Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

RELATOS ESTUDANTIS SOBRE DESIGUALDADE E JUSTIÇA AMBIENTAL NA AULA DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS.

Palavra-chaves: JUSTIÇA AMBIENTAL, INJUSTIÇAS SOCIOESPACIAIS, GEOGRAFIA ESCOLAR, GEOGRAFIA CRÍTICA, JUSTIÇA AMBIENTAL, INJUSTIÇAS SOCIOESPACIAIS, GEOGRAFIA ESCOLAR, GEOGRAFIA CRÍTICA, , , , Relato de Experiência Eixo Temático 03: Educação, linguagens, tecnologias e valores.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

O presente resumo vincula-se ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), núcleo Geografia, no qual atuo com uma turma de nono ano do ensino fundamental em uma escola pública estadual em Porto Alegre/RS. Objetiva-se relatar a experiência de aula que buscou construir o conceito de justiça ambiental como ferramenta teórica crítica na geografia escolar. A proposta buscou romper com a visão tradicional e descritiva da geografia, inserindo os estudantes no debate sobre como as desigualdades sociais se materializam no espaço através da distribuição desigual de riscos e benefícios ambientais. A fundamentação teórica baseia-se na geografia crítica de Milton Santos e nos conceitos de justiça ambiental de Henri Acselrad e Rogério Rammê, que discutem a "seletividade espacial" e a "geografia dos rejeitos". A metodologia adotada foi a pesquisa-ação de abordagem qualitativa, estruturada a partir do desenvolvimento de uma aula, observação participante e reflexão sobre os resultados. Para a execução, utilizou-se o mapeamento de conflitos ambientais locais e globais, permitindo a identificação do "racismo ambiental" em contextos próximos à realidade urbana dos alunos e em escala mundial. Como atividade, os alunos produziram relatos em primeira pessoa, assumindo o papel de moradores de áreas afetadas pela desigualdade ambiental. Por meio dessa atividade, os alunos puderam formular e expressar suas ideias para além de paradigmas e estereótipos, construindo leituras próprias e mais fundamentadas da realidade. Com isso, passaram a reconhecer e problematizar as injustiças socioespaciais vivenciadas, adotando uma postura mais crítica e analítica diante do território. Os resultados indicam que a abordagem da justiça ambiental qualifica o olhar do estudante sobre o território, ampliando sua capacidade de análise com base em reflexão e evidências. Assim, a experiência reforça a relevância dessa práxis na formação inicial, ao estimular uma compreensão mais crítica e não estereotipada dos desafios socioambientais.

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