“A MÃO QUE ESCREVE E O OLHO QUE LÊ”: UM DIÁLOGO COM AS PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO COM AS CRIANÇAS DO CAMPO.
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O reflexo dessa observação é a análise do estudo de caso aqui apresentado que possibilita discussões entre os pressupostos teóricos do processo de alfabetização e a prática como consequência no espaço rural. Partindo desta realidade, o presente artigo objetiva-se a discutir sobre alguns princípios gerais do processo de alfabetização nas instituições campesinas. Correlacionando-os ao trabalho com as habilidades de leitura e produção de textos nas salas de aula desta ambiência. Vistos de forma articulada e integrada, sob a ótica de uma educação que, com vistas a assegurar os direitos dos pequenos moradores rurais, defendemos aqui um ponto de vista pedagógico com propostas inclinadas à valorização dos saberes e integralização cultural e social dos povos do campo. Para tanto, propusemo-nos a utilizar da experiência de um educador do campo como viés de análise sobre o assunto. 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