O CURRÍCULO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO PROFISSIONALIZANTE
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A intenção foi saber em que sentido o currículo de Filosofia é trabalhado para formar cidadãos-trabalhadores emancipados, críticos e reflexivos, associado às concepções pós-criticas. O objetivo principal foi refletir sobre o currículo de Filosofia no Ensino Médio, no Instituto Federal de Educação do Maranhão (IFMA) – Campus Santa Inês, relacionando-o à perspectiva pós-crítica do currículo, dos conteúdos, da prática docente e da avaliação da aprendizagem. Os objetivos específicos iniciaram em identificar o currículo de Filosofia como elemento planejado para qualificar o estudante profissionalmente e formá-lo na intenção de exercer a cidadania; analisar os conteúdos de Filosofia como conhecimentos humanísticos, técnicos e tecnológicos integradores e indispensáveis à educação filosófica; debater a prática docente como oportunidade de ensinar Filosofia contextualizando temas como identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo; faz pensar sobre sua existência, papel social; e discutir a avaliação da aprendizagem como componente didático eminentemente filosófico qualitativo, dialético e pós-crítico. O referencial filosófico abarcou Rocha (2008); Kohan (2009); Gallo (2012; 2015). A literatura especializada atinente às teorias curriculares pós-críticas incluiram Sacristán (2000), Santomé (1998), Silva (2009), e Pacheco (2001). 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