Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

INFÂNCIA EM TEMPOS ACELERADOS: A RELAÇÃO DA CRIANÇA COM O TEMPO

Palavra-chaves: CRIANÇA, INFÂNCIA, TEMPO, EDUCAÇÃO, COTIDIANO ESCOLAR, , , , Relato de Experiência Eixo Temático 01: Alfabetização e letramentos
"2026-05-12 13:40:09" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1847 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 143870
    "edicao_id" => 449
    "trabalho_id" => 548
    "inscrito_id" => 1505
    "titulo" => "INFÂNCIA EM TEMPOS ACELERADOS: A RELAÇÃO DA CRIANÇA COM O TEMPO"
    "resumo" => "A experiência relatada neste artigo foi desenvolvida em uma escola de Ensino Fundamental, Anos Iniciais e Ensino Médio, com o objetivo de compreender como as crianças percebem e se relacionam com o tempo em seu cotidiano escolar. A metodologia adotada consistiu em observações realizadas em sala de aula, com atenção às falas, comportamentos e interações das crianças diante da organização do tempo escolar. Durante a vivência, observou-se a necessidade de retirar os relógios da sala de aula, uma vez que as crianças demonstravam dificuldade em experienciar momentos de ócio, manifestando constantemente a necessidade de ocupar o tempo com atividades dirigidas. Foram recorrentes os questionamentos sobre o momento do intervalo ou sobre quanto tempo ainda restava para o término das atividades. Esses comportamentos evidenciam uma relação com o tempo fortemente marcada pela lógica adulta, pautada na produtividade, no controle e na antecipação de tarefas. O referencial teórico que nutre a experiência relatada no artigo está ancorado em Barbosa (2006); Sarmento (2008); Corsaro (2011) e Carvalho (2015); A experiência possibilitou refletir sobre como a infância contemporânea tem sido atravessada por uma temporalidade acelerada, que limita espaços de espera, imaginação e brincadeira espontânea. Conclui-se que as crianças, em grande medida, não vivenciam o tempo a partir de suas próprias experiências, mas sim a partir de modelos impostos pelos adultos e pela organização escolar, o que reforça a necessidade de repensar práticas educativas que valorizem outras formas de viver e sentir o tempo na infância."
    "modalidade" => "Relato de Experiência"
    "area_tematica" => "Eixo Temático 01: Alfabetização e letramentos"
    "palavra_chave" => "CRIANÇA, INFÂNCIA, TEMPO, EDUCAÇÃO, COTIDIANO ESCOLAR, , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV234_ID1505_TB548_09022026203832.pdf"
    "created_at" => "2026-05-14 11:28:28"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "MARIA EDUARDA REZENDE DE SOUZA DA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "MARIA EDUARDA"
    "autor_email" => "mariaeduardarb16@gmail.com"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL (UCS)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-v-enlic-sul"
    "edicao_nome" => "Anais do V ENLIC SUL"
    "edicao_evento" => "V Encontro das Licenciaturas da Região Sul"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enlicsul/2026"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6a0357e944710_12052026134009.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-05-12 13:40:09"
    "publicacao_id" => 138
    "publicacao_nome" => "Anais do V Enlic Sul"
    "publicacao_codigo" => "978-65-5222-092-9"
    "tipo_codigo_id" => 2
    "tipo_codigo_nome" => "ISBN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 143870
    "edicao_id" => 449
    "trabalho_id" => 548
    "inscrito_id" => 1505
    "titulo" => "INFÂNCIA EM TEMPOS ACELERADOS: A RELAÇÃO DA CRIANÇA COM O TEMPO"
    "resumo" => "A experiência relatada neste artigo foi desenvolvida em uma escola de Ensino Fundamental, Anos Iniciais e Ensino Médio, com o objetivo de compreender como as crianças percebem e se relacionam com o tempo em seu cotidiano escolar. A metodologia adotada consistiu em observações realizadas em sala de aula, com atenção às falas, comportamentos e interações das crianças diante da organização do tempo escolar. Durante a vivência, observou-se a necessidade de retirar os relógios da sala de aula, uma vez que as crianças demonstravam dificuldade em experienciar momentos de ócio, manifestando constantemente a necessidade de ocupar o tempo com atividades dirigidas. Foram recorrentes os questionamentos sobre o momento do intervalo ou sobre quanto tempo ainda restava para o término das atividades. Esses comportamentos evidenciam uma relação com o tempo fortemente marcada pela lógica adulta, pautada na produtividade, no controle e na antecipação de tarefas. O referencial teórico que nutre a experiência relatada no artigo está ancorado em Barbosa (2006); Sarmento (2008); Corsaro (2011) e Carvalho (2015); A experiência possibilitou refletir sobre como a infância contemporânea tem sido atravessada por uma temporalidade acelerada, que limita espaços de espera, imaginação e brincadeira espontânea. Conclui-se que as crianças, em grande medida, não vivenciam o tempo a partir de suas próprias experiências, mas sim a partir de modelos impostos pelos adultos e pela organização escolar, o que reforça a necessidade de repensar práticas educativas que valorizem outras formas de viver e sentir o tempo na infância."
    "modalidade" => "Relato de Experiência"
    "area_tematica" => "Eixo Temático 01: Alfabetização e letramentos"
    "palavra_chave" => "CRIANÇA, INFÂNCIA, TEMPO, EDUCAÇÃO, COTIDIANO ESCOLAR, , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV234_ID1505_TB548_09022026203832.pdf"
    "created_at" => "2026-05-14 11:28:28"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "MARIA EDUARDA REZENDE DE SOUZA DA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "MARIA EDUARDA"
    "autor_email" => "mariaeduardarb16@gmail.com"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL (UCS)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-v-enlic-sul"
    "edicao_nome" => "Anais do V ENLIC SUL"
    "edicao_evento" => "V Encontro das Licenciaturas da Região Sul"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enlicsul/2026"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6a0357e944710_12052026134009.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-05-12 13:40:09"
    "publicacao_id" => 138
    "publicacao_nome" => "Anais do V Enlic Sul"
    "publicacao_codigo" => "978-65-5222-092-9"
    "tipo_codigo_id" => 2
    "tipo_codigo_nome" => "ISBN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

A experiência relatada neste artigo foi desenvolvida em uma escola de Ensino Fundamental, Anos Iniciais e Ensino Médio, com o objetivo de compreender como as crianças percebem e se relacionam com o tempo em seu cotidiano escolar. A metodologia adotada consistiu em observações realizadas em sala de aula, com atenção às falas, comportamentos e interações das crianças diante da organização do tempo escolar. Durante a vivência, observou-se a necessidade de retirar os relógios da sala de aula, uma vez que as crianças demonstravam dificuldade em experienciar momentos de ócio, manifestando constantemente a necessidade de ocupar o tempo com atividades dirigidas. Foram recorrentes os questionamentos sobre o momento do intervalo ou sobre quanto tempo ainda restava para o término das atividades. Esses comportamentos evidenciam uma relação com o tempo fortemente marcada pela lógica adulta, pautada na produtividade, no controle e na antecipação de tarefas. O referencial teórico que nutre a experiência relatada no artigo está ancorado em Barbosa (2006); Sarmento (2008); Corsaro (2011) e Carvalho (2015); A experiência possibilitou refletir sobre como a infância contemporânea tem sido atravessada por uma temporalidade acelerada, que limita espaços de espera, imaginação e brincadeira espontânea. Conclui-se que as crianças, em grande medida, não vivenciam o tempo a partir de suas próprias experiências, mas sim a partir de modelos impostos pelos adultos e pela organização escolar, o que reforça a necessidade de repensar práticas educativas que valorizem outras formas de viver e sentir o tempo na infância.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.