dados foram analisados estatisticamente, aplicando-se estatística descritiva de medidas tendência central e medidas de dispersão. No que se refere à qualidade de vida, pode-se constatar que parte dos professores obtiveram um percentual máximo (100) em maior parte dos domínios, exceto vitalidade. Nesse contexto, também, foram obtidos valores mínimos (0,00) para os domínios aspectos físicos e aspectos emocionais. De um modo geral a capacidade funcional se destaca como o domínio que apresentou a maior média, sendo esta equivalente a 92,00. Quanto aos Sintomas Osteomusculares a amostra revela que nos últimos 12 meses o sintoma que se destacou com uma maior frequência foi o pescoço/região cervical com (33,3%), a região que apresentou a menor frequência de sintomas foi a do quadril/membros inferiores com (6,6%). A tabela referente a aparição de sintomas osteomusculares nos últimos sete dias, revela resultados bem inferiores do que os apresentados nos últimos doze meses. De modo geral, a região que apresentou a maior frequência de sintomas foi a do pescoço/região cervical, com 26,7%, seguida dos ombros, quadril/membros inferiores, com 13,3%. A região que apresentou a menor porcentagem quanto a presença frequente de sintomas foi a região dorsal, 6,7%. Os resultados alcançados tanto na qualidade de vida como nos sintomas osteomusculares se mostraram de forma satisfatória.

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