Artigo Anais V ENLAÇANDO

ANAIS de Evento

ISSN: 2238-9008

E A ESCOLA TAMBÉM ENSINA A SER MENINA... E MENINO: REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO NO COTIDIANO ESCOLAR IONE SILVA VILELA PÍCOLI UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – IONE.VI@BOL.COM.BR

Palavra-chaves: CURRÍCULO, REPRESENTAÇÃO DE GÊNERO, SEXISMO Comunicação Oral (CO) ET35: SEXUALIDADES E GÊNERO NA ESCOLA: O QUE PENSAM E COMO ATUAM OS PROFESSORES EM RELAÇÃO A ESSA TEMÁTICA? Publicado em 27 de novembro de 2017

Resumo

O presente artigo apresenta uma reflexão sobre o sexismo presente no contexto escolar. Analisa que a linguagem curricular encontra-se eivada de sexismo e assim vai determinando os lugares de cada gênero. Ressalta que, muitas vezes, o currículo, por não saber contemplar as diferenças silencia sobre elas, as múltiplas possibilidades de vivenciar o masculino e o feminino é uma delas. Dessa forma, a escola contribui para a (re) produção de identidades fixas que privilegiam o sujeito que a sociedade espera. Levantamos baseado nos estudos de Monserrat Moreno e Daniela Auad, que a co-educação seria uma das possibilidades de equilibrar a balança das desigualdades de gênero no contexto escolar e assim possibilitar aos educandos em formação o contato com as tantas possibilidades de vivenciar o masculino e o feminino, desestabilizando certezas e possibilitando novas construções de suas identidades .

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