Artigo Anais ABRALIC

ANAIS de Evento

ISSN: 2317-157X

PARADOXOS DA EXPERIÊNCIA E A MEMÓRIA EM “NENHUM, NENHUMA” E EM AS FILHAS DO ARCO-ÍRIS

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Publicado em 20 de dezembro de 2012

Resumo

Neste trabalho nalisou-se a representação do menino, destacando a relação entre personagens que representam a infância e a velhice no conto “Nenhum, Nenhuma” e no romance As Filhas do Arco-Íris. O que se observa nos textos em questão é a perspectiva da infância e a resistência em sobreviver. Ressalte-se que o texto de Guimarães Rosa permite uma concepção de mundo esquecido que persiste na memória adormecida do narrador, enquanto que no romance de Eulício Farias, a memória do menino articula com a tradição popular divulgada nas estórias de Pai Estêvão. Em “Nenhum, Nenhuma”, o narrador recorda, quando criança, que estivera hospedado por vários dias numa fazenda e vira um casal de namorados ter que se separar porque a moça não podia abandonar uma velhinha que parecia teimar em viver. Os meninos em ambos os textos se referem a lembranças de pessoas bastante velhas e tecendo observações de quanto à velhice pode ser um tempo infinito, mas não como quem vai sobreviver para sempre, é infinito com possibilidades de intervenção da morte. Esta pesquisa teve por base o conceito de sistema literário consolidado idealizado por Antonio Candido e de estudiosos da literatura e da representação social, entre eles: Walter Benjamin, Patrícia Carmello, Ana Paula Pacheco, Maria Lúcia Guimarães Faria, Serge Moscovici e outros.

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