Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

O BRINCAR EM CENA: REPRESENTAÇÕES DO LÚDICO NO TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM CÂNCER

Palavra-chaves: CORPO, LÚDICO, CÂNCER INFANTIL, ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO Comunicação Oral (CO) GT 11 - Inclusão, Direitos Humanos e Interculturalidade
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Publicado em 19 de dezembro de 2017

Resumo

O objetivo desse trabalho é revisar a literatura relativa a temática corpo, lúdico e criança com câncer, a fim de identificar quais os benefícios que as atividades lúdicas proporcionam às crianças em tratamento oncológico. No tratamento a criança é submetida, na sua grande maioria, a procedimentos médico-hospitalares invasivos e dolorosos, como por exemplo a quimioterapia. Tais procedimentos são desencadeadores de sentimentos como: ansiedade, angústia, raiva, medo, impotência, desamparo, tristeza e, principalmente, medo da morte, tanto para a criança quanto para os seus familiares. Neste contexto, percebe-se que as atividades lúdicas aparecem como importante estratégia de confronto a essas condições, propiciando um ambiente menos traumatizante e mais humanizado, podendo promover, assim, a saúde e o bem-estar da criança em tais condições e, também, de sua família. Empreendemos como procedimento metodológico uma pesquisa bibliográfica, procurando entrar em contato com o que já se produziu e registrou a respeito do tema, buscando uma relação com o que foi percebido na minha experiência, durante os anos de 2013 à 2014, que estive como psicóloga clínica/hospitalar na Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva, organização não governamental, situada na cidade de Natal-RN. Fica evidente que enquanto a criança brinca, sua atenção está concentrada na atividade em si e não em seus resultados ou efeitos. Ao brincar a criança aprende a conhecer, a fazer, a conviver e a ser, favorecendo o seu desenvolvimento biopsicossocial, além da sua curiosidade, da sua autonomia, da linguagem e do pensamento. Neste contexto, percebe-se a importância dos processos lúdicos como ferramenta de suporte terapêutico para as crianças em tratamento oncológico, pois elas contribuem para o desenvolvimento global das crianças e viabilizam, em grande parte dos casos, uma aderência mais positiva ao tratamento e melhora dos sintomas desencadeados pelo adoecimento.

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