Artigo Anais VIII FIPED

ANAIS de Evento

ISSN: 2316-1086

O CURRÍCULO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO PROFISSIONALIZANTE

Palavra-chaves: CURRÍCULO, FILOSOFIA, EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Comunicação Oral (CO) GT9 – CURRÍCULO E PRÁTICAS ESCOLARES
"2016-11-08 23:00:00" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1843 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 25459
    "edicao_id" => 52
    "trabalho_id" => 597
    "inscrito_id" => 896
    "titulo" => "O CURRÍCULO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO PROFISSIONALIZANTE"
    "resumo" => "Apresenta-se uma reflexão pós-critica do currículo de Filosofia no Ensino Médio, no Instituto Federal de Educação do Maranhão (IFMA) – Campus Santa Inês, relacionando os fundamentos teóricos, metodológicos, filosóficos às atividades pedagógicas do professor. Pesquisou-se sobre o currículo de Filosofia integrado à educação profissional numa visão pós-crítica. A intenção foi saber em que sentido o currículo de Filosofia é trabalhado para formar cidadãos-trabalhadores emancipados, críticos e reflexivos, associado às concepções pós-criticas.  O objetivo principal foi refletir sobre o currículo de Filosofia no Ensino Médio, no Instituto Federal de Educação do Maranhão (IFMA) – Campus Santa Inês, relacionando-o à perspectiva pós-crítica do currículo, dos conteúdos, da prática docente e da avaliação da aprendizagem. Os objetivos específicos iniciaram em identificar o currículo de Filosofia como elemento planejado para qualificar o estudante profissionalmente e formá-lo na intenção de exercer a cidadania; analisar os conteúdos de Filosofia como conhecimentos humanísticos, técnicos e tecnológicos integradores e indispensáveis à educação filosófica; debater a prática docente como oportunidade de ensinar Filosofia contextualizando temas como identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo; faz pensar sobre sua existência, papel social; e discutir a avaliação da aprendizagem como componente didático eminentemente filosófico qualitativo, dialético e pós-crítico. O referencial filosófico abarcou Rocha (2008); Kohan (2009); Gallo (2012; 2015). A literatura especializada atinente às teorias curriculares pós-críticas incluiram Sacristán (2000), Santomé (1998), Silva (2009), e Pacheco (2001). Todos vislumbram um currículo alusivo à identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo. Não é unilateral, hegemônico, linear e homogeneizador um currículo com concepção de integralidade (SACRISTÁN 2000). Para estudar políticas educativas, instituições escolares e os currículos que as planificam é necessário contemplá-las [analisá-los] para além dos estreitos limites da sala de aula SANTOMÉ (1998). Na escola, às vezes, aprende-se valores, atitudes, comportamentos, questões de gênero, concepções de raça e assuntos de sexualidade sem uma reflexão (SILVA, 2009). O currículo pode ser elemento de transformações e de construções de identidades (PACHECO, 2001). A pesquisa demarcou o campo exploratório do currículo escolar referente aos conteúdos, prática docente e avaliação da aprendizagem como núcleos centrais da investigação. Entrelaçou-se tais aspectos pedagógico-curriculares à abordagem dialética da educação, conforme indicado por Gadotti (1983). O método de procedimento utilizado foi a Pesquisa-Ação, tal método contribui para a discussão ou fazendo avançar o debate acerca das questões abordadas na pesquisa científica (THIOLLENT, 2002). Os resultados demonstraram que existe um trabalho pedagógico propício à formação de cidadãos-trabalhadores emancipados. Todavia, os conteúdos semânticos referentes a identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo ainda se encontram esmaecidos de significados e interpretações epistemológicas e filosóficas. Não é utópico pensar num currículo sem produzir desemprego, pobreza e exclusão social, nem signifique um apartheid entre formação profissional e formação de cidadãos-trabalhadores emancipados, críticos e reflexivos."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "GT9 – CURRÍCULO E PRÁTICAS ESCOLARES"
    "palavra_chave" => "CURRÍCULO, FILOSOFIA, EDUCAÇÃO PROFISSIONAL"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV057_MD1_SA9_ID896_10092016191847.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:11"
    "updated_at" => "2020-06-10 12:47:19"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "FRANCISCO ROKES SOUSA LEITE"
    "autor_nome_curto" => "ROKE"
    "autor_email" => "francisco.rokes@ifma.edu."
    "autor_ies" => "INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO DO MARANHÃO - IFMA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-viii-fiped"
    "edicao_nome" => "Anais VIII FIPED"
    "edicao_evento" => "VIII Fórum Internacional de Pedagogia"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/fiped/2016"
    "edicao_logo" => "5e488d75d4c39_15022020213149.png"
    "edicao_capa" => "5f186e058f295_22072020134909.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-11-08 23:00:00"
    "publicacao_id" => 1
    "publicacao_nome" => "Revista FIPED"
    "publicacao_codigo" => "2316-1086"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 25459
    "edicao_id" => 52
    "trabalho_id" => 597
    "inscrito_id" => 896
    "titulo" => "O CURRÍCULO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO PROFISSIONALIZANTE"
    "resumo" => "Apresenta-se uma reflexão pós-critica do currículo de Filosofia no Ensino Médio, no Instituto Federal de Educação do Maranhão (IFMA) – Campus Santa Inês, relacionando os fundamentos teóricos, metodológicos, filosóficos às atividades pedagógicas do professor. Pesquisou-se sobre o currículo de Filosofia integrado à educação profissional numa visão pós-crítica. A intenção foi saber em que sentido o currículo de Filosofia é trabalhado para formar cidadãos-trabalhadores emancipados, críticos e reflexivos, associado às concepções pós-criticas.  O objetivo principal foi refletir sobre o currículo de Filosofia no Ensino Médio, no Instituto Federal de Educação do Maranhão (IFMA) – Campus Santa Inês, relacionando-o à perspectiva pós-crítica do currículo, dos conteúdos, da prática docente e da avaliação da aprendizagem. Os objetivos específicos iniciaram em identificar o currículo de Filosofia como elemento planejado para qualificar o estudante profissionalmente e formá-lo na intenção de exercer a cidadania; analisar os conteúdos de Filosofia como conhecimentos humanísticos, técnicos e tecnológicos integradores e indispensáveis à educação filosófica; debater a prática docente como oportunidade de ensinar Filosofia contextualizando temas como identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo; faz pensar sobre sua existência, papel social; e discutir a avaliação da aprendizagem como componente didático eminentemente filosófico qualitativo, dialético e pós-crítico. O referencial filosófico abarcou Rocha (2008); Kohan (2009); Gallo (2012; 2015). A literatura especializada atinente às teorias curriculares pós-críticas incluiram Sacristán (2000), Santomé (1998), Silva (2009), e Pacheco (2001). Todos vislumbram um currículo alusivo à identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo. Não é unilateral, hegemônico, linear e homogeneizador um currículo com concepção de integralidade (SACRISTÁN 2000). Para estudar políticas educativas, instituições escolares e os currículos que as planificam é necessário contemplá-las [analisá-los] para além dos estreitos limites da sala de aula SANTOMÉ (1998). Na escola, às vezes, aprende-se valores, atitudes, comportamentos, questões de gênero, concepções de raça e assuntos de sexualidade sem uma reflexão (SILVA, 2009). O currículo pode ser elemento de transformações e de construções de identidades (PACHECO, 2001). A pesquisa demarcou o campo exploratório do currículo escolar referente aos conteúdos, prática docente e avaliação da aprendizagem como núcleos centrais da investigação. Entrelaçou-se tais aspectos pedagógico-curriculares à abordagem dialética da educação, conforme indicado por Gadotti (1983). O método de procedimento utilizado foi a Pesquisa-Ação, tal método contribui para a discussão ou fazendo avançar o debate acerca das questões abordadas na pesquisa científica (THIOLLENT, 2002). Os resultados demonstraram que existe um trabalho pedagógico propício à formação de cidadãos-trabalhadores emancipados. Todavia, os conteúdos semânticos referentes a identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo ainda se encontram esmaecidos de significados e interpretações epistemológicas e filosóficas. Não é utópico pensar num currículo sem produzir desemprego, pobreza e exclusão social, nem signifique um apartheid entre formação profissional e formação de cidadãos-trabalhadores emancipados, críticos e reflexivos."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "GT9 – CURRÍCULO E PRÁTICAS ESCOLARES"
    "palavra_chave" => "CURRÍCULO, FILOSOFIA, EDUCAÇÃO PROFISSIONAL"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV057_MD1_SA9_ID896_10092016191847.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:11"
    "updated_at" => "2020-06-10 12:47:19"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "FRANCISCO ROKES SOUSA LEITE"
    "autor_nome_curto" => "ROKE"
    "autor_email" => "francisco.rokes@ifma.edu."
    "autor_ies" => "INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO DO MARANHÃO - IFMA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-viii-fiped"
    "edicao_nome" => "Anais VIII FIPED"
    "edicao_evento" => "VIII Fórum Internacional de Pedagogia"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/fiped/2016"
    "edicao_logo" => "5e488d75d4c39_15022020213149.png"
    "edicao_capa" => "5f186e058f295_22072020134909.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-11-08 23:00:00"
    "publicacao_id" => 1
    "publicacao_nome" => "Revista FIPED"
    "publicacao_codigo" => "2316-1086"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 08 de novembro de 2016

Resumo

Apresenta-se uma reflexão pós-critica do currículo de Filosofia no Ensino Médio, no Instituto Federal de Educação do Maranhão (IFMA) – Campus Santa Inês, relacionando os fundamentos teóricos, metodológicos, filosóficos às atividades pedagógicas do professor. Pesquisou-se sobre o currículo de Filosofia integrado à educação profissional numa visão pós-crítica. A intenção foi saber em que sentido o currículo de Filosofia é trabalhado para formar cidadãos-trabalhadores emancipados, críticos e reflexivos, associado às concepções pós-criticas. O objetivo principal foi refletir sobre o currículo de Filosofia no Ensino Médio, no Instituto Federal de Educação do Maranhão (IFMA) – Campus Santa Inês, relacionando-o à perspectiva pós-crítica do currículo, dos conteúdos, da prática docente e da avaliação da aprendizagem. Os objetivos específicos iniciaram em identificar o currículo de Filosofia como elemento planejado para qualificar o estudante profissionalmente e formá-lo na intenção de exercer a cidadania; analisar os conteúdos de Filosofia como conhecimentos humanísticos, técnicos e tecnológicos integradores e indispensáveis à educação filosófica; debater a prática docente como oportunidade de ensinar Filosofia contextualizando temas como identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo; faz pensar sobre sua existência, papel social; e discutir a avaliação da aprendizagem como componente didático eminentemente filosófico qualitativo, dialético e pós-crítico. O referencial filosófico abarcou Rocha (2008); Kohan (2009); Gallo (2012; 2015). A literatura especializada atinente às teorias curriculares pós-críticas incluiram Sacristán (2000), Santomé (1998), Silva (2009), e Pacheco (2001). Todos vislumbram um currículo alusivo à identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo. Não é unilateral, hegemônico, linear e homogeneizador um currículo com concepção de integralidade (SACRISTÁN 2000). Para estudar políticas educativas, instituições escolares e os currículos que as planificam é necessário contemplá-las [analisá-los] para além dos estreitos limites da sala de aula SANTOMÉ (1998). Na escola, às vezes, aprende-se valores, atitudes, comportamentos, questões de gênero, concepções de raça e assuntos de sexualidade sem uma reflexão (SILVA, 2009). O currículo pode ser elemento de transformações e de construções de identidades (PACHECO, 2001). A pesquisa demarcou o campo exploratório do currículo escolar referente aos conteúdos, prática docente e avaliação da aprendizagem como núcleos centrais da investigação. Entrelaçou-se tais aspectos pedagógico-curriculares à abordagem dialética da educação, conforme indicado por Gadotti (1983). O método de procedimento utilizado foi a Pesquisa-Ação, tal método contribui para a discussão ou fazendo avançar o debate acerca das questões abordadas na pesquisa científica (THIOLLENT, 2002). Os resultados demonstraram que existe um trabalho pedagógico propício à formação de cidadãos-trabalhadores emancipados. Todavia, os conteúdos semânticos referentes a identidade, subjetividade, representação social, relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e multiculturalismo ainda se encontram esmaecidos de significados e interpretações epistemológicas e filosóficas. Não é utópico pensar num currículo sem produzir desemprego, pobreza e exclusão social, nem signifique um apartheid entre formação profissional e formação de cidadãos-trabalhadores emancipados, críticos e reflexivos.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.