Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

AVALIAÇÃO DO ENSINO DE QUÍMICA NO ÚLTIMO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA DÉCADA DE MUDANÇAS

Palavra-chaves: QUÍMICA, EDUCAÇÃO, ENTENDIMENTO Comunicação Oral (CO) GT 16 – Ensino de Ciências Publicado em 20 de dezembro de 2017

Resumo

Na atual sociedade moderna, constantes discussões entre educadores e professores em Química buscam formas de aprimorar e contribuir para a ocorrência da aprendizagem significativa pelos educandos. O professor é o grande responsável na condução da aprendizagem dos seus educandos, que passam a conhecer ou continuam a ignorar a Química. Cabe ao educador desmitificar as equações e as fórmulas, mas, às vezes, há um ensino clássico de aulas expositivo-memorativas, onde simplesmente derrama-se conhecimento sobre os alunos e se espera que eles, num passe de mágica, passem a entender, contextualizar e dominar o conteúdo de Química. Diante da atual situação do ensino e aprendisagem de Química na rede pública, em 2007, observou-se a nessecidade de desenvolver uma pesquisa investigativa, quantitativa sobre o conhecimento e entendimento de Química dos estudantes do último ano das escolas públicas de Queimadas – PB, onde foram pesquisados cem discentes, com aplicação de um questionário objetivo, com questões ligadas ao universo da Química. Os resultados obtidos mostraram que os alunos têm um conhecimento em Química muito abaixo do esperado, devido a vários fatores preponderantes como: falta de aulas práticas, interligação da Química com o cotidiano do aluno, a falta de contexualização da disciplina com o proposto no próprio livro didático, entre outros graves motivos. Uma década depois, em 2017, foi refeita a mesma coleta de dados, nas mesmas escolas anteriormente pesquisadas com o mesmo número de sujeitos pesquisados com o intuito de reavaliar esses mesmos dados depois de dez anos, utilizando as mesmas questões e reaplicados os mesmos métodos da primeira pesquisa, com o objetivo de averiguar se ocorreu alguma mudança na forma de ensino e aprendizado dos estudantes dessas escolas na última década. Diante desses resultados, evidencia-se a nescessidade de os professores de Química procurarem cada vez mais contextualizar os conteúdos dessa disciplina com as vivências cotidianas dos educandos, levando-os a uma autonomia, onde esses possam ser críticos e tenham flexibilidade de pensamento.

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