Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

ARTE E FORMAÇÃO DOCENTE DO PIBID: ESTRATÉGIAS DE ENSINO QUE APONTAM PARA UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL E INCLUSIVA

Palavra-chaves: ARTES VISUAIS, FORMAÇÃO DOCENTE, PIBID, PERSPECTIVA DECOLONIAL, INCLUSÃO, , , , Relato de Experiência Eixo temático 08: Formação inicial e continuada de professores.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Trata-se de um relato de experiência como coordenadora do núcleo 2 do PIBID Artes Visuais da UFPel a respeito dos encontros de formação realizados com estudantes e as supervisoras de escolas parceiras. O objetivo busca articular teoria e prática na defesa de uma escola pública comprometida com a justiça social, a diversidade e a valorização dos saberes plurais. A metodologia envolve o conceito de cartografia, discutido por Kastrup. As atividades formativas envolveram leitura e discussão de textos que fundamentam uma compreensão ética e política da docência, como as reflexões de Masschelein e Simons sobre a escola como espaço de suspensão e cuidado, o texto “Quando o mundo nos olha: sobre o privilégio de ter tido professores”, de Olarieta, que reafirma a centralidade da relação pedagógica; projetos de trabalho, de Hernández, que inspira práticas investigativas e interdisciplinares; e “Tudo sobre o amor”, de bell hooks, que redefine o amor como ação e ética e contribui para pensar o ensino como prática consciente e transformadora. As discussões teóricas foram articuladas a experiências formativas como palestras sobre autismo e inclusão, ampliando a compreensão das especificidades do desenvolvimento e da necessidade de práticas acessíveis; grafismos e artesanato indígena, valorizando a história e estéticas originárias; e reflexões sobre a infância, destacando no primeiro setênio a importância da sensibilidade e da imaginação na educação infantil. No campo das práticas artísticas, enfatiza-se a investigação da arte urbana, com intervenções por meio de lambes em tapumes, possibilitou a ocupação crítica do espaço público e o diálogo com a comunidade. Essas ações apontam para uma perspectiva decolonial ao reconhecer saberes historicamente marginalizados e promover a escuta, o respeito às diferenças e a construção coletiva do conhecimento. Assim, o PIBID fortalece a formação docente como prática reflexiva, ética e comprometida com uma educação inclusiva e socialmente referenciada.

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