Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

PALHAÇOTERAPIA E POSTURA ÉTICA NA ASSISTÊNCIA ÀS CRIANÇAS VERTICALMENTE EXPOSTAS AO VÍRUS HIV

Palavra-chaves: PALHAÇOTERAPIA, ÉTICA, HIV/AIDS Relato de Experiência(RE) Bioética
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Publicado em 09 de abril de 2014

Resumo

INTRODUÇÃO: No cenário hospitalar a palhaçoterapia, ou arte com palhaços, envolve ações lúdicas permeadas de risos, brincadeiras, faz-de-conta e muita alegria visando à socialização e o enfrentamento da ansiedade, traumas e do medo. São visíveis os impactos positivos do riso, da gargalhada e alegria na dimensão física, psicológica e no humor da criança influenciando na qualidade de vida. Evidentemente, a criança é um ser que não mede esforços para exteriorizar os seus sentimentos. Por isso, o primeiro contato entre palhaço-criança deve ser permeado de carinho, sensibilidade e responsabilidade ética para obter a confiança e uma verdadeira interação durante a atuação das ações lúdicas.Por conseguinte, o Projeto de Extensão Tiquinho de Alegria tem o objetivo de promover a humanização da assistência à criança no cenário hospitalar de forma lúdica, descortinando o modelo mecanicista. Neste sentido tem a importante missão de inserir o aluno na vivência assistencial é e para o aperfeiçoamento profissional e como futuros profissionais da saúde, devem ter sua prática pautada na conduta humana ética que é requerida nas interrelações cotidianasalém de influenciar na qualidade do atendimento. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo exploratório com abordagem qualitativa, com uma amostra de 4 alunos de graduação, integrantes do projeto de Extensão Tiquinho de Alegria que realizaram atividades lúdicas com as crianças no ambiente do SAE, no ano de 2013. Para a coleta dos dados foi utilizada a técnica da entrevista não diretiva em grupo buscando obter informações através do discurso livre, através da seguinte questão norteadora: qual a sua percepção sobre as atividades de palhaçoterapia realizadas no SAE para as crianças e na formação profissional de vocês?RESULTADOS E DISCUSSÃO: Atividades realizadas com as crianças:"Vestidos como palhaços chegamos ao SAE já brincandoe interagindo com as crianças fazendo piadas, animações com balões e lançando bolhinhas de sabão, que geralmente é a brincadeira que mais prende a atenção de crianças de pouca idade (P. 1º)." "Nas intervenções lúdicas ficamos surpresos com o encantamento com que somos recebidos pelas criança, pois a forma monótona com que elas esperam o atendimento é mudada. As cores das roupas, o nariz vermelho e a troca de brincadeiras tornam-se como um conto de fadas para as crianças (P.2º)." "Realizamos diversas atividades com músicas, brincadeiras, fantoches, não só com os pequenos, mas também com os acompanhantes e profissionais colorindo o dia de cada um (P.3º)."Realizamos as atividades em grupo e interagimos com as crianças brincando, pulando, rindo muito para provocar gargalhadas, sorrisos e transmitir um ambiente receptivo onde as crianças sintam-se acolhidas, seguras e esqueçam o medo do ambiente hospitalar (P.4º). CONSIDERAÇÕES FINAIS: As atividades desenvolvidas a partir do projeto de Extensão possibilitaram uma integração dos pilares ensino-pesquisa e extensão aliando a teoria à prática, em uma vivência ímpar para os acadêmicos a partir de um “novo jeito de cuidar” onde a alegria, as brincadeiras, a interação e o colorido fizeram parte da assistência.

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