Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

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FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O QUE MOSTRAM AS PESQUISAS SOBRE FORMAÇÃO DOS PROFESSORES QUE ATENDEM ALUNOS COM ALTAS HABILIDADES E SUPERDOTAÇÃO

Palavra-chaves: FORMAÇÃO DE PROFESSORES, EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA, ALTAS HABILIDADES E SUPERDOTAÇÃO Comunicação Oral (CO) GT 01 - Formação de Professores

Resumo

O presente texto, apresenta um recorte parcial de uma pesquisa de mestrado em andamento, que investiga a implementação de políticas públicas de educação inclusiva para professores da Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande, MS. A pesquisa está vinculada a Linha de Pesquisa Política, Gestão e História da Educação e ao Grupo de Pesquisa em Políticas de Formação e Trabalho Docente na Educação Básica (GEFORT), do Programa de Pós-Graduação em Educação - Mestrado e Doutorado da Universidade Católica Dom Bosco. Este trabalho tentará mostrar o que os pesquisadores retratam em suas pesquisas sobre a formação de professores que atendem a alunos com altas habilidades e superdotação. Para tanto, realizamos, inicialmente, o levantamento do estado do conhecimento, de uma forma mais específica, buscamos no GT 15 – Educação Especial da Associação Nacional de Pesquisa e Educação (ANPED) se, dentro do universo de trabalhos apresentados sobre educação especial, a temática das AH/SD havia sido contemplada. Para finalizar esse mapeamento, pesquisamos em um periódico específico de AH/SD se a formação de professores aparecia nas questões abordadas. Por esse prisma, os aspectos aqui abordados mediante a análise do conjunto de informações recolhidas proporcionaram tecer algumas considerações, a saber: há um campo frutífero para pesquisas sobre formação de professores para atuar com alunos com AH/SD, uma vez que foi encontrado um número inexpressivo de pesquisas sobre essa temática, embora haja trabalhos que tratem de currículo, identificação, salas de recursos, relações interpessoais, entre outras; as pesquisas sobre formação de professores para a educação especial privilegiam as deficiências e seguem um modelo de transmissão, e não de produção, de conhecimentos.

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