Artigo Anais VIII FIPED

ANAIS de Evento

ISSN: 2316-1086

A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE LEITORES E ESCRITORES COMPETENTES NO ENSINO FUNDAMENTAL MENOR¹

Palavra-chaves: CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, LITERATURA INFANTIL, LUDICIDADE, LEITURA E ESCRITA Comunicação Oral (CO) GT 30 – LITERATURA INFANTIL E POÉTICAS ORAIS
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Publicado em 09 de novembro de 2016

Resumo

A exploração da literatura infantil na sala de aula através da contação de histórias têm contribuído de forma significativa para a formação de leitores e escritores competentes na sociedade. Muitas escolas se veem frustradas por não conseguirem desenvolver em seus alunos o hábito de ler e escrever com entusiasmo, contudo, escolas que cultivam a prática de contação de histórias da literatura infantil têm levado seus alunos a desenvolverem o hábito de ler por prazer, a se sobressaírem na leitura e escrita, na criatividade e interpretação, a ampliarem o seu vocabulário, assim como tem sido um estímulo para o professor ler mais e se aperfeiçoar na arte de ensinar. O objetivo deste trabalho foi investigar as contribuições que a contação de história da literatura infantil pode trazer para desenvolver as habilidades de leitura e escrita dos alunos nas escolas públicas, assim como promover a capacitação de professores e alunos para que tenham uma maior intimidade com a leitura e a escrita. Através de pesquisas bibliográficas e empírica, analisamos como a contação de histórias favorece a atenção e o interesse dos alunos para dedicarem-se mais à prática da leitura e escrita, o que os professores têm feito para incentivarem seus alunos nesta prática e, através de observações e entrevistas com os sujeitos da pesquisa, buscamos interpretar qualitativamente suas reações e respostas antes e depois da contação de histórias. Os resultados obtidos confirmam que a contação de histórias é uma ferramenta lúdica da aprendizagem que além de aguçar o imaginário e estimular a grande maioria dos alunos a ampliarem seu universo leitor, os ajudam a desenvolverem melhor sua escrita e oralidade, além de constituir uma das formas dos professores envolverem seus alunos de forma dinâmica, formando esta futura geração para uma realidade que exige não só leitores e escritores, mas pessoas autônomas, capazes de pensar e criar.

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