Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

EQUACIONANDO O GÊNERO - PERSPECTIVAS ACADÊMICAS DA VIOLÊNCIA

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este trabalho é oriundo de situações de violência vivenciadas no ambiente acadêmico, bem como por reflexões construídas durante o curso de extensão organizado pelo grupo de pesquisa MatematiQueer da Universidade Federal do Rio de Janeiro: “Estudos de Gênero: o que a matemática tem a ver com isso?”. Experiências que desencadearam a pergunta norteadora da pesquisa: “Quais as narrativas entre gênero e matemática para estudantes e graduados na matemática?” e que apresenta como objetivo principal identificar as discriminações enfrentadas por discentes e graduados em matemática. Bem como as possíveis relações entre gênero e matemática dentro e fora da sala de aula. Para esclarecer estas questões este artigo aborda a pesquisa qualitativa, por meio de um formulário respondido por vinte e três estudantes e profissionais da matemática. As análises são efetuadas por meio das respostas dos participantes, dos meus conhecimentos e da história e conceituação do termo gênero; através da reflexão de autores como Scoot (1990), Foucault (1979) e Freire (1987). Os resultados deste estudo mostram que as narrativas de gênero dos participantes se concentram no binarismo homem x mulher e por vezes apresentam em suas definições conceitos de gênero do senso comum. Foi possível também perceber que assim como eu, outras pessoas, em sua predominância mulheres, também já sofreram algum tipo de violência no ambiente acadêmico. Já no que se refere às relações entre gênero e matemática, a habilidade na disciplina é consequência de dilemas sociais, políticos e econômicos, onde então é necessário incentivar todos os estudantes. Ainda, as possibilidades registradas para se trabalhar esta temática em sala de aula perpassa principalmente pela estatística, resolução de problemas, projetos e discussões com os discentes. A intenção por meio de discussões como as tratadas neste artigo é a de que a matemática possa realmente trabalhar a infinidade de conjuntos presentes na sociedade.

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