Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

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MAS, AFINAL O QUE TEM DENTRO DO NOSSO CORPO?

Palavra-chaves: PRÁTICAS DOCENTES, EDUCAÇÃO INFANTIL, CIÊNCIAS NATURAIS Comunicação Oral (CO) GT 09 - Educação Infantil Publicado em 20 de dezembro de 2017

Resumo

Este artigo tem como objetivo descrever a produção de experiências e práticas docentes no Núcleo de Educação da Infância - NEI, Colégio de Aplicação da UFRN, durante o 2º trimestre do ano de 2017 com a Turma 2, formada por 22 crianças na faixa etária compreendida entre 3 e 4 anos de idade. Desse modo, traremos um recorte do que vivenciado com o grupo a partir da articulação de experiências e saberes de campos diferentes, rememorando momentos de um percurso de construção do conhecimento que foi vivido com muita alegria e entusiasmo por crianças e professoras. O trabalho desenvolvido com o grupo foi pautado na metodologia de trabalho do tema de pesquisa que é adotada na instituição desde a sua reestruturação curricular em 1980. (RÊGO, 1999). A temática surge a partir da observação das brincadeiras das crianças, além dos questionamentos sobre a anatomia interna do corpo humano. A respeito do trabalho com uma temática relacionada a área das ciências naturais, ressaltamos que, conforme afirmam Delizoicov e Angotti (1990, p. 46) é algo imprescindível para a “formação cultural de qualquer cidadão”, “de modo a fornecer instrumentos que possibilitem uma melhor compreensão da sociedade em que vivemos”. Dessa forma, na Educação Infantil, etapa da Educação Básica que carrega singularidades é necessário que o trabalho com as ciências esteja relacionado a outros campos de experiências, de modo a não estar fragmentado, já que entendemos que as crianças das diferentes faixas etárias atendidas nessa etapa compreendem e atuam sobre o mundo com toda a sua integralidade. Nesse sentido, a relevância desse estudo esteve, ainda, em partir da curiosidade e questionamentos do grupo sobre questões internas do corpo humano, expressos nas falas e brincadeiras espontâneas das crianças. Por fim, a motivação do grupo foi o ponto de partida para o estudo e para o planejamento e a sistematização de todas as atividades/momentos vividos.

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