Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

GÊNERO NA EDUCAÇÃO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS/AS PROFESSORES/AS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Palavra-chaves: GÊNERO, EDUCAÇÃO INFANTIL, PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Comunicação Oral (CO) GT 07 - Gênero, Sexualidade e Educação Publicado em 20 de dezembro de 2017

Resumo

O presente estudo teve como objetivo analisar as práticas docentes de professores e professoras na Educação Infantil. Desse modo, procurou-se compreender quais as posturas pedagógicas de educadores/as frente ao universo das questões de gênero. Em um primeiro momento buscam-se apresentar os aspectos teóricos para o fundamento e legitimidade da pesquisa, tendo como apreciação as origens, explanações e conceituações sobre o tema gênero enquanto construção social, de modo a situar o leitor e facilitar o entendimento. Posteriormente, fez-se um apanhado das questões educacionais e, sobretudo no que se refere à educação infantil, perpassando pela relação professor/a/aluno/a e suas tessituras dentro da sala de aula sob o prisma das relações de gênero. Há um receio de muitos profissionais docentes em abordar as questões de gênero dentro da sala de aula. No entanto, mesmo sendo uma temática polêmica tem ganhado certa importância no cenário atual e em algumas poucas escolas, mas mesmo que timidamente tem sido discutido no ambiente escolar. Quando a educação promove essa abertura contribui para o poderamento das ações educativas, o respeito e valorização das diferenças, colaborando para uma sociedade mais justa e pessoas mais conscientes e entendedoras da realidade em que vive. Quando a escola não aborda, ela condiz para uma sociedade desigual e preconceituosa, contribuindo para o aumento das estatísticas que vitimiza as mulheres e os “outros”. Fornecendo subsídios para a disparidade no mercado de trabalho tanto em oportunidades quanto em remuneração, para a interiorização feminina, para a violência e mortes. A partir desta observação, percebe-se que já é certo avanço no marco educacional, uma vez que o tema era negligenciado e omisso, como um tabu. E ainda, traz alguns questionamentos, será que ao ser inserido como tema transversal, os/as professores/as realmente colocaram em prática essa temática em sala? E como colocaram?

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