Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

AVALIAÇÃO DA TOXICIDADE DO ÓLEO DE COCOS NUCIFERA L. FRENTE À ARTEMIA SALINA LEACH. DE UMA AMOSTRA NATURAL E OUTRA INDUSTRIALIZADA NA CIDADE DE SOUSA-PB.

Palavra-chaves: COCOS NUCIFERA L., TOXICIDADE, ARTEMIA SALINA LEACH Tema Livre (TL) Farmacologia
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Publicado em 09 de abril de 2014

Resumo

RESUMOO uso de plantas medicinais para uso terapêutico é bastante antigo na civilização. O Brasil possui uma extraordinária flora, onde, diversos princípios ativos são descobertos por pesquisadores para a prevenção, tratamento e cura de doenças, além de existir uma grande diversidade de plantas que ainda são desconhecidas do ponto de vista químico e imunofarmacológico. Diante disso, a espécie vegetal Cocos nucifera L. conhecida popularmente como coco-da-praia ou coco-da-bahia é uma planta típica do nordeste brasileiro, onde, o óleo extraído de sua polpa carnosa é bastante procurado no mercado para utilização em diversos fins tanto industriais quanto de suplementação alimentar. O objetivo desse trabalho foi avaliar a toxicidade do óleo de Cocos nucifera L. frente à Artemia salina Leach. de uma amostra natural e outra industrializada na cidade de Sousa-PB. Foi realizada uma pesquisa básica experimental, na qual as amostras foram coletadas e processadas para a realização de experimentos para determinação da toxicidade através de ensaios in vitro de toxicidade frente à Artemia salina Leach., onde nesse teste foi determinada a Concentração Letal Média (CL50) para avaliação da atividade biológica. Os resultados obtidos mostraram que todas as Artemias salinas Leach. foram mortas nas concentrações inferiores a 120 μg/mL, pois, o óleo-de-coco foi altamente tóxico para os microcrustáceos. Portanto, pode-se concluir que o óleo de Cocos nucifera L. apresenta alta atividade biológica por apresentar em sua composição ácidos graxos saturados como o ácido láurico, mirístico e palmítico que se encontram em maior quantidade em relação a outras substâncias também presentes. Diante do que foi abordado, será possível futuramente realizar testes antitumorais para evidenciar a atividade anticancerígena do óleo em estudo.

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