Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

O ESPAÇO DO SENTIR E O ESTÁGIO DOCENTE EM ARTES VISUAIS

Palavra-chaves: ESTÁGIO DOCÊNCIA, ARTE-EDUCAÇÃO, RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO, SENTIMENTOS, , INTERCULTURALIDADE, ESTÁGIO DOCÊNCIA, ARTE-EDUCAÇÃO, RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO, SENTIMENTOS, , INTERCULTURALIDADE, , , , Relato de Experiência Eixo Temático 04: Processos de ensino e aprendizagem.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

O presente relato de experiência apresenta reflexões decorrentes do Estágio Curricular Supervisionado II do curso de Licenciatura em Artes Visuais da UDESC, realizado no Colégio Aplicação da UFSC com uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental I. A partir das vivências como professora-estagiária, o trabalho investiga como a expressão de sentimentos por parte do docente pode afetar a relação professor-aluno, dialogando com as contribuições de Paulo Freire e bell hooks. Durante o estágio, situações de desrespeito, deboche e preconceito, relacionadas ao meu sotaque, evidenciaram tensões entre uma postura docente autoritária e distante e a possibilidade de uma prática pedagógica mais sensível. A tentativa de ocultar emoções, enraizada por um modelo tradicional de ensino criticado por Freire, mostrou-se insustentável diante dos atravessamentos vividos em sala. Amparada pelas reflexões de hooks sobre vulnerabilidade, corpo e autoridade docente, compreendi que a negação do sentir reforça hierarquias e silenciamentos. O episódio em que decidi compartilhar com a turma como me senti diante do preconceito afetou a relação estabelecida com os estudantes. Ao assumir minha vulnerabilidade, abriu-se um espaço de escuta, empatia e respeito mútuo, evidenciando que a expressão emocional pode fortalecer — e não fragilizar — a prática docente. O relato aponta para a necessidade de integrar sensibilidade e estesia ao ensino de Artes Visuais, reconhecendo o corpo e as emoções como dimensões constitutivas do processo educativo. Conclui-se que legitimar o sentir em sala de aula contribui para a construção de relações mais conscientes, responsáveis e dialógicas, tanto para estudantes quanto para docentes em formação.

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