Artigo Anais XII CONAGES

ANAIS de Evento

ISSN: 2177-4781

TRANSEXUALIDADE E O DIZER PSICANALÍTICO

Palavra-chaves: TRANSEXUALIDADE, DESPATOLOGIZAÇÃO, PSICANÁLISE Comunicação Oral (CO) Gênero, Sexualidades e Produção do conhecimento.
"2016-06-08 00:00:00"
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1639
  +table: "artigo"
  +timestamps: false
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #connection: "mysql"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 18718
    "edicao_id" => 42
    "trabalho_id" => 196
    "inscrito_id" => 1442
    "titulo" => "TRANSEXUALIDADE E O DIZER PSICANALÍTICO"
    "resumo" => "A transexualidade é atualmente definida como o desejo persistente de viver e ser aceito como uma pessoa do sexo oposto. Essas pessoas podem apresentam enorme sofrimento psíquico por causa de seu sexo anatômico e almejam submeter-se a cirurgias ou tratamentos hormonais para redefinirem seus corpos. Enquanto, a travestilidade é uma vivência de gênero discordante do sexo biológico, em que a pessoa travesti usa vestimentas do gênero oposto chegando a modificar seus corpos, sem a intenção de redefinir sua genitália. Atualmente, o Conselho Federal de Psicologia levantou a campanha pela despatologização dessas identidades, por entendê-las como mais uma expressão da diversidade de gênero e sexual. O objetivo geral deste estudo foi conhecer as opiniões dos psicólogos de orientação psicanalítica sobre o processo de despatologização da transexualidade. O presente artigo é derivado de uma pesquisa de campo, qualitativa e quantitativa, tendo como lócus a cidade de João Pessoa-PB. A amostra foi selecionada por conveniência. Foram entrevistadas três psicólogas de orientação Psicanalítica com mais de 10 anos de atuação. As entrevistas foram averiguadas pela Analise de Conteúdo de Bardin e apontaram que todas as psicólogas entrevistadas são favoráveis ao processo de despatologização das identidades trans. Embora ligassem essas identidades a um discurso de vitimização, estas compreendem a experiência dos transgêneros a luz de suas abordagens clínicas, como um caminho de constituição subjetiva, sem deixar de levar em consideração as variáveis políticas e sociais na compreensão dos fenômenos do preconceito e discriminação vivenciados pelas pessoas que estão no transito dos gêneros: travestis e transexuais."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "Gênero, Sexualidades e Produção do conhecimento."
    "palavra_chave" => "TRANSEXUALIDADE, DESPATOLOGIZAÇÃO, PSICANÁLISE"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV053_MD1_SA7_ID1442_01052016212609.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:04"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:15:16"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "FRANCISCO ANDRÉ DA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "FRANCISCO ANDRÉ"
    "autor_email" => "andrew8398@hotmail.com"
    "autor_ies" => "CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA-UNIPÊ"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-xii-conages"
    "edicao_nome" => "Anais XII CONAGES"
    "edicao_evento" => "XII Colóquio Nacional Representações de Gênero e de Sexualidades"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/conages/2016"
    "edicao_logo" => "5e4d91ff53faf_19022020165231.png"
    "edicao_capa" => "5f1840b2f13c7_22072020103546.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-06-08 00:00:00"
    "publicacao_id" => 16
    "publicacao_nome" => "Revista CONAGES"
    "publicacao_codigo" => "2177-4781"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 18718
    "edicao_id" => 42
    "trabalho_id" => 196
    "inscrito_id" => 1442
    "titulo" => "TRANSEXUALIDADE E O DIZER PSICANALÍTICO"
    "resumo" => "A transexualidade é atualmente definida como o desejo persistente de viver e ser aceito como uma pessoa do sexo oposto. Essas pessoas podem apresentam enorme sofrimento psíquico por causa de seu sexo anatômico e almejam submeter-se a cirurgias ou tratamentos hormonais para redefinirem seus corpos. Enquanto, a travestilidade é uma vivência de gênero discordante do sexo biológico, em que a pessoa travesti usa vestimentas do gênero oposto chegando a modificar seus corpos, sem a intenção de redefinir sua genitália. Atualmente, o Conselho Federal de Psicologia levantou a campanha pela despatologização dessas identidades, por entendê-las como mais uma expressão da diversidade de gênero e sexual. O objetivo geral deste estudo foi conhecer as opiniões dos psicólogos de orientação psicanalítica sobre o processo de despatologização da transexualidade. O presente artigo é derivado de uma pesquisa de campo, qualitativa e quantitativa, tendo como lócus a cidade de João Pessoa-PB. A amostra foi selecionada por conveniência. Foram entrevistadas três psicólogas de orientação Psicanalítica com mais de 10 anos de atuação. As entrevistas foram averiguadas pela Analise de Conteúdo de Bardin e apontaram que todas as psicólogas entrevistadas são favoráveis ao processo de despatologização das identidades trans. Embora ligassem essas identidades a um discurso de vitimização, estas compreendem a experiência dos transgêneros a luz de suas abordagens clínicas, como um caminho de constituição subjetiva, sem deixar de levar em consideração as variáveis políticas e sociais na compreensão dos fenômenos do preconceito e discriminação vivenciados pelas pessoas que estão no transito dos gêneros: travestis e transexuais."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "Gênero, Sexualidades e Produção do conhecimento."
    "palavra_chave" => "TRANSEXUALIDADE, DESPATOLOGIZAÇÃO, PSICANÁLISE"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV053_MD1_SA7_ID1442_01052016212609.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:04"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:15:16"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "FRANCISCO ANDRÉ DA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "FRANCISCO ANDRÉ"
    "autor_email" => "andrew8398@hotmail.com"
    "autor_ies" => "CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA-UNIPÊ"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-xii-conages"
    "edicao_nome" => "Anais XII CONAGES"
    "edicao_evento" => "XII Colóquio Nacional Representações de Gênero e de Sexualidades"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/conages/2016"
    "edicao_logo" => "5e4d91ff53faf_19022020165231.png"
    "edicao_capa" => "5f1840b2f13c7_22072020103546.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-06-08 00:00:00"
    "publicacao_id" => 16
    "publicacao_nome" => "Revista CONAGES"
    "publicacao_codigo" => "2177-4781"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #classCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  #hidden: []
  #visible: []
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 08 de junho de 2016

Resumo

A transexualidade é atualmente definida como o desejo persistente de viver e ser aceito como uma pessoa do sexo oposto. Essas pessoas podem apresentam enorme sofrimento psíquico por causa de seu sexo anatômico e almejam submeter-se a cirurgias ou tratamentos hormonais para redefinirem seus corpos. Enquanto, a travestilidade é uma vivência de gênero discordante do sexo biológico, em que a pessoa travesti usa vestimentas do gênero oposto chegando a modificar seus corpos, sem a intenção de redefinir sua genitália. Atualmente, o Conselho Federal de Psicologia levantou a campanha pela despatologização dessas identidades, por entendê-las como mais uma expressão da diversidade de gênero e sexual. O objetivo geral deste estudo foi conhecer as opiniões dos psicólogos de orientação psicanalítica sobre o processo de despatologização da transexualidade. O presente artigo é derivado de uma pesquisa de campo, qualitativa e quantitativa, tendo como lócus a cidade de João Pessoa-PB. A amostra foi selecionada por conveniência. Foram entrevistadas três psicólogas de orientação Psicanalítica com mais de 10 anos de atuação. As entrevistas foram averiguadas pela Analise de Conteúdo de Bardin e apontaram que todas as psicólogas entrevistadas são favoráveis ao processo de despatologização das identidades trans. Embora ligassem essas identidades a um discurso de vitimização, estas compreendem a experiência dos transgêneros a luz de suas abordagens clínicas, como um caminho de constituição subjetiva, sem deixar de levar em consideração as variáveis políticas e sociais na compreensão dos fenômenos do preconceito e discriminação vivenciados pelas pessoas que estão no transito dos gêneros: travestis e transexuais.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.