Artigo CONEDU - Educação emocional (Vol.4)

E-books

ISBN: 978-65-5222-071-4

PANDEMIA SILENCIOSA: COMO O TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA (TAG) AFETA O DESEMPENHO DA NOVA GERAÇÃO

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                  A Educa&ccedil;&atilde;o Emocional, outrora circunscrita a debates perif&eacute;ricos e frequentemente confundida com iniciativas pontuais de bem-estar, vem adquirindo centralidade nas discuss&otilde;es contempor&acirc;neas sobre educa&ccedil;&atilde;o, subjetividade e vida social. Esse movimento n&atilde;o &eacute; fortuito: ele responde &agrave;s complexas demandas de um tempo marcado pela intensifica&ccedil;&atilde;o das vulnerabilidades humanas, pela reconfigura&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas educativas e pela necessidade urgente de pensar a forma&ccedil;&atilde;o integral como experi&ecirc;ncia &eacute;tica, est&eacute;tica e pol&iacute;tica.&nbsp;<br />\r\n
                  Em meio a essas tens&otilde;es, torna-se incontorn&aacute;vel reconhecer que a ideologia neoliberal, ao infiltrar-se nos discursos e pr&aacute;ticas escolares, tende a mecanizar e tecnicizar o sujeito, reduzindo-o a um conjunto de compet&ecirc;ncias perform&aacute;ticas e mensur&aacute;veis.&nbsp;<br />\r\n
                  Nesse contexto, o humano &eacute; convocado a alinhar-se a metas, &iacute;ndices e protocolos que desconsideram a densidade afetiva da exist&ecirc;ncia, transformando a escola em espa&ccedil;o de constante vigil&acirc;ncia e produtividade. A centralidade atribu&iacute;da &agrave;s avalia&ccedil;&otilde;es externas e &agrave;s pol&iacute;ticas educacionais orientadas por resultados, frequentemente inspiradas em modelos gerenciais importados do setor empresarial, refor&ccedil;a uma l&oacute;gica tecnocr&aacute;tica que reduz a complexidade dos processos formativos a indicadores num&eacute;ricos, rankings e metas de desempenho.&nbsp;<br />\r\n
                  Tais pol&iacute;ticas, ao priorizarem m&eacute;tricas padronizadas e curr&iacute;culos prescritivos, tornam-se c&uacute;mplices de pr&aacute;ticas pedag&oacute;gicas que privilegiam compet&ecirc;ncias operacionais em detrimento da forma&ccedil;&atilde;o integral, limitando o papel da escola &agrave; prepara&ccedil;&atilde;o para testes e ignorando a riqueza emocional, cultural e social que comp&otilde;e a vida dos sujeitos.&nbsp;<br />\r\n
                  Nesse cen&aacute;rio, as diferen&ccedil;as s&atilde;o tratadas como desvios a serem corrigidos, e n&atilde;o como express&otilde;es leg&iacute;timas da pluralidade humana. Estudantes que n&atilde;o se encaixam no modelo idealizado, seja por trajet&oacute;rias diversas, ritmos distintos, contextos de vulnerabilidade ou modos singulares de ser, estar, sentir e aprender, acabam exclu&iacute;dos simbolicamente por pol&iacute;ticas que prometem equidade, mas refor&ccedil;am desigualdades estruturais.&nbsp;<br />\r\n
                  Interpelar essa l&oacute;gica &eacute; reconhecer que a Educa&ccedil;&atilde;o Emocional n&atilde;o emerge como adendo perif&eacute;rico &agrave;s pr&aacute;ticas escolares, mas como cr&iacute;tica contundente a uma racionalidade p&uacute;blica que esvazia o sentido da educa&ccedil;&atilde;o, reafirmando que formar sujeitos n&atilde;o &eacute; trein&aacute;-los para performar, mas acompanh&aacute;-los na constru&ccedil;&atilde;o sens&iacute;vel, &eacute;tica e plural de modos de existir.<br />\r\n
                  A Educa&ccedil;&atilde;o Emocional emerge n&atilde;o como contraponto ing&ecirc;nuo, mas como resist&ecirc;ncia cr&iacute;tica: ela afirma a centralidade das emo&ccedil;&otilde;es, da sensibilidade e da experi&ecirc;ncia compartilhada, devolvendo &agrave; educa&ccedil;&atilde;o sua tarefa essencial de humanizar, cultivar v&iacute;nculos e possibilitar que cada sujeito exista para al&eacute;m das engrenagens que tentam reduzi-lo. Educar emo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o significa domestic&aacute;-las, mas reconhec&ecirc;-las como parte constitutiva da condi&ccedil;&atilde;o humana, como campo de sentido e como linguagem que traduz, tensiona e reinventa a rela&ccedil;&atilde;o dos sujeitos consigo, com o outro e com o mundo.<br />\r\n
                  &Eacute; nesse horizonte que o Grupo de Trabalho Educa&ccedil;&atilde;o Emocional do CONEDU se consolidou como espa&ccedil;o de encontro, investiga&ccedil;&atilde;o e cria&ccedil;&atilde;o. O expressivo n&uacute;mero de submiss&otilde;es desta edi&ccedil;&atilde;o &ndash; mais de 150 trabalhos, advindos de diferentes regi&otilde;es, campos disciplinares, perspectivas te&oacute;ricas e experi&ecirc;ncias formativas &ndash; evidencia a vitalidade do tema e o desejo coletivo de compreender as emo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o apenas como objeto de estudo, mas como pot&ecirc;ncia formadora.&nbsp;<br />\r\n
                  Nesta pluralidade, convivem pesquisas sobre sa&uacute;de mental, pr&aacute;ticas docentes, metodologias ativas, arte, esportes, espiritualidade, inf&acirc;ncia, juventude, vulnerabilidades sociais, tecnologias, curr&iacute;culo, inclus&atilde;o e tantos outros caminhos epistemol&oacute;gicos-te&oacute;ricos- metodol&oacute;gicos que mostram que a Educa&ccedil;&atilde;o Emocional n&atilde;o cabe em delimita&ccedil;&otilde;es r&iacute;gidas: ela transborda.<br />\r\n
                  Os trabalhos aqui reunidos ampliam essa tessitura ao revelar que educar emocionalmente &eacute; cultivar um exerc&iacute;cio cont&iacute;nuo de presen&ccedil;a, escuta e responsabiliza&ccedil;&atilde;o. Cada pesquisa, relato, interven&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica, an&aacute;lise reflexiva ou proposta metodol&oacute;gica parte de um lugar singular, mas converge para um compromisso comum: compreender como os afetos atravessam o cotidiano educacional e como podem produzir modos mais &eacute;ticos, dial&oacute;gicos e humanizadores de existir com os outros na escola, na fam&iacute;lia e em tantos outros espa&ccedil;os-tempos. Assim, o GT reafirma sua voca&ccedil;&atilde;o como l&oacute;cus de acolhimento e rigor acad&ecirc;mico, no qual a sensibilidade n&atilde;o se op&otilde;e &agrave; ci&ecirc;ncia, mas a ela se articula como dimens&atilde;o epistemol&oacute;gica.<br />\r\n
                  Que este e-book, portanto, possa testemunhar a pot&ecirc;ncia das ideias, das pr&aacute;ticas e das viv&ecirc;ncias que se inscrevem no campo da Educa&ccedil;&atilde;o Emocional. Que ele inspire outras pesquisas, outras vozes, outras experi&ecirc;ncias que reconhe&ccedil;am, nas emo&ccedil;&otilde;es, um terreno f&eacute;rtil para pensar a educa&ccedil;&atilde;o como processo integral, dial&oacute;gico e comprometido com a dignidade humana. E que, ao celebrar a pluralidade dos trabalhos aqui apresentados, reafirmemos que sentir, compreender e transformar s&atilde;o movimentos insepar&aacute;veis na constru&ccedil;&atilde;o de uma educa&ccedil;&atilde;o mais justa e profundamente humana.<br />\r\n
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                  ANA MARIA SOTERO PEREIRA<br />\r\n
                  BRUNA CARVALHO<br />\r\n
                  EVELINE DA SILVA MEDEIROS BATISTA<br />\r\n
                  IRANETE DE ARA&Uacute;JO MEIRA<br />\r\n
                  IRINALDO CAETANO MARQUES<br />\r\n
                  JOSELITO SANTOS<br />\r\n
                  MARCIA CRISTINA ARA&Uacute;JO LUSTOSA SILVA<br />\r\n
                  MARIA DAS DORES TRAJANO RIBEIRO<br />\r\n
                  MARIEUNICE PEREIRA CAMPOS DOS SANTOS<br />\r\n
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                  A Educa&ccedil;&atilde;o Emocional, outrora circunscrita a debates perif&eacute;ricos e frequentemente confundida com iniciativas pontuais de bem-estar, vem adquirindo centralidade nas discuss&otilde;es contempor&acirc;neas sobre educa&ccedil;&atilde;o, subjetividade e vida social. Esse movimento n&atilde;o &eacute; fortuito: ele responde &agrave;s complexas demandas de um tempo marcado pela intensifica&ccedil;&atilde;o das vulnerabilidades humanas, pela reconfigura&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas educativas e pela necessidade urgente de pensar a forma&ccedil;&atilde;o integral como experi&ecirc;ncia &eacute;tica, est&eacute;tica e pol&iacute;tica.&nbsp;<br />\r\n
                  Em meio a essas tens&otilde;es, torna-se incontorn&aacute;vel reconhecer que a ideologia neoliberal, ao infiltrar-se nos discursos e pr&aacute;ticas escolares, tende a mecanizar e tecnicizar o sujeito, reduzindo-o a um conjunto de compet&ecirc;ncias perform&aacute;ticas e mensur&aacute;veis.&nbsp;<br />\r\n
                  Nesse contexto, o humano &eacute; convocado a alinhar-se a metas, &iacute;ndices e protocolos que desconsideram a densidade afetiva da exist&ecirc;ncia, transformando a escola em espa&ccedil;o de constante vigil&acirc;ncia e produtividade. A centralidade atribu&iacute;da &agrave;s avalia&ccedil;&otilde;es externas e &agrave;s pol&iacute;ticas educacionais orientadas por resultados, frequentemente inspiradas em modelos gerenciais importados do setor empresarial, refor&ccedil;a uma l&oacute;gica tecnocr&aacute;tica que reduz a complexidade dos processos formativos a indicadores num&eacute;ricos, rankings e metas de desempenho.&nbsp;<br />\r\n
                  Tais pol&iacute;ticas, ao priorizarem m&eacute;tricas padronizadas e curr&iacute;culos prescritivos, tornam-se c&uacute;mplices de pr&aacute;ticas pedag&oacute;gicas que privilegiam compet&ecirc;ncias operacionais em detrimento da forma&ccedil;&atilde;o integral, limitando o papel da escola &agrave; prepara&ccedil;&atilde;o para testes e ignorando a riqueza emocional, cultural e social que comp&otilde;e a vida dos sujeitos.&nbsp;<br />\r\n
                  Nesse cen&aacute;rio, as diferen&ccedil;as s&atilde;o tratadas como desvios a serem corrigidos, e n&atilde;o como express&otilde;es leg&iacute;timas da pluralidade humana. Estudantes que n&atilde;o se encaixam no modelo idealizado, seja por trajet&oacute;rias diversas, ritmos distintos, contextos de vulnerabilidade ou modos singulares de ser, estar, sentir e aprender, acabam exclu&iacute;dos simbolicamente por pol&iacute;ticas que prometem equidade, mas refor&ccedil;am desigualdades estruturais.&nbsp;<br />\r\n
                  Interpelar essa l&oacute;gica &eacute; reconhecer que a Educa&ccedil;&atilde;o Emocional n&atilde;o emerge como adendo perif&eacute;rico &agrave;s pr&aacute;ticas escolares, mas como cr&iacute;tica contundente a uma racionalidade p&uacute;blica que esvazia o sentido da educa&ccedil;&atilde;o, reafirmando que formar sujeitos n&atilde;o &eacute; trein&aacute;-los para performar, mas acompanh&aacute;-los na constru&ccedil;&atilde;o sens&iacute;vel, &eacute;tica e plural de modos de existir.<br />\r\n
                  A Educa&ccedil;&atilde;o Emocional emerge n&atilde;o como contraponto ing&ecirc;nuo, mas como resist&ecirc;ncia cr&iacute;tica: ela afirma a centralidade das emo&ccedil;&otilde;es, da sensibilidade e da experi&ecirc;ncia compartilhada, devolvendo &agrave; educa&ccedil;&atilde;o sua tarefa essencial de humanizar, cultivar v&iacute;nculos e possibilitar que cada sujeito exista para al&eacute;m das engrenagens que tentam reduzi-lo. Educar emo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o significa domestic&aacute;-las, mas reconhec&ecirc;-las como parte constitutiva da condi&ccedil;&atilde;o humana, como campo de sentido e como linguagem que traduz, tensiona e reinventa a rela&ccedil;&atilde;o dos sujeitos consigo, com o outro e com o mundo.<br />\r\n
                  &Eacute; nesse horizonte que o Grupo de Trabalho Educa&ccedil;&atilde;o Emocional do CONEDU se consolidou como espa&ccedil;o de encontro, investiga&ccedil;&atilde;o e cria&ccedil;&atilde;o. O expressivo n&uacute;mero de submiss&otilde;es desta edi&ccedil;&atilde;o &ndash; mais de 150 trabalhos, advindos de diferentes regi&otilde;es, campos disciplinares, perspectivas te&oacute;ricas e experi&ecirc;ncias formativas &ndash; evidencia a vitalidade do tema e o desejo coletivo de compreender as emo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o apenas como objeto de estudo, mas como pot&ecirc;ncia formadora.&nbsp;<br />\r\n
                  Nesta pluralidade, convivem pesquisas sobre sa&uacute;de mental, pr&aacute;ticas docentes, metodologias ativas, arte, esportes, espiritualidade, inf&acirc;ncia, juventude, vulnerabilidades sociais, tecnologias, curr&iacute;culo, inclus&atilde;o e tantos outros caminhos epistemol&oacute;gicos-te&oacute;ricos- metodol&oacute;gicos que mostram que a Educa&ccedil;&atilde;o Emocional n&atilde;o cabe em delimita&ccedil;&otilde;es r&iacute;gidas: ela transborda.<br />\r\n
                  Os trabalhos aqui reunidos ampliam essa tessitura ao revelar que educar emocionalmente &eacute; cultivar um exerc&iacute;cio cont&iacute;nuo de presen&ccedil;a, escuta e responsabiliza&ccedil;&atilde;o. Cada pesquisa, relato, interven&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica, an&aacute;lise reflexiva ou proposta metodol&oacute;gica parte de um lugar singular, mas converge para um compromisso comum: compreender como os afetos atravessam o cotidiano educacional e como podem produzir modos mais &eacute;ticos, dial&oacute;gicos e humanizadores de existir com os outros na escola, na fam&iacute;lia e em tantos outros espa&ccedil;os-tempos. Assim, o GT reafirma sua voca&ccedil;&atilde;o como l&oacute;cus de acolhimento e rigor acad&ecirc;mico, no qual a sensibilidade n&atilde;o se op&otilde;e &agrave; ci&ecirc;ncia, mas a ela se articula como dimens&atilde;o epistemol&oacute;gica.<br />\r\n
                  Que este e-book, portanto, possa testemunhar a pot&ecirc;ncia das ideias, das pr&aacute;ticas e das viv&ecirc;ncias que se inscrevem no campo da Educa&ccedil;&atilde;o Emocional. Que ele inspire outras pesquisas, outras vozes, outras experi&ecirc;ncias que reconhe&ccedil;am, nas emo&ccedil;&otilde;es, um terreno f&eacute;rtil para pensar a educa&ccedil;&atilde;o como processo integral, dial&oacute;gico e comprometido com a dignidade humana. E que, ao celebrar a pluralidade dos trabalhos aqui apresentados, reafirmemos que sentir, compreender e transformar s&atilde;o movimentos insepar&aacute;veis na constru&ccedil;&atilde;o de uma educa&ccedil;&atilde;o mais justa e profundamente humana.<br />\r\n
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                  IRANETE DE ARA&Uacute;JO MEIRA<br />\r\n
                  IRINALDO CAETANO MARQUES<br />\r\n
                  JOSELITO SANTOS<br />\r\n
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                  MARIA DAS DORES TRAJANO RIBEIRO<br />\r\n
                  MARIEUNICE PEREIRA CAMPOS DOS SANTOS<br />\r\n
                  NATANAEL DUARTE DE AZEVEDO<br />\r\n
                  PAULA ALMEIDA DE CASTRO<br />\r\n
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Publicado em 20 de abril de 2026

Resumo

A pesquisa tem como objetivo compreender como o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) afeta a vivência social de um adolescente nos mais diversos âmbitos do cotidiano, para isso foi utilizada uma metodologia focada em revisões de referências bibliográficas sobre a etiologia e os sintomas do TAG com a análise de dados estatísticos e estudos de casos focados em pessoas dentro da faixa etária de 12 a 18 anos. O problema central do estudo é aprofundar a compreensão da relação direta e complexa entre o uso excessivo de tecnologias modernas e o desenvolvimento desse transtorno. É notório o crescimento no número de casos de jovens com o TAG, especialmente em gerações que cresceram junto a rápidas transformações tecnológicas e sociais, agravadas por eventos globais recentes, como a pandemia do covid-19. Torna-se cada vez mais preocupante que esse transtorno esteja tão aparente nessa geração, visto que as tecnologias evoluem para um caminho no qual não há esperança que haja alguma mudança para auxiliar na diminuição das taxas de adolescentes com o TAG. Os resultados indicam que as redes sociais são o principal agravante ao desenvolvimento do TAG, isso vem da forma em que o algoritmo dessas plataformas digitais funciona para fornecer gratificação instantânea aos usuários, ou seja, a busca incessante pela liberação de dopamina (hormônio do prazer) e a cultura da comparação social, isso contribui para um ciclo vicioso de ansiedade, procrastinação constante, queda na produtividade geral e, em muitos casos, o isolamento social. A análise também aborda como essa dinâmica digital afeta a capacidade de concentração, a integridade emocional e o desenvolvimento de habilidades interpessoais essenciais que estão diretamente ligadas a maneira com qual as atividades diárias são realizadas, de maneira que caso muito presente vai afetá-las drasticamente.

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