Artigo Anais III CIEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-0854

A CONTRIBUIÇÃO DA NEUROPSICOLOGIA NA DEMÊNCIA DO TIPO ALZHEIMER

Palavra-chaves: ENVELHECIMENTO, DOENÇA DE ALZHEIMER, NEUROPSICOLOGIA Pôster (PO) Atenção integral à saúde: promoção, prevenção, tratamento e reabilitação do idoso
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Publicado em 15 de junho de 2013

Resumo

INTRODUÇÃO: O envelhecimento predispõe a diversas condições de adoecimento, com repercussão sobre a capacidade funcional, entre elas, pode-se citar a Demência do tipo de Alzheimer (DTA), considerada a forma mais conhecida de demência ocasionada por alterações nos neurônios colinérgicos e suas projeções. Considerada uma síndrome clínica de início insidioso, caracterizada pelo declínio progressivo em múltiplos domínios cognitivos, comprometendo o funcionamento social e ocupacional do idoso. Em estudo brasileiro, a prevalência de demência foi de 7,1% entre indivíduos com idade igual ou superior a 65 anos. A maioria dos pacientes com demência está em países em desenvolvimento, onde as condições de saúde são mais precárias, bem como o nível educacional. Estima-se que os números deste tipo de demência aumentarão significativamente, em 2030, serão 65,7 milhões e em 2050, 115.4 milhões de portadores, sendo dois terços deles em países em desenvolvimento. A neuropsicologia contribui tanto com novas pesquisas na área, quanto com a própria avaliação neuropsicológica, tida como um método de investigação das relações entre cérebro e comportamento, mais especificamente, nos distúrbios do sistema nervoso central. Tal avaliação realiza-se mediante uma bateria de testes psicométricos com o objetivo de verificar o rendimento funcional tendo como base as funções do córtex cerebral. OBJETIVOS: O presente estudo constitui em uma fundamentação teórica e tem como objetivo relacionar a Doença de Alzheimer (DA) e a avaliação neuropsicológica, sendo considerada uma ferramenta potencial no reconhecimento dos sintomas iniciais, intermediários e sintomas da fase final em portadores de Alzheimer. Analisar a contribuição da neuropsicologia, mais precisamente, da avaliação neuropsicológica na identificação precoce da Demência do tipo de Alzheimer (DTA). Auxiliar no planejamento de programas de reabilitação voltados para as alterações cognitivas, comportamentais e de vida diária de pacientes com DTA. METODOLOGIA: A revisão teórica apresentada procurou destacar as fases da doença, fatores de risco e fatores genéticos. A reabilitação neuropsicológica visa recuperar ou estimular as habilidades funcionais e cognitivas de idosos com DA. RESULTADOS: Averiguou-se através da revisão literária, que os testes mais utilizados na avaliação neuropsicológica do idoso com suspeita de demência são: Mini-Mental (MMSE), Teste do relógio, teste do Stroop, fluência verbal (FAS) e WAIS-III (Escala Wescheler de inteligência), importantes recursos que auxiliam os profissionais de saúde para um diagnóstico mais preciso, indicando uma reabilitação mais apropriada a cada caso. Além de testes de rastreio, testes de trilhas, teste de recordação tardia da lista de palavras e testes de nomeação. Vale salientar que exames laboratoriais e de neuroimagem também são úteis para um diagnóstico. CONCLUSÃO: Pesquisas que associam dados orgânicos com a performance em instrumentos neuropsicológicos específicos, podem servir para o conhecimento científico sobre o tema, na medida que contribuem com novas informações para um delineamento adequado de cada caso. Diante do exposto, espera-se que este estudo estimule novas investigações a respeito da neuropsicologia da doença de Alzheimer, contribuindo para pesquisadores e profissionais de diversas áreas da saúde que trabalham com o tema aqui exposto.

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