Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

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A VISÃO DA GESTÃO DE PESSOAS SOBRE A REMUNERAÇÃO DOS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE NO ESTADO DE PERNAMBUCO

Palavra-chaves: SALÁRIO, GESTÃO DE PESSOAS, VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL Pôster (PO) GT 01 - Formação de Professores Publicado em 20 de dezembro de 2017

Resumo

O salário é uma das recompensas mais esperadas por quem trabalha. Existem vários critérios para o valor final desta remuneração e uma das funções da Gestão de Pessoas é buscar valores justos e compatíveis com o porte da empresa, produtividade do colaborador, nível de escolaridade, entre outros. Infelizmente, muitas profissões ainda estão aquém em comparação a outras, tanto em nível salarial, como em qualidade de vida no trabalho e prestígio social. Neste trabalho serão abordadas as influências da remuneração nas atividades profissionais de professores da educação básica considerando os vencimentos iniciais dos docentes da Região Metropolitana do Recife. Antes de 2008 não havia uma regulamentação do piso salarial desta categoria, portanto, víamos salários considerados baixos quando comparado somente a escolaridade, ao exemplo da prefeitura de Olinda, aonde em 2006 houve seleção para professor com exigência de nível superior completo (licenciatura) e oferecia R$ 378,82 de salário base e R$ 189,41 de gratificação, totalizando R$ 568,23, enquanto o salário mínimo vigente na época era de R$ 350,00. Em outras prefeituras, um profissional com o normal médio recebia proventos iguais ao salário mínimo vigente. Com a regulamentação do piso salarial, ocorrida em 2008 com aplicação a partir de 2009, houve uma valorização da remuneração desses profissionais, com o salário fixado, naquela época, em R$ 950,00, enquanto o salário mínimo estava em R$ 465,00. Porém, mesmo com a regulamentação, foi verificado que muitas prefeituras ainda não pagam o piso salarial a esses profissionais, utilizando de artifícios como a redução de carga horária ou complementando o salário bruto com gratificações temporárias para alcançar o valor base. Essas divergências de valores prejudicam o rendimento laboral do assalariado, pois o mesmo pode não si sentir valorizado em sua função, e as gratificações temporárias para complemento, muitas vezes, não são incorporadas para fins de aposentadorias, com isso, quando esse profissional vir a se aposentar, sua remuneração pode reduzir muito em valores líquidos.

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